Vereador Flavinho Barros pede realização de Teste de Acuidade Visual nas escolas municipais

Na Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Salgueiro desta semana, o vereador Flavinho Barros (PSD) apresentou a Indicação n° 248/2026, pedindo a realização de Teste de Acuidade Visual na Rede Municipal de Ensino uma vez por ano.

Segundo o vereador, na justificativa da proposta, a iniciativa “visa à adoção de medidas que promovam a prevenção de problemas oculares nas crianças, especialmente as de maior gravidade”.

“É importante que as escolas apliquem o teste de acuidade visual anualmente em todas as crianças, ou incentivem a busca pela realização”, destaca Flavinho na indicação, que deve ser votada nas próximas sessões.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Justiça nega pedido do MP para suspender posts de Virginia e Blaze

A 7ª Vara Cível de Brasília negou pedido do Ministério Público contra a empresa Blaze e a influenciadora Virginia Fonseca. O Ministério Público questiona a legalidade de campanhas publicitárias de apostas, ao alegar a existência de propaganda enganosa e práticas abusivas que ferem os direitos do consumidor. No entanto, a juíza indeferiu o pedido de liminar para a suspensão imediata das campanhas, remoção dos conteúdos digitais e suspensão de contratos.

A juíza Luciana Correa Sette Torres de Oliveira argumentou que não há urgência comprovada que justifique uma intervenção antes da defesa das partes.

O texto agora servirá como um mandado de citação, convocando Blaze e Virginia a apresentarem suas justificativas dentro do processo legal. A magistrada ressaltou a necessidade de aprofundamento probatório sobre os contratos e as estratégias comerciais adotadas pelas acusadas.

Como revelou a coluna Grande Angular, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) entrou com a ação para pedir a interrupção imediata de campanhas publicitárias, a remoção de conteúdos digitais e a suspensão de modelos de remuneração que estariam vinculados ao desempenho econômico das apostas feitas pelos consumidores.

O MPDFT baseou o pedido em um inquérito civil que analisou e-mails promocionais e postagens de influenciadores contratados pela plataforma.

A juíza reconheceu que há plausibilidade nas alegações, apontando uma possível incompatibilidade das práticas com as normas de transparência e informação do Código de Defesa do Consumidor. Entretanto, a magistrada decidiu que não ficou demonstrado o perigo de dano iminente que justificasse uma decisão liminar sem ouvir a defesa das partes.

Atividade publicitária

Segundo o texto da decisão, por se tratar de uma atividade publicitária contínua e estrutural do mercado de apostas, a simples manutenção das campanhas não configura uma situação de urgência excepcional.

A juíza destacou ainda que uma intervenção imediata afetaria contratos privados e estratégias comerciais de uma empresa autorizada pelo Poder Público, recomendando cautela até que os contratos entre a Blaze e os influenciadores sejam integralmente analisados.

Com o indeferimento da liminar, a empresa Blaze e Virginia Fonseca serão citadas para apresentarem suas defesas no prazo legal. O mérito da ação, que tem alcance nacional, continuará sendo discutido durante a instrução do processo.

Fonte: Metrópoles