Dez cidades mais violentas do Brasil ficam no Nordeste

As dez cidades mais violentas de todo o Brasil, com mais de 100 mil habitantes, estão localizadas na região Nordeste do país. O dado faz parte do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) na manhã desta quinta-feira (23), com base em estatísticas de 2025.

Embora o Brasil tenha registrado uma queda nacional de 8,2% nas mortes violentas, há uma concentração de violência na região. Enquanto a taxa no país ficou em 19,1 morte por 100 mil habitantes, a média do Nordeste atingiu 31,6, a maior do país.

A Bahia é o estado que mais conta com municípios no ranking, sendo protagonista em metade do levantamento. O Ceará tem três, enquanto Pernambuco e Paraíba apresentam uma cidade cada.

A cidade de Maranguape, no Ceará, está no topo da lista, com uma taxa de 100,3 mortes por 100 mil habitantes, índice mais de cinco vezes superior à média brasileira. Veja abaixo ranking:

1 – Maranguape (CE)

2 – Eunápolis (BA)

3 – Maracanaú (CE)

4 – Porto Seguro (BA)

5 – Simões Filho (BA)

6 – Jequié (BA)

7 – Caucaia (CE)

8 – Cabo de Santo Agostinho (PE)

9 – Santa Rita (PB)

10 – Juazeiro (BA)

Fonte: CNN

Mortes violentas caem 8,2% no Brasil em 2025; sete estados registram alta

As mortes violentas intencionais caíram 8,2% no Brasil em 2025 em relação ao ano anterior. Em contrapartida, sete estados registraram alta no quesito. Os dados são do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) na manhã desta quinta-feira (23).

Durante o ano de 2025, o Brasil registrou 40.775 mortes violentas intencionais. Na categoria estão englobadas vítimas de homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais em serviço e fora. Os números revelam uma taxa de 19,1 mortes por 100 mil habitantes.

Além da queda em relação ao ano de 2024, há também uma redução de 31,0% em comparação com 2012, primeiro ano da série histórica publicada pelo FBSP.

Mesmo com a redução das mortes violentas intencionais, sete unidades da federação registraram aumento na categoria. Elas são: Rio Grande do Norte, Rondônia, Acre, Roraima, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

Categorias das mortes violentas intencionais

Ao analisarmos os dados por cada tipo criminal, é possível observar que, em 2025, houve 32.914 casos de homicídios dolosos, com uma taxa nacional de 15,4 e uma variação de menos 10% em relação aos números de 2024.

Com isso, o Brasil antecipou em dois anos o cumprimento da meta nacional de redução dos homicídios prevista na Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social para 2027.

Na categoria dos homicídios dolosos estão inseridos os feminicídios. Em 2025, foram registradas 1.571 vítimas. Isso significa uma taxa de 1,4 casos por 100 mil mulheres. Os casos cresceram 4% em relação ao ano anterior.

Algumas subcategorias também apresentaram queda entre os dois últimos anos analisados. Em 2025, foram 807 vítimas de latrocínio, com taxa de 0,4 por 100 mil habitantes, com redução de 17% em relação a 2024. Já os casos de lesão corporal seguida de morte tiveram, em 2025, 659 vítimas, com uma taxa de 0,3 por 100 mil e uma variação de menos 15,2% dos casos em comparação aos dados de 2024.

O fenômeno de redução aparece também nos casos de policiais civis e militares mortos em serviço ou fora de trabalho. No ano passado, foram registradas 139 mortes. Os números apontam para uma taxa de 0,27 casos para cada mil policiais da ativa. Isso implicou em uma variação de -3,5% em relação aos casos de 2024.

Por outro lado, em 2025, os casos de mortes em decorrência de intervenção policial em serviço ou fora totalizaram 6.602 registros. Os registros indicam um aumento de 5,4% em relação ao ano anterior.

As MDIP (mortes em decorrência de intervenção policial) representaram, em 2025, 16,2% de todas as mortes violentas intencionais. Ou seja, cada seis MVI no Brasil foram de autoria de policiais civis e militares.

Fonte: CNN

Entenda a dispensa de entrevista para inscrição no Cadastro Único

O governo mudou regra em relação ao Cadastro Único (CadÚnico) para famílias de uma só pessoa, as chamadas famílias unipessoais. Agora, não é obrigatória a realização de entrevista domiciliar para validar as inscrições desse perfil familiar.

