Irã ameaça atacar embaixadas de Israel em ‘todo o mundo’: ‘Alvos legítimos’

O porta-voz das Forças Armadas da República Islâmica do Irã, Abolfazl Shekarchi, ameaçou atacar “todas as embaixadas” de Israel ao redor do globo como forma de resposta a um eventual ataque israelense à embaixada iraniana no Líbano… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/03/04/ira-ameaca-atacar-embaixadas-de-israel-em-todo-o-mundo-alvos-legitimos.htm?cmpid=copiaecola

Shekarchi disse que, caso Israel ataque embaixada do Irã em Beirute, a resposta será imediata. “Israel ameaçou atingir a embaixada iraniana no Líbano. Se isso ocorrer, todas as embaixadas desse regime serão alvos legítimos” das forças iranianas, declarou o porta-voz em um canal de TV local, segundo a agência AFP.

Porta-voz também criticou Israel por “não impor limites às suas ações militares”. Shekarchi afirmou que, apesar de “sua capacidade bélica relevante”, a República Islâmica iraniana tem, até o momento, “respeitado” as regras do direito internacional em meio ao conflito contra Israel e os EUA.

Ameaças de ataques às embaixadas feita por Shekarchi é uma resposta direta ao porta-voz do exército israelense, Avichay Adraee. Ontem, Adraee deu um prazo de 24 horas para que os representes do Irã deixem o Líbano, “antes de serem atacados”.

Israel trava batalhas simultâneas contra o Irã e o Hezbollah, no Líbano. Desde o final de semana, Tel Aviv voltou a realizar bombardeios contra o território libanês, sob a justificativa de atingir membros do grupo pró-Irã.

Beirute, capital do Líbano, foi alvo de ataques israelenses na manhã de ontem. Um hotel atingido e ao menos 11 pessoas morreram em pontos diferentes da cidade, segundo o governo local.

Os ataques das tropas de Benjamin Netanyahu integram uma escalada acentuada dos combates ao longo da fronteira entre o Líbano e Israel. Israel alega que está revidando uma agressão do Hezbollah, que lançou drones e mísseis contra o seu território após ação dos EUA no Irã.

Fonte: UOL

Prefeito de Salgueiro mobiliza equipes para vistoriar locais mais afetados pelas chuvas desta quarta-feira

As chuvas que caem com intensidade nesta quarta-feira, 4, provocaram alguns transtornos em Salgueiro, como alagamentos de ruas e até de residências. Atento a essa situação, o prefeito do município, Fabinho Lisandro, mobilizou equipes do governo e caiu em campo para vistoriar os locais da cidade mais afetados pelo temporal.

O prefeito destaca que choveu acima do esperado em menos de 2 horas, mas a prefeitura conseguiu minimizar os danos com um trabalho preventivo de limpeza de bueiros e de canais.

“A gente está monitorando. Estou aqui com o nosso secretário Thayrone (Serviços Públicos), estou aqui com Igor (diretor de Serviços Públicos), Layane, da Defesa Civil, e a gente está atento, trabalhando o tempo todo, com o time todo em campo para que a gente possa evitar [danos]”, disse o prefeito.

“Qualquer coisa, entre em contato conosco, você que está em qualquer situação de risco, liga para a Defesa Cívil, liga para o Corpo de Bombeiros, para a Polícia Militar ou fala com a gente no Instagram. O importante é a gente, nesse momento, estar todo mundo junto”, completou Fabinho.

Salgueiro registrou chuva com grande volume entre as 18h e por volta das 19h30. Já por volta das 21h30,. voltou a chover com intensidade moderada.

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, é preso novamente pela PF

A Polícia Federal prendeu o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, na manhã desta quarta-feira (4/3), em São Paulo. O motivo da nova prisão do banqueiro, que estava em liberdade desde o final de novembro, foi a possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa.

Em nota, a PF informa que estão sendo cumpridos 4 mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão, em São Paulo e Minas Gerais. A decisão de Mendonça aponta que, segundo a PF, Vorcaro tentou ocultar mais de R$ 2 bilhões e tinha um grupo armado para ameaçar ex-empregados e monitorar desafetos.

