PRF detém condutor de moto com maconha e revólver em Salgueiro

O condutor de uma motocicleta foi detido com um revólver e uma porção de maconha neste domingo, 1, em ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR 116, em Salgueiro. Segundo a PRF, o homem estava sob efeito de álcool e tentou fugir da abordagem na rodovia.

Uma equipe da PRF realizava ronda na BR-116, quando avistou o condutor de uma motocicleta que acelerou ao perceber a aproximação da viatura.

Foi dada ordem de parada, mas o motociclista não obedeceu e iniciou fuga em alta velocidade, transitando pelo acostamento e seguindo em direção à zona urbana do município. Durante o percurso, o homem colocou pedestres em risco ao conduzir o veículo de forma perigosa.

A fuga só foi encerrada quando o condutor perdeu o controle da motocicleta e caiu. Mesmo após a queda, ele tentou fugir a pé, mas foi contido pela equipe.

Durante a abordagem, foi apreendido um revólver com 31 munições. O suspeito foi submetido ao teste de alcoolemia, que apresentou resultado de 0,50 mg/L de ar expelido, que configura crime. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Salgueiro.

 No local, a equipe descobriu que o homem possui uma extensa ficha criminal, com passagens na polícia por homicídio, roubo a banco, lesão corporal, adulteração de veículo e outros crimes.

O indivíduo pode responder por porte ilegal de arma de fogo, porte de droga, condução de veículo sob efeito de álcool e direção sem a devida habilitação, gerando perigo de dano.

BR-232: Primeiro trecho da duplicação da rodovia ligando o Agreste ao Sertão de Pernambuco é definido

A duplicação da BR-232 conectando o Agreste ao Sertão de Pernambuco está mais perto de acontecer e já tem o primeiro trecho definido pelo governo do Estado, que irá custear totalmente essa parte da obra. A primeira etapa compreenderá o trecho entre as cidades de São Caetano e Belo Jardim, no Agreste, e a previsão é de que a licitação para a obra seja lançada até o mês de abril deste ano.

O primeiro trecho, que compreende 35 quilômetros, terá um custo de aproximadamente R$ 250 milhões. Esta etapa inicial faz parte de um projeto maior de duplicação dos quase 300 quilômetros (264,9 km) entre São Caetano e o município sertanejo de Serra Talhada.

A previsão foi dada pelo secretário de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco, André Teixeira Filho, que também informou que os recursos para as obras do primeiro trecho da duplicação serão todos do governo de Pernambuco. O restante da obra, entretanto, tem recursos garantidos pelo Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do governo federal.

Ainda em novembro de 2024, foram publicados os editais de licitação para os projetos de duplicação e restauração no trecho entre São Caetano e Serra Talhada, totalizando os 264,9 quilômetros.

“Há 15 dias nós encaminhamos para o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) o projeto executivo da duplicação do primeiro trecho, entre São Caetano a Belo Jardim, que foi o primeiro a ficar pronto e, por isso, começaremos por ele. Acreditamos que, no máximo, em 20 dias, todas as correções necessárias será apontadas e realizadas, permitindo que possamos colocar o edital de licitação na rua”, afirmou o secretário.

Segundo André Teixeira Filho, praticamente não há desapropriações no trecho, o que permitirá uma execução rápida da obra. O secretário também explicou que o restante da duplicação será iniciado à medida que os projetos executivos forem sendo concluídos.

“Nós temos dois consórcios contratados para todo o trecho da duplicação, divididos de São Caetano até Arcoverde e outro de Arcoverde até Serra Talhada. O prazo para conclusão dos projetos executivos é outubro de 2026, mas estamos tentando antecipar esse cronograma e ir lançando os editais quando os projetos ficarem prontos. Queremos obras no segundo semestre do ano”, explicou.

Fonte: JC

Guerra entre Israel, EUA e Irã chega ao terceiro dia e se espalha pelo Oriente Médio

A guerra no Oriente Médio chegou ao terceiro dia nesta segunda-feira, 2, com novos bombardeios trocados entre Israel e Irã e a expansão de novos focos de conflito na região.

Durante a madrugada, o Hezbollah, milícia xiita aliada ao Irã, lançou ataques contra o norte de Israel como retaliação à morte do aiatolá Ali Khamenei no sábado. O Exército israelense respondeu com bombardeios contra o grupo no sul do Líbano e nos arredores de Beirute. Ao menos 31 pessoas morreram e 149 ficaram feridas, segundo o governo libanês.

O Irã, então, respondeu com novos ataques contra cidades israelense. Segundo o governo iraniano, foram lançados mísseis contra Haifa e Tel-Aviv e Jerusalém, onde fica o gabinete do premiê Binyamin Netanyahu.