Dessa forma, a ausência de entrevista domiciliar não poderá impedir a inscrição, atualização cadastral, ou manutenção de benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou Bolsa Família para as famílias unipessoais.

As novas regras, publicadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), serão válidas até julho de 2027. Depois desse período, a entrevista domiciliar passará a ser obrigatória, ressalvadas eventuais exceções regulamentadas pelo MDS.

De acordo com o ministério, as entrevistas continuam obrigatórias para ingresso no programa Bolsa Família e para famílias em averiguação cadastral. Ou seja, famílias cujo cadastro apresenta indícios de irregularidade.

CadÚnico

Criado para integrar, catalogar e selecionar famílias brasileiras em situação de pobreza ou pobreza extrema, o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) foi instituído em 2001, e é a porta de entrada para todos os benefícios sociais públicos disponíveis no Brasil.

O CadÚnico também é importante para programas estaduais e municipais, que podem exigir a documentação para benefícios de programas locais. Pessoas que foram vítimas de desastres naturais, como enchentes e rompimento de barragens, também devem fazer o cadastro para ter acesso a fundos de emergência para a população.

Fonte: Agência Brasil

Convenções começam com indefinições sobre vice, palanques e alianças na disputa presidencial

As convenções partidárias começam nesta segunda-feira, 20, com decisões centrais da disputa presidencial ainda em aberto. Temas que tradicionalmente chegam definidos a esse momento da eleição, como a escolha dos vices, a montagem de palanques estaduais e a composição das principais alianças políticas, seguem em negociação entre os presidenciáveis. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) concentra algumas das principais indefinições, mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e outros candidatos também chegam ao período com impasses que deverão ser resolvidos até 5 de agosto.

Embora costumem apenas formalizar acordos já fechados nos bastidores, as convenções deste ano começam com decisões centrais ainda em aberto e deverão funcionar também como uma etapa decisiva de negociação. Entre 20 de julho e 5 de agosto, partidos e federações oficializam seus candidatos e definem as alianças para a eleição de outubro. As federações reúnem duas ou mais siglas, que passam a atuar como uma única legenda por pelo menos quatro anos.

A convenção de Flávio está marcada para 25 de julho, em São Paulo. O senador chega à etapa com impasses em diferentes frentes, entre elas a escolha do nome que ocupará a vice em sua chapa. Como mostrou o Estadão, há consenso na pré-campanha sobre a necessidade de escolher uma mulher para o posto. A preferência já havia sido manifestada pelo próprio Flávio como forma de reduzir a rejeição entre o eleitorado feminino, mas ganhou peso após a crise com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que publicou um vídeo com críticas ao senador e aos demais enteados.

O consenso, porém, não se estende ao perfil da escolhida. De um lado, estão nomes mais identificados com o núcleo ideológico do bolsonarismo, como Bia Kicis (PL-DF) e Júlia Zanatta (PL-SC). De outro, opções vistas como mais técnicas e moderadas, caso da ex-presidente da Caixa Daniella Marques (Republicanos) e da senadora Tereza Cristina (PP-MS). Na quinta-feira passada, 16, Flávio reiterou a preferência por uma mulher e citou Daniella, além das deputadas do PP Simone Marchetto (SP) e Clarissa Tércio (PE).

A decisão esbarra ainda na construção de alianças com outras legendas. No caso do PP, uma eventual aproximação depende de recompor a relação entre Flávio e o senador Ciro Nogueira (PI), presidente da sigla e dirigente da federação União-PP. Os dois se afastaram após os desdobramentos do caso Banco Master.

O Republicanos também condiciona uma possível adesão a acordos estaduais ainda pendentes. Em troca do apoio a Flávio na disputa presidencial, a legenda busca o respaldo do PL a candidaturas aos governos e ao Senado em diferentes Estados. Neste momento, porém, integrantes do partido ouvidos pelo Estadão apontam tendência de neutralidade na corrida ao Planalto.

