Fabinho chega ao último mês do primeiro ano de mandato como um dos prefeitos mais bem avaliados de Pernambuco

O prefeito de Salgueiro, Fabinho Lisandro, desponta como uma das lideranças políticas que mais crescem no interior de Pernambuco. Com 81% de aprovação, atestada em recente pesquisa do Instituto DataTrends, o gestor salgueirense é atualmente um dos mais bem avaliados do Estado, o que pode ser comprovado pelo carinho que recebe da população nas ruas.

A ascensão de Fabinho aconteceu num contexto de declínio de antigas lideranças do município, a exemplo do ex-prefeito Marcones Sá, que foi muito bem avaliado em seu primeiro mandato à frente da prefeitura, mas teve um segundo mandato mediano e um terceiro com muitas falhas administrativas, o que resultou em derrota para o novo prefeito com uma larga vantagem de votos – mais de 6 mil.

Agora, o desafio de Fabinho é manter o índice elevado de aprovação, atendendo aos anseios do povo, sobretudo nas áreas da educação, saúde, geração de empregos e infraestrutura urbana. Restando ainda três anos de governo, ele precisa manter o ritmo de entregas, busca de investimentos e articulações políticas, tendo como grande prova de fogo a eleição de 2026, quando será um dos principais articuladores da governadora Raquel Lyra na região.

Fabinho vive atualmente uma “lua de mel” com a população salgueirense e se seguir no compasso que está, pode aumentar seus índices de aprovação ainda este ano.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Câmara de Vereadores de Salgueiro recebe homenagem durante congresso da UVP em Petrolina pela conquista do Selo Ouro em transparência

Esta semana, durante a realização do Grande Congresso da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP) em Petrolina, a Câmara de Vereadores de Salgueiro recebeu mais uma homenagem pela conquista do Selo Ouro da Transparência Pública.

No evento, que também celebrou os 50 anos da UVP, o presidente da Casa Epitácio Alencar, Léo Parente, e o vice-presidente, Zé Carlos, receberam certificado e medalha. Trata-se de reconhecimento pelo aumento da transparência na câmara, atestado pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) e a Associação dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon).

“É um trabalho muito firme que a nossa gestão tem feito frente à câmara e eu quero agradecer aos servidores da nossa casa, agradecer a todos que contribuíram para que a gente pudesse estar recebendo esse Selo Ouro em transparência. [Quero] agradecer também aos colegas vereadores, que têm trabalhado para fazer um legislativo forte”, disse Léo após a nova homenagem.

O presidente da câmara atribui o aumento do índice de transparência a medidas que implementou após assumir a direção do Poder Legislativo, como digitalização dos processos através do 1DOC, votação eletrônica, atualização do Portal da Transparência, capacitação técnica dos servidores, aprimoramento no planejamento orçamentário, entre outras medidas.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Léo Parente parabeniza secretário de Serviços Públicos por atender demandas do povo

Em seu discurso na Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Salgueiro desta quarta-feira, 26, o vereador Léo Parente (PRD) fez elogios ao secretário municipal de Serviços Públicos, Thayrone Torres, por sua disposição para atender as demandas do povo. O edil enfatizou que levou para o secretário várias demandas da população, que foram resolvidas.

“Eu tenho que parabenizar o nosso secretário Thayrone. Por que eu tenho que parabenizar o secretário Thayrone? Porque o secretário Thayrone a gente mandou para ele diversos pedidos, que o povo nos pediu, para desobstrução de esgoto, para melhoria da locomoção nas avenidas e ruas de Salgueiro, como na Cohab e no Planalto, e a gente viu a Secretaria de Serviços Públicos atuando, trabalhando”, destacou o presidente da Casa Epitácio Alencar.

Léo salientou que os trabalhos não foram feitos em prol dele, mas sim para o povo do município. “Quem agradece, secretário Thayrone, é o povo de Salgueiro”, completou, enfatizando a gestão municipal está agindo cotidianamente, atendendo de forma gradativa a alta demanda de serviços públicos.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Cúpula do Congresso rompe com líderes do governo, e pesa clima na relação com o Planalto

A relação entre o Palácio do Planalto e a cúpula do Congresso sofreu um desgaste evidente nesta segunda-feira (24), após declarações públicas de lideranças das duas Casas exporem atritos com o governo e entre si.