Em uma entrevista coletiva, o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, afirmou que a operação contra o Irã está em seus estágios iniciais e que mais forças americanas continuam a chegar ao Oriente Médio, sugerindo uma campanha prolongada. “Este trabalho está apenas começando e continuará”, disse ele.

Drones atacam o Golfo

Drones iranianos também atacaram petroleiros no Golfo Pérsico, além de alvos nas águas territoriais de Omã. O Irã também lançou drones contra alvos industriais no Catar. Foram registrados ainda ataques na Arábia Saudita. Além disso, os Emirados Árabes disseram ter interceptado um ataque iraniano.

O governo britânico diz ter impedido um ataque com drones contra sua base aérea no Chipre, que tem auxiliado o esforço de defesa antiaérea israelense.

Em meio ao caos, os militares dos EUA afirmaram que o Kuwait “abateou por engano” três caças F-15E Strike Eagle americanos durante uma missão de combate.

Novos ataques ao Irã

Pela manhã, Israel lançou também novos ataques contra a capital iraniana, Teerã.

Pelo menos 555 pessoas foram mortas no Irã até o momento pela campanha conjunta EUA-Israel, segundo a Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano, e mais de 130 cidades em todo o país foram atacadas. Em Israel, 11 pessoas foram mortas.

Fonte: Estadão

Ciclone marcado por chuva intensa pode atingir 15 estados do Brasil

Ao menos 15 estados brasileiros estão em alerta por conta da chegada de um ciclone marcado por chuva intensa. Há risco de corte de energia, queda de árvores e alagamentos nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do país. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja que começa a valer para todo o domingo (1º).

Segundo o Inmet, há previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 milímetros por dia, além de ventos intensos de até 100 km/h. Há risco para alagamentos.

O alerta do Inmet vale para parte de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Pará, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Assim como para toda a Bahia, Tocantins, Piauí e Maranhão.

De acordo com o Metsul Meteorologia, a chuva intensa nessas regiões é causada por conta da formação
de um ciclone.

Minas Gerais já sofre com chuva forte há dias

Minas Gerais está sob fortes chuvas há dias. Conforme o g1, há 69 mortos, sendo 63 em Juiz de Fora e seis em Ubá. Cada uma das cidades também tem dois desaparecidos.

De acordo com o g1, os bombeiros mineiros apontam para 58 mortes porque a corporação conta apenas os corpos já resgatados. Já o número da Polícia Civil é superior, chegando a 63, são contabilizadas as vítimas resgatadas pelos bombeiros, as que foram resgatadas por outras pessoas e as que faleceram após o salvamento.

Fonte: NSC Total

Empresas querem mudar PEC 6×1 para permitir escalas e limites de trabalho por setor e região

Pelo menos 60 entidades empresariais de indústria, comércio, transporte, agropecuária e serviços vão defender que a discussão da jornada de trabalho tenha como foco medidas para preservar os empregos formais, aumentar a produtividade e privilegiar a negociação coletiva.

O grupo também propõe a adoção de regras para permitir ajustar escalas, turnos e limites de trabalho de forma adaptada ao contexto de cada setor e região do país.

“Colocar esses pontos no centro do diálogo é assegurar que ele caminhe na direção correta”, diz o manifesto, assinado pelas confederações nacionais da agropecuária (CNA), da indústria (CNI), dos transportes (CNT) e do comércio e serviços (CNC), além de federações regionais como Fiesp e Fercomércio-SP e associações de segmentos específicos da economia.

O grupo também pede que a votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da redução da jornada 6×1 ocorra apenas depois das eleições. “Considera-se recomendável que o aprofundamento desta pauta ocorra fora do ambiente de disputas eleitorais, em momento mais propício à construção de consensos duradouros”, afirma o texto.

O documento, obtido pela Folha, será entregue aos presidentes de frentes parlamentares como a da agropecuária, do empreendedorismo e do livre mercado, em reunião na terça-feira (3) em Brasília. Em seguida, eles irão se encontrar com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para levar esse manifesto e demonstrar a preocupação com o tema.

Os representantes das entidades empresariais ainda tentam agenda com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que deu tração ao debate ao enviar para a Comissão de Constituição e Justiça a PEC de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que reduz a jornada de 44 horas para 36 horas semanais, com quatro dias de trabalho e três de descanso (a jornada 4×3).

O movimento foi preparado em reuniões ao longo das últimas semanas, após Motta indicar que a PEC seria uma prioridade do ano –ele tem defendido que a votação ocorra já em maio. O corpo técnico dessas entidades vai discutir agora medidas legislativas para serem sugeridas ao Congresso como forma de garantir que os pontos defendidos pelo setor produtivo sejam incorporados, caso a votação avance.