As negociações entre as duas siglas envolvem palanques considerados estratégicos, entre eles o de Minas Gerais, Estado historicamente decisivo nas eleições presidenciais. A pré-campanha de Flávio ainda não definiu seu arranjo no Estado e trabalha com dois caminhos. Um deles é uma aliança com o senador Cleitinho (Republicanos-MG), que poderia disputar o governo e oferecer palanque ao presidenciável. O outro é lançar uma candidatura própria, com nomes como o empresário Flávio Roscoe, ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, e o ex-prefeito de Betim Vittorio Medioli.

O palanque no Rio de Janeiro, berço político da família Bolsonaro, também segue incompleto. Embora o senador Carlos Portinho (PL-RJ) já tenha sido anunciado para disputar o Senado, o partido aguarda uma decisão da federação União Progressista sobre a manutenção do ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União Brasil) como segundo nome da chapa, após ele ser alvo de uma operação da Polícia Federal.

Integrantes do PL apontam que algumas decisões da pré-campanha avançaram mais lentamente do que na campanha de Jair Bolsonaro em 2022. A essa altura da disputa, o então presidente já havia anunciado o general Walter Braga Netto como vice na chapa, encaminhado alguns dos principais palanques estaduais e contava com o apoio de Republicanos, União Brasil e PP.

A pré-campanha de Lula também chega às convenções com definições ainda pendentes, embora o quadro em Minas Gerais esteja praticamente encaminhado. Após idas e vindas sobre o nome do PT para o governo estadual, o deputado federal Patrus Ananias aceitou disputar o Palácio Tiradentes, com anúncio nesta segunda-feira.

A chapa, porém, não está fechada. O PT busca agora os aliados para definir um vice no Estado. A preferência é por oferecê-lo ao PSB. A composição para o Senado também não está fechada. A ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT-MG) deverá concorrer a uma das duas vagas, enquanto a segunda pode tanto ficar também com o PSB ou eventualmente ser oferecida à ex-deputada federal Áurea Carolina (PSOL) se alguma negociação com a federação PSOL/Rede evoluir.

Em Goiás, o PT decidiu manter a pré-candidatura do ex-deputado Luís César Bueno ao governo estadual após a recusa da deputada federal Adriana Accorsi (PT-GO). A orientação, porém, é aguardar a ratificação do comando nacional e do presidente da legenda, Edinho Silva. A convenção estadual está marcada para 4 de agosto, em Goiânia.

Entre os demais presidenciáveis, Ronaldo Caiado será oficializado pelo PSD em convenção nacional marcada para 26 de julho, em São Paulo. Gilberto Kassab, presidente da legenda, será confirmado como vice na chapa. O principal tema do encontro, porém, será a independência dos diretórios estaduais para definir seus próprios palanques na disputa presidencial.

A medida permitirá que os diretórios estaduais apoiem candidatos diferentes de Caiado, conforme as alianças e os interesses locais. A decisão busca acomodar as diferenças internas de um partido que mantém articulações distintas nos Estados, apesar da candidatura própria ao Palácio do Planalto. Lula, por exemplo, deverá contar com palanques do PSD no Rio de Janeiro, Amazonas, Mato Grosso e Sergipe.

No dia seguinte, em 27 de julho, o Novo realizará sua convenção nacional em Brasília para oficializar a candidatura do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema à Presidência. Como mostrou o Estadão, a escolha do vice, porém, deverá ficar para depois. A tendência é que a decisão seja delegada à Executiva Nacional, numa tentativa de ganhar tempo e manter espaço para uma eventual composição com partidos que hoje permanecem neutros ou apoiam Flávio.

Aliados de Zema avaliam que novos desgastes envolvendo o senador ainda podem alterar o quadro político e abrir espaço para negociações com legendas atualmente alinhadas à candidatura do PL.

Ao fim das convenções, partidos e federações precisam registrar em ata as decisões tomadas, incluindo os candidatos escolhidos, o local, a data e o horário da reunião e quem conduziu os trabalhos. O documento é obrigatório para o pedido de registro das candidaturas na Justiça Eleitoral, cujo prazo termina em 15 de agosto. A campanha começa formalmente no dia seguinte.