No Senado, o líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), admitiu que a votação da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) dificilmente ocorrerá ainda este ano, em meio a um desgaste na relação com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP). Na Câmara, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), rompeu politicamente com o líder do PT, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).

A soma dos episódios acendeu um alerta no governo Lula sobre a fragilidade da articulação política em um momento sensível — com o fim do ano legislativo se aproximando e pautas importantes pendentes de votação.

No Senado, a indicação de Jorge Messias trava em meio a uma “tensão muito grande”.
Um dos sinais da dificuldade é que Jaques Wagner (PT-BA), está há alguns dias sem conseguir qualquer contato com o presidente Davi Alcolumbre, que decidiu cortar a relação após a indicação de Messias ao Supremo. A outros senadoras, o amapaense tem deixado claro que não tem pretensão de retomar o contato com o líder do governo.

Entre os motivos da insatisfação de Alcolumbre, está o fato de Jaques ter defendido em mais de uma ocasião o nome de Messias para o STF publicamente, mesmo antes da definição do presidente Lula sobre a escolha. Alcolumbre, por sua vez, trabalhava pela escolha do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, Jaques Wagner afirmou que não há condições políticas nem calendário suficiente para votar a indicação de Messias em dezembro.

Entre os motivos da insatisfação de Alcolumbre, está o fato de Jaques ter defendido em mais de uma ocasião o nome de Messias para o STF publicamente, mesmo antes da definição do presidente Lula sobre a escolha. Alcolumbre, por sua vez, trabalhava pela escolha do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, Jaques Wagner afirmou que não há condições políticas nem calendário suficiente para votar a indicação de Messias em dezembro.

Segundo ele, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ficou “chateado” por não ter sido avisado antecipadamente da escolha de Messias por Lula, o que gerou um clima de “tensão muito grande” na Casa.

“Tem que esperar um pouco, esfriar um pouco essa tensão”, afirmou Wagner, sugerindo que a sabatina de Messias pode ficar para 2026.

Apesar do atrito, o líder do governo defendeu que sempre foi transparente com os colegas e negou ter alimentado expectativas sobre outro nome.

Crise na Câmara

Na Câmara um outro conflito veio a público.

O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou à “Folha de S.Paulo”:

“Não tenho mais interesse em ter nenhum tipo de relação com o deputado Lindbergh Farias.”

Procurada, a assessoria de imprensa de Motta confirmou o rompimento.

A declaração ocorreu após uma sequência de desentendimentos entre os dois, especialmente em torno de votações sensíveis nas últimas semanas.

Ao longo do dia, Lindbergh subiu o tom contra Motta. À GloboNews, afirmou não ter intenção de buscar uma reaproximação com o presidente da Câmara.

Segundo Lindbergh, a posição de Motta é “imatura” e o presidente da Câmara age de maneira “errática”.

Lindbergh chegou a ironizar a proximidade de Motta com aliados da oposição, como o presidente do PP, o senador Ciro Nogueira (PI), e o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

“Política não se faz como clube de amigos. Minhas posições políticas são transparentes e previsíveis”, disse o petista nas redes sociais.

“Se há uma crise de confiança na relação entre o governo e o presidente da Câmara, isso tem mais a ver com as escolhas que o próprio Hugo Motta tem feito. Ele que assuma as responsabilidades por suas ações.”

Fonte: G1

Fabinho recebe senador Humberto Costa e articula investimentos nas áreas da saúde e infraestrutura em Salgueiro

Em busca de mais investimentos para o município, o prefeito de Salgueiro, Fabinho Lisandro, recebeu a visita do senador Humberto Costa nesta quinta-feira, 20. Junto ao vice-prefeito, Emmanuel Sampaio, vereadores da base aliada e outras lideranças de seu grupo político, o gestor municipal articulou com o parlamentar investimentos nas áreas da saúde e infraestrutura.

Na ocasião, o senador destacou que destinou ao município, este ano, R$ 1.403.000 para o setor da saúde de alta complexidade, que ainda será creditado; se comprometeu e está executando uma emenda de R$ 400 mil para aquisição de uma máquina retroescavadeira; além de ter apresentado emenda de R$ 560 mil, também em fase de execução, para a compra de um caminhão rolo compactador.