O debate deve focar, na visão dos empresários, em quatro pontos: preservação dos empregos formais e mitigação dos incentivos à informalidade (que atinge cerca de 40% da população economicamente ativa no Brasil); medidas concretas para aumentar a produtividade, como qualificação e difusão tecnológica; discussão técnica sobre os impactos e alternativas, em busca do consenso entre trabalhadores, empregadores e poder público; e diferenciação por setor, com uso de negociação coletiva.

Segundo os empresários, as diferenças no mercado de trabalho exigem que sejam possíveis ajustes na jornada por setor ou atividade, permitindo adaptar escalas, turnos e limites de trabalho ao contexto de cada setor e região.

O manifesto não cita diretamente a PEC ou a redução de jornada defendida pelo governo, com a proibição da escala 6×1 (de seis dias de trabalho para um de folga). O documento afirma que a “modernização da jornada de trabalho” é um debate “legítimo e relevante para o bem-estar dos trabalhadores e para a dinâmica econômica do país”, com o objetivo social de melhorar a saúde e qualidade de vida.

Mas ressalta que, para atingir esses objetivos, “é necessário colocar também como aspecto central os impactos em competitividade, produtividade e a precarização dos empregos”, e destaca três problemas da economia brasileira como entraves: o alto grau de informalidade, a falta de qualificação profissional adequada e a atual dificuldade para preencher vagas e reter trabalhadores.

“Modernizar a jornada não significa escolher entre qualidade de vida e atividade econômica. Significa construir um caminho em que o trabalhador possa viver melhor sem que o emprego formal se torne mais escasso ou mais instável. Para isso, é necessário reconhecer que a forma como a mudança é implementada importa tanto quanto o objetivo que se busca alcançar”, afirma o manifesto.

Os empresários defendem que, se for mal feita ou abrupta, a mudança na jornada de trabalho pode provocar aumento da informalidade no mercado de trabalho e aumento dos preços de produtos e serviços como alimentação, medicamentos e transporte devido à alta dos custos para as empresas.

Apesar de o relator da PEC na Comissão de Constituição e Justiça, deputado Paulo Azi (União Brasil-BA), cobrar do governo uma forma de compensação às empresas pelo aumento dos custos com contratação de funcionários, o documento não faz nenhum pedido deste tipo. Como mostrou a Folha, as empresas preferem tratar a desoneração da folha de salários de forma separada, sem misturar os debates.

Fonte: Folha de S. Paulo

Ali Khamenei, líder supremo do Irã, é morto em ação dos EUA e Israel, diz Trump

Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morreu em um bombardeio durante ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel neste sábado (28), segundo o presidente Donald Trump. O aiatolá comandou o país por quase quatro décadas.

Em uma rede social, Trump afirmou que Khamenei não conseguiu escapar dos sistemas de inteligência e rastreamento dos Estados Unidos, em parceria com Israel. Segundo ele, “não havia nada” que o líder supremo pudesse fazer.

“Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu Trump.

Até a última atualização desta reportagem, o governo do Irã não havia confirmado a morte. Um porta-voz disse à rede americana ABC News que o aiatolá está “bem e seguro”.

Na Truth Social, Trump afirmou que os bombardeios contra o Irã vão continuar para alcançar “paz no Oriente Médio e no mundo”. Ele disse esperar que integrantes da Guarda Revolucionária e das forças de segurança se unam à população para “devolver grandeza” ao país.

“Este é o maior momento para o povo iraniano retomar o próprio país. Estamos ouvindo que muitos integrantes da Guarda Revolucionária (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e polícia já não querem lutar e estão buscando imunidade de nossa parte”, afirmou.

Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou haver indícios de que Khamenei estava morto. Segundo ele, forças israelenses destruíram um complexo usado pelo líder supremo.

Fonte: G1

Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

O momento é de recomeço para Manoel Gomes. Conhecido nacionalmente após o sucesso da música Caneta Azul, o artista enfrenta dificuldades financeiras e tenta reorganizar a própria vida depois de sofrer um prejuízo milionário. A coluna de Fábia Oliveira divulgou que, atualmente, ele está morando de favor na residência de um assessor, em São Paulo, enquanto busca se reestruturar.

De acordo com fontes citadas pela coluna, no auge da fama o cantor chegou a faturar cerca de R$ 200 mil por mês. No entanto, acabou sendo enganado e perdeu boa parte do patrimônio acumulado naquele período. “Ele tinha menos de R$ 30 mil na conta”, revelou uma pessoa.

Ainda segundo relatos, Manoel viajou para São Paulo sem recursos suficientes sequer para custear hospedagem em hotel. Por esse motivo, está instalado na casa do assessor, que tem prestado apoio neste momento delicado e trabalha para recolocá-lo no mercado artístico.