Além de Vorcaro, há mandados de prisão preventiva contra o empresário Fabiano Campos Zettel, que teria auxiliado o banqueiro na ocultação de patrimônio; além de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão e Marilson Roseno da Silva, que seriam os coordenadores do grupo armado privado de Vorcaro.

Estas são as primeiras medidas ostensivas autorizadas por Mendonça desde que ele assumiu a relatoria do caso Master, em fevereiro. O ministro Dias Toffoli, antecessor de Mendonça na supervisão do caso, não havia determinado a prisão de Vorcaro porque a própria PF e a Procuradoria-geral da República haviam afirmado que não havia necessidade da medida.

Vorcaro foi preso no mesmo dia em que tinha depoimento marcado na CPI do Crime Organizado, no Senado. Na última terça (3/3), Mendonça havia desobrigado o banqueiro de comparecer à audiência, que trataria do susposto envolvimento do Master em esquemas financeiros fraudulentos.

Suposta coação armada

A decisão de Mendonça afirma que, segundo a PF, o banqueiro e seu operador financeiro, Fabiano Campos Zettel, mantiveram um esquema de ocultação de ativos e teriam transferido mais de R$ 2,2 bilhões para uma conta do pai de Vorcaro.

Além dos delitos financeiros, a principal razão para as novas prisões foi a atuação de uma milícia privada chamada “A Turma”. Segundo a PF, esse grupo seria liderado por Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão (conhecido como “Sicário”) e pelo policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva.

De acordo com a investigação, esse braço armado era usado para acessar ilegalmente sistemas restritos de segurança pública.

As quebras de sigilo revelaram que Vorcaro teria usado essa milícia para ameaçar ex-empregados e determinar o monitoramento de desafetos. Em um dos diálogos, o banqueiro teria ordenado a simulação de um assalto com o objetivo de agredir fisicamente um jornalista que publicava notícias contrárias aos seus interesses.

Diante dos fatos novos, a Polícia Federal requereu a decretação da nova prisão preventiva contra os líderes do esquema e os chefes do núcleo armado. O órgão argumentou que o grupo mantinha sua capacidade de cometer crimes, lavar dinheiro e ameaçar testemunhas, o que configurava perigo iminente à sociedade e às apurações.

Fonte: Consultor Jurídico

Alcolumbre mantém votação da CPI do INSS que quebrou sigilo de Lulinha e impõe derrota ao PT

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu nesta terça-feira confirmar a votação da CPI do INSS que aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao anunciar o resultado de uma questão de ordem em plenário, Alcolumbre impôs ao PT e ao governo uma derrota.

— Adianto desde logo que este não é um caso de flagrante desrespeito ao regimento interno ou à Constituição Federal. Não há aqui situação que justifique a excepcional atuação desta presidência para anular a deliberação da CPMI.

O recurso foi protocolado após a aprovação, em votação simbólica, de mais de 80 requerimentos em bloco, entre eles o pedido de quebra de sigilo de Fábio Luís e solicitações de informações e convocações relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Parlamentares governistas alegaram que houve erro na contagem dos votos durante a sessão conduzida pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana (PSD-MG), e pediram a anulação da deliberação.

Após a votação, houve protestos no plenário da comissão e o pedido de verificação nominal, que foi rejeitado sob o argumento de que o regimento permite votação simbólica.

O requerimento aprovado de quebra de sigilo de Lulinha foi enviado aos órgãos responsáveis na semana passada, como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O órgão deve respondê-lo até esta semana, apesar da tentativa do PT de anular a votação.

Ao anunciar a decisão, Alcolumbre afirmou que não identificou vício formal capaz de justificar a anulação do ato.

O ponto central da controvérsia foi o quórum da sessão. Na primeira votação — nominal — foram registrados 31 parlamentares no painel eletrônico, com 18 votos favoráveis e 12 contrários.

Em seguida, a comissão deliberou simbolicamente sobre o pacote de 87 requerimentos, incluindo caso de Lulinha.