Fabinho levou o senador à UPA 24h, que está passando por obras de reforma para se credenciar ao Ministério da Saúde, percorreu o canal que corta parte da cidade e foi ao cruzamento entre as avenidas Major Antônio Rufino e Audísio Rocha Sampaio, através da BR-232, que precisa de um viaduto.

Humberto se comprometeu a ajudar o município no credenciamento da UPA e disse que estudará a possibilidade de destinar uma emenda para compra de um aparelho raio-X para a unidade. Também prometeu ao prefeito analisar a viabilidade do envio de uma emenda para o projeto de urbanização do canal e se colocou à disposição para articular em Brasília, com o Governo Federal, a construção do viaduto entre as referidas avenidas.

“Eu estou naquele período que a gente está definindo aonde vamos aplicar as emendas e em breve vou passar para ele [Fabinho] a informação, que eu tenho certeza que será positiva em relação a todas essas coisas”, disse o senador.

Fabinho agradeceu ao parlamentar e reforçou a importância da elaboração de projetos para a atração de investimentos. “A gente tem trabalhado fortemente na elaboração de projetos para que a gente possa apresentar a demanda e os investimentos venham”, ressaltou.

Câmara de Salgueiro aprova distribuição gratuita de sensores de glicemia para crianças com diabetes

A Câmara Municipal de Salgueiro aprovou por unanimidade, durante a 39ª sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (19), um Projeto de Lei que autoriza a distribuição gratuita de sensores contínuos de glicemia para crianças de 4 a 12 anos diagnosticadas com diabetes mellitus tipo 1. O texto segue agora para sanção do Poder Executivo e, após a publicação, entrará em vigor em 45 dias.

A iniciativa, apresentada pelo vereador Mariano Barros (PSB), determina que os dispositivos serão disponibilizados pela Secretaria Municipal de Saúde às famílias residentes no município. A medida teve como referência o Projeto de Lei 369/25, de autoria do vereador Thammy Miranda, aprovado neste ano na Câmara Municipal de São Paulo.

Segundo a justificativa, o sensor permite o monitoramento contínuo dos níveis de glicose, com leituras automáticas ao longo do dia e da noite — diferente do método tradicional de teste capilar, que registra apenas a glicemia do momento. O uso do equipamento ajuda a prevenir episódios de hipoglicemia e hiperglicemia, reduz internações e favorece o desenvolvimento saudável das crianças, além de evitar gastos futuros ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Votaram a favor os parlamentares: Augusto Matias (Republicanos), Mael do Divino (Republicanos), Pitel Filho (MDB), Baldin dos Anjos (PRD), Auremar Carvalho (PRD), Tiago Arraes (MDB), Mariano Barros (PSB), Veronaldo Gonçalves (PSB), Flavinho Barros (PSD), Zé Carlos (Republicanos), Cleber Freitas (PP), Eliane Alves (PSB), Prof. Agaeudes (Republicanos) e Michell Vasconcelos (PSD). O presidente da Câmara, Léo Parente (PRD), não votou, conforme determina o Regimento Interno, sua participação ocorre em caso de empate.

Léo Parente pede tapa-buraco e pavimentação asfáltica da Avenida Audísio Rocha Sampaio

Esta semana o vereador Léo Parente, presidente Câmara de Vereadores de Salgueiro, esteve na Avenida Audísio Rocha Sampaio, importante artéria da cidade, pedindo operação tapa-buraco e o asfaltamento da via.

“A gente tem diversos locais aqui que estão precisando desse serviço de tapa-buraco”, destacou, salientando que a avenida é muito movimentada e dá acesso a várias localidades, com um fluxo diário de muitas pessoas.

“Aqui é uma avenida que já atende aqui cerca de 5 mil pessoas. É uma avenida longa, onde tem aqui os bairros Copo de Cristal, Monte Alegre, Novo Salgueiro e loteamentos novos que estão sendo iniciados”, pontuou no pedido feito à prefeitura.