Fonte: Estadão

Justiça nega pedido do MP para suspender posts de Virginia e Blaze

A 7ª Vara Cível de Brasília negou pedido do Ministério Público contra a empresa Blaze e a influenciadora Virginia Fonseca. O Ministério Público questiona a legalidade de campanhas publicitárias de apostas, ao alegar a existência de propaganda enganosa e práticas abusivas que ferem os direitos do consumidor. No entanto, a juíza indeferiu o pedido de liminar para a suspensão imediata das campanhas, remoção dos conteúdos digitais e suspensão de contratos.

A juíza Luciana Correa Sette Torres de Oliveira argumentou que não há urgência comprovada que justifique uma intervenção antes da defesa das partes.

O texto agora servirá como um mandado de citação, convocando Blaze e Virginia a apresentarem suas justificativas dentro do processo legal. A magistrada ressaltou a necessidade de aprofundamento probatório sobre os contratos e as estratégias comerciais adotadas pelas acusadas.

Como revelou a coluna Grande Angular, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) entrou com a ação para pedir a interrupção imediata de campanhas publicitárias, a remoção de conteúdos digitais e a suspensão de modelos de remuneração que estariam vinculados ao desempenho econômico das apostas feitas pelos consumidores.

O MPDFT baseou o pedido em um inquérito civil que analisou e-mails promocionais e postagens de influenciadores contratados pela plataforma.

A juíza reconheceu que há plausibilidade nas alegações, apontando uma possível incompatibilidade das práticas com as normas de transparência e informação do Código de Defesa do Consumidor. Entretanto, a magistrada decidiu que não ficou demonstrado o perigo de dano iminente que justificasse uma decisão liminar sem ouvir a defesa das partes.

Atividade publicitária

Segundo o texto da decisão, por se tratar de uma atividade publicitária contínua e estrutural do mercado de apostas, a simples manutenção das campanhas não configura uma situação de urgência excepcional.

A juíza destacou ainda que uma intervenção imediata afetaria contratos privados e estratégias comerciais de uma empresa autorizada pelo Poder Público, recomendando cautela até que os contratos entre a Blaze e os influenciadores sejam integralmente analisados.

Com o indeferimento da liminar, a empresa Blaze e Virginia Fonseca serão citadas para apresentarem suas defesas no prazo legal. O mérito da ação, que tem alcance nacional, continuará sendo discutido durante a instrução do processo.

Fonte: Metrópoles

Após acordo, Senado aprova MP do frete sem o piso salarial de R$ 5 mil

O Senado aprovou nesta terça-feira (14) a medida provisória que altera as regras do piso mínimo do frete rodoviário, mas sem o piso salarial de R$ 5 mil mensais para os caminhoneiros.

A medida provisória (MP 1.343/2026) passou por uma série de mudanças e, por isso, foi transformada em um projeto de lei de conversão: o PLV 6/2026. O texto segue para a sanção da Presidência da República.

O valor do piso não estava no texto enviado pelo governo. A previsão de um piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros de longa distância foi incluída pela comissão mista (de senadores e deputados federais) que analisou a matéria — e foi mantida na votação na Câmara dos Deputados.

Mas, no Senado, o dispositivo foi retirado por ser considerado um tema estranho ao conteúdo original da medida provisória. O pedido de exclusão foi apresentado pelos senadores Jaime Bagattoli (PL-RO) e Tereza Cristina (PP-MS), e foi acatado pelo relator da MP, senador Styvenson Valentim (Podemos-RN).

A exclusão foi tratada como supressão, e não como alteração do texto, para evitar o retorno da proposta à Câmara.

Ao anunciar o acordo para a votação da proposta, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que reuniu governo, parlamentares e representantes dos setores envolvidos para buscar um consenso. Segundo ele, o texto aprovado pela Câmara gerava divergências e precisava ser discutido antes de ir à votação no Plenário do Senado.

— O debate é a essência do Parlamento. Se havia divergências sobre o texto, era preciso ouvir todos os envolvidos. Demos uma contribuição para o Brasil, mas é rápido esquecer isso quando se quer arrumar um culpado. O difícil é sentar por dez horas, governo, oposição e relator, para construir um acordo. Era mais fácil dizer que não ia pautar. (…) Nós nos debruçamos sobre o processo, entramos para dentro do problema e demos a solução — afirmou Davi.