Governistas alegaram que 14 integrantes se manifestaram contra e que, considerado o número de presentes naquele momento — nas contas do PT eram 21— , o resultado deveria ter sido diferente.

Alcolumbre sustentou que o quórum válido é o da sessão regularmente aberta, com 31 votantes registrados, e que não houve maioria suficiente para rejeitar os requerimentos.

— O trabalho das comissões parlamentares de inquérito deve observar um princípio fundamental para o funcionamento do Parlamento: a obediência à decisão da maioria.

Ele também afirmou que a intervenção da Presidência só se justifica em situações excepcionais.

— A intervenção da Presidência do Senado só se justifica em situações excepcionais, quando houver flagrante desrespeito às normas constitucionais, legais ou regimentais.

Ao tratar especificamente da modalidade de votação, explicou que a votação simbólica considera o quórum de presença registrado no painel eletrônico e não a contagem individual de votos.

Fonte: O Globo

Músico Roger Waters diz que já estamos na Terceira Guerra Mundial e declara apoio ao Irã

O músico britânico Roger Water afirmou neste 1º de março de 2026 que o mundo já estaria vivendo a Terceira Guerra Mundial e declarou apoio ao Irã em meio à escalada militar no Oriente Médio. A manifestação foi publicada em suas redes sociais, no contexto da ofensiva conjunta conduzida pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano, que resultou na morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei e desencadeou uma série de ataques retaliatórios na região.

Em sua mensagem, Water escreveu: “1º de março de 2026 é o segundo dia da Terceira Guerra Mundial.”

Na sequência, fez duras críticas às lideranças políticas ocidentais e a Israel: “Nós, o povo comum do mundo, somos muito mais numerosos do que a escória israelense e as elites dominantes no Ocidente.”

O artista também declarou solidariedade ao Irã e reiterou sua posição histórica em defesa da causa palestina: “Estamos ao lado de nossos irmãos e irmãs no Irã na luta para acabar com a ocupação, a opressão e o genocídio de nossos irmãos e irmãs na Palestina.”

Ao final da publicação, acrescentou: “Nós estamos certos, as elites estão erradas. Nós venceremos. Amor e paz, Roger Waters.”

A declaração repercute em um cenário de forte tensão internacional, após os ataques que atingiram a cúpula política e militar iraniana e provocaram retaliações com mísseis e drones contra Israel e bases dos Estados Unidos na região do Golfo. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu publicamente a operação militar e conclamou iranianos a promoverem uma mudança de regime.

Roger Water tem histórico de posicionamentos contundentes contra a política externa dos Estados Unidos e contra o governo de Israel, especialmente em relação à situação na Palestina. Sua nova manifestação reforça essa linha de crítica, agora em meio a uma crise que amplia o risco de internacionalização do conflito no Oriente Médio.

Fonte: Brasil 247

Empresários e frentes parlamentares reagem à redução da jornada de trabalho

Para o deputado Pedro Lupion, presidente da FPA, a medida da escala 6×1 é “brincar com o Brasil” – Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Confederações patronais e frentes parlamentares do setor produtivo iniciam, nesta terça-feira (3), uma contraofensiva à proposta defendida pelo governo de reduzir a jornada semanal de trabalho e acabar com a escala 6×1 em pleno ano eleitoral.

Um almoço na sede da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), em Brasília, deve reunir mais de 50 entidades empresariais — encabeçadas pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), CNT (Confederação Nacional do Transporte) e CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) — com um discurso de que as propostas apresentadas carecem de embasamento econômico e podem comprometer a geração de empregos se não forem acompanhadas de ganhos de produtividade.

Um estudo do advogado trabalhista Eduardo Pastore e do professor José Pastore, da USP (Universidade de São Paulo), a ser apresentado no almoço mostrará que o custo unitário do trabalho aumenta em 10% no caso de uma redução da jornada para 40 horas semanais e em 22% no caso de 36 horas semanais, com maiores riscos de judicialização.

De acordo com o estudo, 68% das empresas brasileiras têm até cinco empregados e apresentam dificuldades em substituir mão de obra por mais tecnologia. “São as que mais vão sofrer”, diz Eduardo Pastore.