Vereador conseguiu emenda para pavimentação de seis ruas

Com a articulação de Léo, Salgueiro recebeu este ano uma emenda de R$ 1,5 milhão para a pavimentação de seis ruas. O recurso destinado pelo deputado Augusto Coutinho, através de emenda, possibilitou a aplicação de asfalto em quatro vias no bairro Planalto e duas no Centro, incluindo as ruas do Hospital Regional Inácio de Sá (Hris) e da feira livre.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Partidos terão R$ 6,4 bilhões de orçamento em 2026

Os partidos políticos brasileiros terão em 2026, cerca de R$ 6,4 bilhões à disposição para manter suas atividades diárias e também para serem usados nas campanhas eleitorais. O montante reúne recursos do Fundo Partidário, que é repassado todos os meses, e do Fundo Eleitoral, que é distribuído apenas em ano eleitoral, além dos rendimentos de aplicações financeiras feitas pelos partidos. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2018, o Fundo Eleitoral que era R$ 1,7 bilhão passou para R$ 5 bilhões em 2024.

Para 2026, os partidos contarão com a soma dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral, que formam o total de repasses públicos previstos para o ano. Entre janeiro e agosto, segundo dados do TSE, as legendas já receberam R$ 3,2 bilhões do Fundo Partidário, destinado à manutenção mensal das estruturas partidárias. A esse montante será acrescido o Fundo Eleitoral, estimado pelo Congresso em R$ 3,2 bilhões, que será distribuído apenas no próximo ano para financiar as campanhas.

O montante maior ficará com os partidos PT, PL, PSD, MDB e União Brasil, que têm as maiores bancadas na Câmara dos Deputados e no Senado. De acordo com a legislação, a distribuição dos valores ocorre também de acordo com o desempenho dos partidos em eleições anteriores. Além dos repasses oficiais, os partidos costumam fazer investimentos financeiros com os valores depositados em suas contas, o que gera altos rendimentos. As aplicações estão prevista em lei.

A distribuição do Fundo Eleitoral segue percentuais fixados em lei: 48% são destinados aos partidos de acordo com o tamanho de suas bancadas na Câmara dos Deputados, 35% conforme a representação no Senado, 15% para as siglas que alcançaram a cláusula de desempenho e 2% são divididos igualmente entre todos os partidos registrados no país.

Fonte: Correio Braziliense

Líder autoritária derrubada por protesto da geração Z é condenada à morte em Bangladesh

A ex-primeira-ministra de Bangladesh, Sheikh Hasina, foi considerada culpada de crimes contra a humanidade e condenada à morte por um tribunal em Bangladesh.

O tribunal especial considerou Hasina responsável por ordenar uma repressão violenta aos protestos liderados por estudantes em 2024, durante os quais a ONU estima que até 1.400 pessoas morreram, a maioria por disparos das forças de segurança.

Assim que a sentença de morte contra Sheikh Hasina foi anunciada, aplausos foram ouvidos dentro e fora do tribunal, como relatou Arunoday Mukharji, repórter em Daca, capital do país.

Hasina classificou a decisão do tribunal como “tendenciosa e politicamente motivada” em um comunicado. Ela foi julgada à revelia e vive exilada na Índia desde que foi deposta do poder.

Por que Hasina estava sendo julgada

O processo contra a ex-premiê girou em torno das acusações de que ela ordenou e supervisionou uma repressão violenta para tentar se manter no poder diante das manifestações de 2024.

A crise começou meses antes, quando Hasina venceu um quarto mandato consecutivo em uma eleição boicotada pela oposição e criticada como fraudulenta. Protestos estudantis contra o sistema de cotas no funcionalismo público — visto por muitos como um mecanismo de favorecimento político — rapidamente se ampliaram para um movimento nacional pedindo sua renúncia.

À medida que as ruas explodiam em atos, Hasina endureceu o discurso, chamou os manifestantes de terroristas e autorizou prisões em massa. Um áudio vazado, cuja autenticidade ela nega, sugeria que a primeira-ministra teria instruído forças de segurança a usar armas letais contra civis desarmados.

Alguns dos episódios mais sangrentos ocorreram em 5 de agosto de 2024, quando a líder fugiu do país e multidões tomaram sua residência oficial. Apenas naquele dia, pelo menos 52 pessoas foram mortas em ações policiais, segundo investigações de direitos humanos.

Promotores afirmam que Hasina e seus principais assessores dirigiram um esquema de violência sistemática, que incluía o uso de munição real para dispersar protestos, execuções extrajudiciais e desaparecimentos forçados ligados ao Awami League (seu partido político). A ex-premiê nega todas as acusações e diz nunca ter ordenado disparos contra civis.

No mesmo tribunal, ela responde a uma segunda acusação de crimes contra a humanidade por desaparecimentos forçados durante seu governo, além de enfrentar um processo separado por corrupção. Seus aliados do Awami League também negam essas acusações.