Tereza Cristina disse que o dispositivo precisava ser retirado por tratar de tema alheio à medida provisória e que, por isso, poderia ser considerado inconstitucional. Segundo ela, a questão havia sido discutida entre o governo e representantes dos caminhoneiros e transportadores.

Jaime Bagattoli afirmou que a manutenção do piso poderia prejudicar milhares de pequenos empresários do transporte rodoviário. Assim como Tereza Cristina, ele disse que a preocupação foi discutida com representantes dos caminhoneiros, que, segundo ele, concordaram com a retirada do dispositivo.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), e a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), afirmaram que as negociações buscaram preservar os pontos considerados essenciais da proposta e evitar que a medida provisória perdesse a validade. A aprovação da matéria ocorreu dois dias antes do fim do prazo para a sua aprovação (embora esteja em vigor desde março, a MP dependia da aprovação do Congresso para se tornar lei em definitivo).

— A negociação é um instrumento de conversa, de busca de alternativas. Pode não agradar a um aqui, a outro ali ou a outro acolá, mas temos de ter capacidade de escolher o que é essencial — disse Teresa Leitão ao destacar a construção de um acordo entre os senadores.

O parecer de Styvenson Valentim trouxe ainda ajustes de redação. Além disso, a redação final prevê que acordos e convenções coletivas de trabalho instituirão o piso salarial aplicável aos motoristas profissionais de longa distância.

Fonte: Agência Senado

Senado aprova aposentadoria especial para agentes de saúde

O Senado aprovou nesta terça-feira (14) em dois turnos a PEC (proposta de emenda à Constituição) que garante a aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde. O texto preocupa o governo por ser uma pauta que pode ter impacto de R$ 28 bilhões aos cofres públicos.

A proposta, que agora vai à promulgação do Congresso Nacional, determina regras de transição para a aposentadoria de duas categorias: agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. O texto também estabelece a forma de contratação desses agentes, financiamento pela União e amplia as regras aos agentes indígenas de saneamento e agentes indígenas de saúde.

Com essa nova regra, esses agentes terão direito à aposentadoria com idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, desde que comprovem 25 anos de contribuição e de efetivo exercício.

A proposta também garante que sejam contados para a aposentadoria os períodos de afastamento para ocupar cargos de representação sindical.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) já havia sinalizado o avanço da PEC, depois de resistir inicialmente a pautar a matéria. Em plenário, o senador declarou que não pode ser “o único vilão” do país por frear a tramitação de propostas que impactam os cofres públicos.

A proposta cria um benefício extraordinário que será pago pela União. O benefício tem como objetivo complementar os valores pagos pelo regime geral.

Um dos pontos importantes do texto é a paridade. A PEC determina que o aposentado receba os mesmos reajustes e aumentos salariais dos servidores que estão na ativa.

O governo vê com preocupação a votação do texto no atual contexto. O Palácio do Planalto entende que a aprovação da PEC nos moldes atuais pode comprometer o orçamento dos anos seguintes, o que teria um impacto nos programas sociais federais.

Nas discussões, o Planalto chamou a proposta de “pauta-bomba” por entender que a proposta prejudicava o orçamento da União em um momento em que a oposição cobra ajuste fiscal ao governo.

A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), defendeu a proposta ao final dos debates no plenário e disse que o Planalto sempre pretende valorizar os trabalhadores. No entanto, deixou claro que é preciso ter responsabilidade fiscal e liberou o voto da bancada do governo.

“Temos que garantir que o que é aprovado em lei se tornará realidade. Todos sabem a pressão que o governo recebe dos estados e municípios. Isso não tira o mérito da proposta. O governo entende que a valorização dos profissionais deve caminhar junto com a preservação do equilíbrio das contas públicas e a prestação desses serviços”, disse.

Fonte: CNN

Dino manda Polícia Federal ampliar investigações sobre orçamento secreto

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que a PF (Polícia Federal) amplie as investigações sobre a execução de emendas parlamentares após o surgimento de novos indícios de irregularidades no repasse dos recursos.

A decisão foi tomada após a Corte receber relatórios de auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União) que apontam indícios de direcionamento de licitações, sobrepreço, superfaturamento e falhas de transparência na aplicação dos recursos públicos.