O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), avalia que a medida é “completamente eleitoreira” e teve suas discussões aceleradas na busca por “um quinhão de votos a mais”. “É brincar com o Brasil”, afirma.

Em um jantar prévio na Frente Parlamentar pelo Livre Mercado, nesta segunda-feira (2), deputados enfatizaram que não pretendem negociar “compensações” — como uma eventual desoneração da folha de pagamento — e nem mudar de postura por conveniência política caso as propostas sejam levadas para votação em plenário.

“Estamos ansiosos por esse debate”, afirmou a deputada Bia Kicis (PL-DF), presidente interina da frente, acrescentando que a redução da jornada de trabalho não pode ser tratada como um cabo de guerra, com cada grupo puxando para um lado.

“Empresários e trabalhadores não estão em um ringue de luta. O lado de todos é o do trabalho, contra a carga de impostos e contra a dificuldade de produzir no país”.

O presidente da Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo, deputado Julio Lopes (PP-RJ), descartou a hipótese de apoiar a redução da jornada de trabalho em plenário pelo custo eleitoral de votar contra as PECs (Propostas de Emenda Constitucional) em tramitação.

“Sem produtividade e competitividade, essa discussão fica inerte e vazia”, acentuou Lopes.

Fonte: CNN

Suspeito de transmitir maus-tratos de animais pela internet é preso pela polícia em Fortaleza

Um homem foi preso nesta segunda-feira (2) sob suspeita de transmitir online maus-tratos de animais na cidade de Fortaleza (CE) após investigação do Noad (Núcleo de Observação e Análise Digital), do governo de São Paulo, em cooperação com as autoridades locais. A apuração apontou que o investigado havia matado mais de cem animais durante transmissões ao vivo.

O homem também é suspeito de indução à automutilação e suicídio de adolescentes em ambientes online. A identidade dele não foi divulgada, o que impossibilitou o contato da reportagem com a defesa.

A investigação foi feita com o monitoramento de plataformas digitais, onde as autoridades identificaram um servidor que hospedava a transmissão dos crimes, segundo a polícia.

A partir da apuração foi identificado um dos responsáveis pela difusão das imagens. As informações obtidas foram repassadas para o 1º Distrito Policial de Mauá, em São Paulo, responsável pelo pedido de mandado de busca e apreensão do suspeito.

A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar os demais envolvidos na rede criminosa e possíveis vítimas.

O Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) é uma iniciativa do governo do estado de São Paulo que une peritos especializados, militares e policiais civis com o intuito de combater a violência em ambientes digitais.

Segundo a gestão estadual, a operação ocorre por meio de policiais civis infiltrados em comunidades online de maneira contínua, responsáveis por coletar informações, identificar crimes virtuais, mapear redes de criminosos e localizar vítimas. Essas informações são utilizadas em relatórios de inteligência que servem de base para pedidos judiciais, como o mandado de busca e apreensão usado para prender esse suspeito.

Fonte: Folha de S. Paulo

PRF detém condutor de moto com maconha e revólver em Salgueiro

O condutor de uma motocicleta foi detido com um revólver e uma porção de maconha neste domingo, 1, em ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR 116, em Salgueiro. Segundo a PRF, o homem estava sob efeito de álcool e tentou fugir da abordagem na rodovia.

Uma equipe da PRF realizava ronda na BR-116, quando avistou o condutor de uma motocicleta que acelerou ao perceber a aproximação da viatura.

Foi dada ordem de parada, mas o motociclista não obedeceu e iniciou fuga em alta velocidade, transitando pelo acostamento e seguindo em direção à zona urbana do município. Durante o percurso, o homem colocou pedestres em risco ao conduzir o veículo de forma perigosa.

A fuga só foi encerrada quando o condutor perdeu o controle da motocicleta e caiu. Mesmo após a queda, ele tentou fugir a pé, mas foi contido pela equipe.