Fonte: BBC

STF tem maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu por coação

Com o voto do ministro Cristiano Zanin, a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta sexta-feira (14) para aceitar a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

O deputado foi acusado de articular sanções ao Brasil e autoridades brasileiras nos Estados Unidos. O objetivo seria interferir no julgamento do pai, Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar tentativa de golpe de Estado.

O ministro relator, Alexandre de Moraes, disse em voto que a PGR descreveu detalhadamente as condutas de Eduardo, trazendo provas suficientes de que o deputado buscou criar caos social por meio de suas ações nos EUA.

Moraes foi acompanhado por Flávio Dino e Zanin. Ainda resta o voto de Cármen Lúcia para ter todos os votos do colegiado. Apesar disso, o julgamento encerra oficialmente no dia 25 de novembro.

“Há relevantes indícios de que as condutas de Eduardo Nantes Bolsonaro tinham como objetivo a criação de um ambiente institucional e social de instabilidade, com aplicação de crescentes sanções a autoridades brasileiras e prejuízos econômicos ao Brasil, como modo de coagir os Ministros do Supremo Tribunal Federal a decidir favoravelmente ao réu Jair Messias Bolsonaro na AP 2.668/DF [processo da tentativa de golpe], em total desrespeito ao devido processo legal”, afirma Moraes.

O ministro cita casos como a suspensão de vistos dos ministros do Supremo e familiares; sanções econômicas contra o Brasil e a aplicação da Lei Magnitsky como provas da articulação de Eduardo Bolsonaro com autoridades americanas.

O caso é analisado em plenário virtual pela Primeira Turma, modelo em que não há debate entre os ministros e permite o registro de votos no prazo de uma semana. Com a saída de Luiz Fux do colegiado, o recebimento da denúncia é votado apenas por quatro ministros.

Nesse julgamento, o STF avalia se a PGR trouxe indícios suficientes de que houve crime. Ou seja, ainda não se discute culpa, condenação ou absolvição, apenas se há elementos que justifiquem a instauração de um processo. Caso os ministros concordem com Moraes, será aberto um processo criminal formal, e Eduardo Bolsonaro passará a ser réu.

Na denúncia, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirma que Eduardo se valeu de uma rede de contatos com autoridades americanas para compelir o STF a encerrar os processos sobre golpe de Estado sem condenações.

Segundo a PGR, os denunciados usaram de “ameaças de violentas sanções e a efetiva aplicação de algumas delas” para coagir os ministros do Supremo.

No processo, a defesa de Eduardo foi feita pela DPU (Defensoria Pública da União), já que a Justiça não conseguiu fazer sua notificação. Ele foi avisado por edital, mesmo assim não apresentou defesa própria.

Na defesa prévia, a DPU diz que também não conseguiu contato com o parlamentar. Mesmo sem a “versão dos fatos” pelo deputado, o órgão pede a rejeição da denúncia.

O defensor público diz que o tipo penal denunciado não se enquadra com o emprego de violência e grave ameaça e o que foi narrado pelo procurador-geral da República foram apenas “articulações políticas” do parlamentar.

De acordo com o Art. 344 do Código Penal, o crime de coação no curso do processo penal tem pena prevista de reclusão de 1 a 4 anos e multa, além da pena correspondente à violência praticada.

Fonte: CNN

Câmara aprova projeto de Professor Agaeudes sobre fornecimento de alimentação para servidores das escolas municipais

Vereadores da Casa Epitácio Alencar aprovaram nesta quarta-feira, 12, durante a 38ª Sessão Ordinária do ano, o Projeto de Lei n° 46/2025, de autoria de Professor Agaeudes, que autoriza o Poder Executivo a regulamentar o acesso à alimentação para os profissionais de educação em atividade nas escolas municipais.

“Essa é uma vitória de todos que acreditam na valorização, dignidade e respeito aos profissionais que fazem a educação acontecer todos os dias”, comemorou Agaeudes em post nas redes sociais, logo após o termino da sessão.