A pedido do STF, a CGU avaliou a execução das chamadas emendas Pix entre 2020 e 2024. A auditoria analisou uma amostra de 15 municípios distribuídos pelas cinco regiões do país e concluiu que nove dos 14 entes que efetivamente executaram os recursos apresentaram algum tipo de irregularidade na contratação de bens e serviços.

Segundo a Controladoria, os casos mais graves envolvem “indícios de direcionamento da contratação, sobrepreço e superfaturamento”. O relatório também aponta que 12 dos 15 municípios auditados apresentaram nível inadequado de transparência ativa e rastreabilidade na aplicação das emendas, além de falhas no acompanhamento da execução dos recursos.

Outro relatório encaminhado ao STF trata da aplicação de emendas destinadas à saúde. Elaborado pelo Denasus (Departamento Nacional de Auditoria do SUS), o documento analisou R$ 53,3 milhões destinados a 48 municípios de 23 unidades da federação para custeio da atenção primária, média e alta complexidade, aquisição de equipamentos e reformas de unidades básicas de saúde.

A auditoria concluiu que, embora parte significativa dos recursos tenha sido executada, permanecem fragilidades nos mecanismos de planejamento, gestão, monitoramento e prestação de contas. Entre os principais problemas identificados estão deficiência na rastreabilidade da execução financeira, controles administrativos insuficientes, ausência de monitoramento sistemático e falhas na documentação das despesas.

O relatório também aponta situações que resultaram em propostas de devolução de recursos por dano ao erário ou aplicação em desacordo com a finalidade legal das transferências.

Na decisão, o ministro voltou a criticar práticas relacionadas à destinação das verbas parlamentares. Dino afirmou ser “totalmente anômalo que ex-parlamentares mantenham cotas orçamentárias informais e, diretamente, transmitam ordens para funcionários da Casa Parlamentar” e reiterou que as emendas parlamentares “não são parcelas do patrimônio privado de cada membro do Congresso”.

Na última semana, o ministro determinou o bloqueio de bens de investigados em um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares, contrariando parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República). A medida atingiu, em especial, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, e Eduardo Cunha (Republicanos-MG), cujos patrimônios foram parcialmente congelados.

A decisão ocorre no âmbito da Operação Transparência, que investiga o suposto desvio de emendas parlamentares conduzido por pessoas sem mandato, com o uso da estrutura administrativa da Câmara dos Deputados para realizar a destinação irregular de recursos em nome de deputados.

Segundo o ministro, o papel desempenhado pelo STF no processo não representa falhas sobre decisões políticas do Congresso ou do Executivo, mas se limita à fiscalização da constitucionalidade e da legalidade da execução das emendas.

A decisão integra o acompanhamento feito pelo Supremo do plano de trabalho firmado entre os Poderes para melhorar o controle sobre as emendas parlamentares após as mudanças determinadas pela Corte no modelo de execução desses recursos.

Fonte: CNN

Após ameaça de greve dos caminhoneiros, governo promete aprovar MP do Frete

O governo federal está prometendo a aprovação da MP (medida provisória) do Frete em meio a uma nova ameaça de paralisação dos caminhoneiros autônomos nesta semana.

A MP caduca na próxima quinta (16), o que motivou nova pressão por parte da classe na semana passada. A medida foi assinada pelo presidente Lula (PT) em março para tentar conter outra ameaça de greve por parte dos caminhoneiros independentes, insatisfeitos com a alta do diesel por causa da guerra no Oriente Médio.

Como barganha, o governo tem prometido a aprovação. A Secretaria-Geral da Presidência tem conversado com representantes da categoria desde então e diz ter passado a garantia de que a proposta passará no Senado, onde Lula tem enfrentado certa dificuldade.

As lideranças do governo e da oposição se reúnem nesta tarde. Os senadores Randolfe Rodrigues (PT-AP), Teresa Leitão (PT-PE) e Tereza Cristina (PP-MS) tentarão achar uma espécie de esforço conjunto para tentar virar a MP, de interesse de ambos. Sem maioria no Legislativo, o governo precisa do apoio do centrão e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para aprovar medidas.

Entre Copa do Mundo e prévia de recesso, as coisas andam paradas no Congresso. Em falas públicas, Alcolumbre também não tem mostrado muita animação quanto a aprovar projetos do Executivo. Ele e Lula estão sem relações próximas desde a rejeição de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Fonte: UOL

Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 40% e Flávio Bolsonaro, 34%, no 1º turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança na corrida presidencial no primeiro turno da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira, 13.