Durante a abordagem, foi apreendido um revólver com 31 munições. O suspeito foi submetido ao teste de alcoolemia, que apresentou resultado de 0,50 mg/L de ar expelido, que configura crime. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Salgueiro.

 No local, a equipe descobriu que o homem possui uma extensa ficha criminal, com passagens na polícia por homicídio, roubo a banco, lesão corporal, adulteração de veículo e outros crimes.

O indivíduo pode responder por porte ilegal de arma de fogo, porte de droga, condução de veículo sob efeito de álcool e direção sem a devida habilitação, gerando perigo de dano.

BR-232: Primeiro trecho da duplicação da rodovia ligando o Agreste ao Sertão de Pernambuco é definido

A duplicação da BR-232 conectando o Agreste ao Sertão de Pernambuco está mais perto de acontecer e já tem o primeiro trecho definido pelo governo do Estado, que irá custear totalmente essa parte da obra. A primeira etapa compreenderá o trecho entre as cidades de São Caetano e Belo Jardim, no Agreste, e a previsão é de que a licitação para a obra seja lançada até o mês de abril deste ano.

O primeiro trecho, que compreende 35 quilômetros, terá um custo de aproximadamente R$ 250 milhões. Esta etapa inicial faz parte de um projeto maior de duplicação dos quase 300 quilômetros (264,9 km) entre São Caetano e o município sertanejo de Serra Talhada.

A previsão foi dada pelo secretário de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco, André Teixeira Filho, que também informou que os recursos para as obras do primeiro trecho da duplicação serão todos do governo de Pernambuco. O restante da obra, entretanto, tem recursos garantidos pelo Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do governo federal.

Ainda em novembro de 2024, foram publicados os editais de licitação para os projetos de duplicação e restauração no trecho entre São Caetano e Serra Talhada, totalizando os 264,9 quilômetros.

“Há 15 dias nós encaminhamos para o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) o projeto executivo da duplicação do primeiro trecho, entre São Caetano a Belo Jardim, que foi o primeiro a ficar pronto e, por isso, começaremos por ele. Acreditamos que, no máximo, em 20 dias, todas as correções necessárias será apontadas e realizadas, permitindo que possamos colocar o edital de licitação na rua”, afirmou o secretário.

Segundo André Teixeira Filho, praticamente não há desapropriações no trecho, o que permitirá uma execução rápida da obra. O secretário também explicou que o restante da duplicação será iniciado à medida que os projetos executivos forem sendo concluídos.

“Nós temos dois consórcios contratados para todo o trecho da duplicação, divididos de São Caetano até Arcoverde e outro de Arcoverde até Serra Talhada. O prazo para conclusão dos projetos executivos é outubro de 2026, mas estamos tentando antecipar esse cronograma e ir lançando os editais quando os projetos ficarem prontos. Queremos obras no segundo semestre do ano”, explicou.

Fonte: JC

Guerra entre Israel, EUA e Irã chega ao terceiro dia e se espalha pelo Oriente Médio

A guerra no Oriente Médio chegou ao terceiro dia nesta segunda-feira, 2, com novos bombardeios trocados entre Israel e Irã e a expansão de novos focos de conflito na região.

Durante a madrugada, o Hezbollah, milícia xiita aliada ao Irã, lançou ataques contra o norte de Israel como retaliação à morte do aiatolá Ali Khamenei no sábado. O Exército israelense respondeu com bombardeios contra o grupo no sul do Líbano e nos arredores de Beirute. Ao menos 31 pessoas morreram e 149 ficaram feridas, segundo o governo libanês.

O Irã, então, respondeu com novos ataques contra cidades israelense. Segundo o governo iraniano, foram lançados mísseis contra Haifa e Tel-Aviv e Jerusalém, onde fica o gabinete do premiê Binyamin Netanyahu.

Em uma entrevista coletiva, o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, afirmou que a operação contra o Irã está em seus estágios iniciais e que mais forças americanas continuam a chegar ao Oriente Médio, sugerindo uma campanha prolongada. “Este trabalho está apenas começando e continuará”, disse ele.