Como justificativa da proposta, que agora segue para o Gabinete do Prefeito, o proponente ressaltou que muitos dos servidores não conseguem ir em casa fazer refeições e por isso a necessidade de fornecimento da alimentação na própria unidade escolar.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Ex-prefeito Paulo Afonso anuncia que não é mais aliado de Marcones e elogia gestão de Fabinho

Em discurso em tom de desabafo na Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Salgueiro nesta quarta-feira, 12, Paulo Afonso Valença Sampaio, ex-prefeito do município por dois mandatos e também ex-vereador, anunciou que não é mais aliado do ex-prefeito Marcones Libório, com quem marchou nos últimos anos.

“Eu estou com Marília Arraes, mas não comungo mais com as ideias de Marcones. Também não tenho nada contra a pessoa física dele, apenas é uma questão política”, declarou, após reclamar de falta de espaço para propor ideias no grupo político liderado pelo ex-prefeito.

“Eu me aliei com meus adversários para tentar resolver os problemas existentes, mas infelizmente a minha permanência foi idêntica a essa estátua que tem aí de Raimundo de Sá [na Praça da Matriz]: no relento do sol e da chuva. Eu não tive oportunidades de mostrar o meu potencial e capacidade de reverter situações e de ver Salgueiro crescer em todas as direções”, lamentou.

Ainda durante a fala, ele elogiou a gestão de Fabinho Lisandro, atual chefe do Poder Executivo Municipal. “Um prefeito que tem demonstrado um trabalho eficiente”, disse, manifestando que ficou muito feliz com a pavimentação asfáltica da rua da feira livre, ao lado do Mercado Público, e do acesso ao Hospital Regional Inácio de Sá (HRIS).

Parque de Exposições

Paulo Afonso foi à Casa Epitácio Alencar e solicitou o uso da Tribuna Livre com o propósito de cobrar a reativação do Parque de Exposições, uma das obras mais importantes do período em que governo o município. O local serviu de palco para as festividades juninas, vaquejadas e feiras agropecuárias, mas está desativado.

O ex-gestor municipal disse que o espaço público ficou abandonado durante 25 anos e não pode mais ser negligenciado pelo governo municipal. Nesse sentido, solicitou que os vereadores articulem com o atual prefeito uma reforma do espaço, com a implantação de uma feira de animais no local.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Após operação policial no Rio, aprovação do governo Lula interrompe tendência de melhora

Após meses de leve recuperação, a aprovação do governo Lula voltou a cair. A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (12/11), mostra que 50% dos brasileiros desaprovam a administração do petista e 47% aprovam.

Ambos os percentuais oscilaram dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Em outubro, a aprovação era de 48% e a desaprovação, de 49%.

No início do ano, os índices estavam em 47% e 49%, respectivamente. Desde maio, quando o governo atingiu o pico de desaprovação, de 57%, os números vinham melhorando de forma gradual.

O levantamento foi realizado em meio à repercussão da megaoperação no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos, tornando-se a mais letal da história do país, e reacendeu o debate sobre a política de segurança pública.

A ação contou com ampla aprovação popular: segundo a Quaest, 67% dos brasileiros disseram aprovar a operação, enquanto 25% a desaprovam.

A violência se tornou a principal preocupação nacional, citada por 38% dos entrevistados, superando a economia (15%), aponta a pesquisa desta terça-feira.

“A estabilidade de Lula é explicada por fatores que se anulam: de um lado, alívio no bolso. Caiu de 88% para 58% a parcela que reclama da alta dos alimentos no supermercado”, analisou Felipe Nunes, diretor da Quaest.

De outro lado, observa Nunes, as falas de Lula sobre a operação no Rio repercutiram mal.

Durante viagem à Malásia, quando se encontrou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o petista afirmou que “os traficantes também são vítimas dos usuários”. A reunião ocorreu no último dia 26, em Kuala Lumpur, na Malásia, onde ambos participaram como convidados da 47ª Cúpula de Líderes da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

Segundo a Quaest, 81% dos brasileiros discordam dessa frase, enquanto apenas 14% concordam e 5% não souberam responder. A resistência é ainda maior no Rio de Janeiro, onde 85% discordam. Neste caso do Rio, os dados são de outubro.

Na última terça-feira (4), o presidente voltou a tratar do tema e classificou como “desastrosa” a ação da polícia no Rio. A nova fala também foi mal recebida pela maioria da população. De acordo com a Quaest, 57% dos brasileiros discordam da afirmação de Lula, enquanto 38% concordam e 5% não souberam responder.

Fonte: O Tempo