No principal cenário estimulado, Lula aparece com 40% das intenções de voto, contra 34% de Flávio Bolsonaro (PL), uma vantagem de seis pontos percentuais.

Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, Renan Santos (Missão), com 4%, e Romeu Zema (Novo), também com 4%. Joaquim Barbosa e Augusto Cury registram 2% cada, Aécio Neves tem 1% e Cabo Daciolo não pontuou.

Os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato somam 6%, enquanto 3% disseram não saber ou preferiram não responder.

Em relação ao levantamento anterior, divulgado em 29 de junho, Lula oscilou de 42% para 40%, enquanto Flávio Bolsonaro permaneceu estável em 34%. Ronaldo Caiado manteve 5%, Renan Santos permaneceu com 4% e Romeu Zema avançou de 3% para 4%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

A estabilidade também aparece na série de pesquisas realizadas pelo instituto desde março. Lula segue numericamente à frente em todas as rodadas, enquanto Flávio Bolsonaro permanece como principal adversário.

Recortes demográficos mantêm polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro

Entre as mulheres, Lula lidera com 45% das intenções de voto, contra 30% de Flávio Bolsonaro. Entre os homens, o cenário se inverte: o senador do PL aparece com 38%, enquanto o presidente registra 34%.

Por faixa etária, Flávio Bolsonaro lidera entre os eleitores de 16 a 24 anos, com 36% contra 31% de Lula, e empata numericamente com o presidente entre aqueles de 25 a 40 anos, ambos com 36%. Lula abre vantagem entre os eleitores de 41 a 59 anos, por 42% a 34%, e entre os que têm 60 anos ou mais, por 47% a 28%.

No recorte por escolaridade, Lula registra seu melhor desempenho entre os entrevistados com ensino fundamental, com 47%, contra 30% de Flávio Bolsonaro. O senador lidera entre os eleitores com ensino médio, por 40% a 33%, enquanto Lula mantém vantagem entre aqueles com ensino superior, por 39% a 28%.

Entre os segmentos religiosos, Lula lidera entre os católicos, por 43% a 30%, e entre os entrevistados sem religião, por 49% a 23%. Flávio Bolsonaro tem vantagem entre os evangélicos, onde registra 45%, contra 29% do presidente.

Regionalmente, Lula mantém ampla liderança no Nordeste, com 54% das intenções de voto, contra 25% de Flávio Bolsonaro. O senador lidera no Sul, por 47% a 26%, e também no Norte/Centro-Oeste, por 37% a 32%. No Sudeste, Lula aparece com 38%, contra 33% do adversário.

Fonte: Exame

Novas regras proíbem publicidade de bets com promessa de ganho fácil

Foram publicadas nessa sexta-feira (10) as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.

Alertas obrigatórios

Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:

 – “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;

– “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;

– “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.

Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.

O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.

Novas restrições

Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets.

Entre as principais vedações estão:

– apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;

– sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;

– criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;

–  divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;

– induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;

– utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;

– direcionar publicidade a crianças e adolescentes.

Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.

Comentaristas proibidos

As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.

A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.

A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.

Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias. Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.

Empresas ilegais

O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.

Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.

A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.

Penalidades

O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.

Fonte:  Agência Brasil

Vini Jr se pronuncia cinco dias após eliminação do Brasil na Copa

O atacante do Real Madrid e da Seleção Brasileira Vinicius Júnior fez um forte desabafo, nesta sexta-feira (10), sobre sua participação e da equipe do Brasil na Copa do Mundo de 2026, após a derrota para a Noruega, que levou à eliminação dos brasileiros do Mundial.

Em uma publicação em seu Instagram, Vini Jr pediu desculpas pela eliminação e disse que continuará lutando pelo sonho de “voltar ao topo do mundo”. O craque descreveu a dificuldade em encontrar palavras para expressar a frustração sentida pela derrota e destacou o seu preparo e força do grupo em busca do hexacampeonato.

“Sei o quanto me preparei, o quanto me concentrei, o quanto queria isso por vocês, pela minha família. A sensação de frustração é absurda. Tínhamos um grupo forte o suficiente para fazer mais e não conseguimos”, publicou.