Drones atacam o Golfo

Drones iranianos também atacaram petroleiros no Golfo Pérsico, além de alvos nas águas territoriais de Omã. O Irã também lançou drones contra alvos industriais no Catar. Foram registrados ainda ataques na Arábia Saudita. Além disso, os Emirados Árabes disseram ter interceptado um ataque iraniano.

O governo britânico diz ter impedido um ataque com drones contra sua base aérea no Chipre, que tem auxiliado o esforço de defesa antiaérea israelense.

Em meio ao caos, os militares dos EUA afirmaram que o Kuwait “abateou por engano” três caças F-15E Strike Eagle americanos durante uma missão de combate.

Novos ataques ao Irã

Pela manhã, Israel lançou também novos ataques contra a capital iraniana, Teerã.

Pelo menos 555 pessoas foram mortas no Irã até o momento pela campanha conjunta EUA-Israel, segundo a Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano, e mais de 130 cidades em todo o país foram atacadas. Em Israel, 11 pessoas foram mortas.

Fonte: Estadão

Ciclone marcado por chuva intensa pode atingir 15 estados do Brasil

Ao menos 15 estados brasileiros estão em alerta por conta da chegada de um ciclone marcado por chuva intensa. Há risco de corte de energia, queda de árvores e alagamentos nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do país. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja que começa a valer para todo o domingo (1º).

Segundo o Inmet, há previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 milímetros por dia, além de ventos intensos de até 100 km/h. Há risco para alagamentos.

O alerta do Inmet vale para parte de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Pará, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Assim como para toda a Bahia, Tocantins, Piauí e Maranhão.

De acordo com o Metsul Meteorologia, a chuva intensa nessas regiões é causada por conta da formação
de um ciclone.

Minas Gerais já sofre com chuva forte há dias

Minas Gerais está sob fortes chuvas há dias. Conforme o g1, há 69 mortos, sendo 63 em Juiz de Fora e seis em Ubá. Cada uma das cidades também tem dois desaparecidos.

De acordo com o g1, os bombeiros mineiros apontam para 58 mortes porque a corporação conta apenas os corpos já resgatados. Já o número da Polícia Civil é superior, chegando a 63, são contabilizadas as vítimas resgatadas pelos bombeiros, as que foram resgatadas por outras pessoas e as que faleceram após o salvamento.

Fonte: NSC Total

Empresas querem mudar PEC 6×1 para permitir escalas e limites de trabalho por setor e região

Pelo menos 60 entidades empresariais de indústria, comércio, transporte, agropecuária e serviços vão defender que a discussão da jornada de trabalho tenha como foco medidas para preservar os empregos formais, aumentar a produtividade e privilegiar a negociação coletiva.

O grupo também propõe a adoção de regras para permitir ajustar escalas, turnos e limites de trabalho de forma adaptada ao contexto de cada setor e região do país.

“Colocar esses pontos no centro do diálogo é assegurar que ele caminhe na direção correta”, diz o manifesto, assinado pelas confederações nacionais da agropecuária (CNA), da indústria (CNI), dos transportes (CNT) e do comércio e serviços (CNC), além de federações regionais como Fiesp e Fercomércio-SP e associações de segmentos específicos da economia.

O grupo também pede que a votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da redução da jornada 6×1 ocorra apenas depois das eleições. “Considera-se recomendável que o aprofundamento desta pauta ocorra fora do ambiente de disputas eleitorais, em momento mais propício à construção de consensos duradouros”, afirma o texto.

O documento, obtido pela Folha, será entregue aos presidentes de frentes parlamentares como a da agropecuária, do empreendedorismo e do livre mercado, em reunião na terça-feira (3) em Brasília. Em seguida, eles irão se encontrar com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para levar esse manifesto e demonstrar a preocupação com o tema.

Os representantes das entidades empresariais ainda tentam agenda com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que deu tração ao debate ao enviar para a Comissão de Constituição e Justiça a PEC de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que reduz a jornada de 44 horas para 36 horas semanais, com quatro dias de trabalho e três de descanso (a jornada 4×3).