No texto, o camisa 7 pontuou que o pronunciamento era voltado a todas as pessoas que o apoiaram durante a competição e que vestir a camisa da Seleção é o maior orgulho de sua vida, mas que a eliminação nas oitavas é “um sentimento difícil de explicar”.

Próxima Copa

Vini Jr tem 25 anos e, se mantiver o ritmo atual, tem grandes chances de estar entre os convocados na Copa de 2030, sediada por Espanha, Portugal e Marrocos, além de Argentina, Uruguai e Paraguai, que receberão os jogos de abertura em comemoração ao centenário do torneio.

Na próxima edição do torneio, que será a primeira com jogos em três continentes: América do Sul, Europa e África, o atacante do Real Madrid iniciará com 29 anos e fará seu aniversário de 30 durante o campeonato, que está planejado para ocorrer de 8 a 21 de julho. O craque nasceu no dia 12 de julho de 2000.

De acordo com o Transfermarkt, Vini tem valor de mercado cotado em 140 milhões de euros, o que equivale a aproximadamente R$ 860 milhões.

Até o momento, seis seleções já têm vaga garantida na próxima edição do Mundial: Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai, que são os países que vão receber jogos do campeonato. O próximo classificado será conhecido no dia 19 de julho, que será o vencedor da grande final da Copa do Mundo.

Fonte: Jovem Pan

Correios suspendem parte de plano de reestruturação e adiam fechamento de agências

O plano de reestruturação em curso nos Correios foi parcialmente interrompido neste mês. A estatal suspendeu o fechamento de agências, a retirada de uma gratificação de R$ 500 para funcionários que exerçam atendimento ao público, além da adoção de um sistema para mapear os recursos necessários para realizar as entregas. A decisão foi tomada diante da ameaça de servidores de entrarem em greve.

A suspensão das medidas previstas no plano ocorre no momento em que a direção da empresa, comandada por Emanoel Rondon, busca um novo empréstimo, agora de R$ 7 bilhões, como parte da estratégia para reverter os resultados negativos dos últimos anos.

A estatal fechou 2025 com prejuízo de R$ 8,5 bilhões, e o rombo deve ser ainda maior neste ano. No primeiro trimestre de 2026, o déficit foi de R$ 3,1 bilhões.

O que diz a empresa

Em nota, os Correios afirmaram que a suspensão é temporária e servirá para que entidades representativas dos trabalhadores possam apontar possíveis distorções na aplicação das medidas. “A suspensão das medidas citadas é temporária e restrita aos temas em discussão, permitindo que as demais iniciativas previstas no Plano de Reestruturação tenham continuidade”, disse a empresa. Estão mantidas, por exemplo, as ações de venda de imóveis e outras medidas de contenção de despesas.

A suspensão temporária foi proposta em carta a sindicalistas, em resposta ao movimento grevista. Insatisfeitos com as medidas do plano de reestruturação, os representantes dos trabalhadores haviam indicado que começariam uma paralisação na terça-feira passada. Depois do aceno da direção dos Correios, recuaram e só mantiveram o estado de greve, que permite à categoria cruzar os braços a qualquer momento, caso haja descumprimento dos termos da negociação pela empresa.

“Como demonstração concreta do compromisso dos Correios com o diálogo e com a busca de soluções construídas de forma negociada, propõe-se a suspensão do fechamento de unidades previstas no Plano de Reestruturação dos Correios até 31 de julho de 2026, ressalvadas as unidades fechadas ou em processo avançado de fechamento”, diz a carta.

O documento é assinado pelo presidente da empresa e pelos diretores de Gestão de Pessoas e de Operações.

Medidas

No período da suspensão, segundo o documento, serão avaliados e debatidos novos fechamentos, com “análise técnica, institucional e social das situações apresentadas”. Da mesma forma, foi proposta a suspensão do sistema de dimensionamento de distribuição e a reavaliação de medidas já realizadas em junho. Por fim, a direção se comprometeu com a interrupção da retirada das remunerações relativas ao Adicional de Atendimento em Guichê – AAG e Quebra de Caixa, com a reavaliação dos benefícios que já foram encerrados.

Fonte: Agência O Globo