O movimento foi preparado em reuniões ao longo das últimas semanas, após Motta indicar que a PEC seria uma prioridade do ano –ele tem defendido que a votação ocorra já em maio. O corpo técnico dessas entidades vai discutir agora medidas legislativas para serem sugeridas ao Congresso como forma de garantir que os pontos defendidos pelo setor produtivo sejam incorporados, caso a votação avance.

O debate deve focar, na visão dos empresários, em quatro pontos: preservação dos empregos formais e mitigação dos incentivos à informalidade (que atinge cerca de 40% da população economicamente ativa no Brasil); medidas concretas para aumentar a produtividade, como qualificação e difusão tecnológica; discussão técnica sobre os impactos e alternativas, em busca do consenso entre trabalhadores, empregadores e poder público; e diferenciação por setor, com uso de negociação coletiva.

Segundo os empresários, as diferenças no mercado de trabalho exigem que sejam possíveis ajustes na jornada por setor ou atividade, permitindo adaptar escalas, turnos e limites de trabalho ao contexto de cada setor e região.

O manifesto não cita diretamente a PEC ou a redução de jornada defendida pelo governo, com a proibição da escala 6×1 (de seis dias de trabalho para um de folga). O documento afirma que a “modernização da jornada de trabalho” é um debate “legítimo e relevante para o bem-estar dos trabalhadores e para a dinâmica econômica do país”, com o objetivo social de melhorar a saúde e qualidade de vida.

Mas ressalta que, para atingir esses objetivos, “é necessário colocar também como aspecto central os impactos em competitividade, produtividade e a precarização dos empregos”, e destaca três problemas da economia brasileira como entraves: o alto grau de informalidade, a falta de qualificação profissional adequada e a atual dificuldade para preencher vagas e reter trabalhadores.

“Modernizar a jornada não significa escolher entre qualidade de vida e atividade econômica. Significa construir um caminho em que o trabalhador possa viver melhor sem que o emprego formal se torne mais escasso ou mais instável. Para isso, é necessário reconhecer que a forma como a mudança é implementada importa tanto quanto o objetivo que se busca alcançar”, afirma o manifesto.

Os empresários defendem que, se for mal feita ou abrupta, a mudança na jornada de trabalho pode provocar aumento da informalidade no mercado de trabalho e aumento dos preços de produtos e serviços como alimentação, medicamentos e transporte devido à alta dos custos para as empresas.

Apesar de o relator da PEC na Comissão de Constituição e Justiça, deputado Paulo Azi (União Brasil-BA), cobrar do governo uma forma de compensação às empresas pelo aumento dos custos com contratação de funcionários, o documento não faz nenhum pedido deste tipo. Como mostrou a Folha, as empresas preferem tratar a desoneração da folha de salários de forma separada, sem misturar os debates.

Fonte: Folha de S. Paulo

Ali Khamenei, líder supremo do Irã, é morto em ação dos EUA e Israel, diz Trump

Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morreu em um bombardeio durante ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel neste sábado (28), segundo o presidente Donald Trump. O aiatolá comandou o país por quase quatro décadas.

Em uma rede social, Trump afirmou que Khamenei não conseguiu escapar dos sistemas de inteligência e rastreamento dos Estados Unidos, em parceria com Israel. Segundo ele, “não havia nada” que o líder supremo pudesse fazer.

“Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu Trump.

Até a última atualização desta reportagem, o governo do Irã não havia confirmado a morte. Um porta-voz disse à rede americana ABC News que o aiatolá está “bem e seguro”.

Na Truth Social, Trump afirmou que os bombardeios contra o Irã vão continuar para alcançar “paz no Oriente Médio e no mundo”. Ele disse esperar que integrantes da Guarda Revolucionária e das forças de segurança se unam à população para “devolver grandeza” ao país.

“Este é o maior momento para o povo iraniano retomar o próprio país. Estamos ouvindo que muitos integrantes da Guarda Revolucionária (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e polícia já não querem lutar e estão buscando imunidade de nossa parte”, afirmou.

Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou haver indícios de que Khamenei estava morto. Segundo ele, forças israelenses destruíram um complexo usado pelo líder supremo.

Fonte: G1