O caso envolvendo as perdas financeiras veio à tona em 2023, quando representantes do cantor confirmaram que ao menos R$ 7 milhões teriam sido desviados de doze contas bancárias em seu nome. O suposto esquema teria sido praticado por dois ex-empresários do artista.

Manoel Gomes ganhou projeção em 2019, quando “Caneta Azul” viralizou nas redes sociais e se tornou um fenômeno da internet. A repercussão impulsionou sua carreira, resultando em shows com grande público e contratos publicitários. Agora, após enfrentar o rombo milionário, o cantor tenta reconstruir a trajetória profissional e recuperar a estabilidade financeira.

Fonte: Notícias ao Minuto

Ponte de acesso a cidade no Agreste pernambucano desaba e aulas são suspensas após chuvas

A forte chuva que atingiu o Agreste pernambucano entre a noite da quinta-feira (26) e a madrugada desta sexta-feira (27) provocou prejuízos no município de Calçado. A principal ponte de acesso à cidade cedeu após o aumento do volume de água de um rio que corta a região, interrompendo a passagem de veículos e pedestres.

Segundo a prefeitura, as aulas na rede municipal foram suspensas nesta sexta-feira (27) por causa dos pontos de alagamentos da cidade. Ainda não há previsão para retomada das atividades escolares.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram como ficou a ponte após desabar. Os registros também mostram dois homens sendo levados pela força da água. Segundo a prefeitura de Calçado, eles foram resgatados sem ferimentos.

A ponte era considerada estratégica por ligar o município a cidades vizinhas do Agreste, como Canhotinho e Jurema. Com o desabamento, o acesso passou a ocorrer apenas por rotas alternativas, através de estradas internas e localidades como Estado de Barro e o município de Lajedo.

Apesar de ter chovido na cidade, o maior volume de água veio de municípios localizados na mesma bacia hidrográfica. O rio recebe águas de cidades como Jupi, o que provocou rápida elevação do nível durante a madrugada e acabou causando o colapso da ponte.

Ainda segundo a prefeitura, a chuva começou por volta das 22h, mas o impacto maior ocorreu devido ao volume acumulado ao longo do curso do rio. Até o momento, não há registro de pessoas feridas, desabrigas ou desalojadas.

Fonte: G1

Próximos dias serão de chuva em todo o estado de Pernambuco; confira tendência da Apac

Todas as regiões de Pernambuco devem registrar chuvas nos próximos dias, segundo tendência de precipitação da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) que prevê maior intensidade para o Agreste e Sertão do estado.

Para esta sexta-feira (27), o informe indica chuvas de fraca a moderada para a RMR e Zona da Mata Norte. Já para a Mata Sul, Agreste e Sertão do estado, a tendência aponta para precipitações moderadas.

No sábado (28), o Sertão do São Francisco deve registrar chuvas mais intensas, de moderadas a fortes. Chuvas de fracas a moderadas estão previstas para o Agreste e Sertão de Pernambuco, e fracas para a RMR e Zonas da Mata Norte e Sul.

As chuvas seguem no domingo (1º), quando devem afetar o Agreste e Sertão com intensidade moderada, e RMR e Matas Norte e Sul de fraca a moderada.

Mais chuvas na próxima semana

Também são aguardadas precipitações no início da próxima semana. Na segunda-feira (2), o Agreste e Sertão seguem com intensidade moderada, enquanto está prevista chuva de fraca a moderada na Mata Sul, e de fraca na RMR e Mata Norte.

A terça-feira (3) será de chuvas fracas na RMR, Matas Norte e Sul e Agreste, e moderadas para o Sertão do estado.

Fonte: Folha de Pernambuco

Chegam da China os trilhos que faltavam para finalizar a Transnordestina

Cerca de 33,9 mil toneladas de trilhos destinados à ferrovia Transnordestina chegaram ao Porto do Pecém, na última sexta-feira (20). O volume completa o estoque necessário para concluir a montagem de toda a linha férrea.

Os trilhos foram fabricados na China e transportados ao Ceará no navio Spruce Arroz. É a primeira vez que o Complexo do Pecém recebe a infraestrutura da ferrovia por navio.

O carregamento abrange 23 mil barras de 24 metros de comprimento, que devem ser soldadas antes da instalação na ferrovia.

Parte dos trilhos será utilizada no trecho da ferrovia que chega ao Pecém, no lote 11 da obra. Esse segmento está na fase de obras de infraestrutura e ainda deve receber um canteiro para as obras de superestrutura (etapa em que os trilhos e dormentes são instalados).

O restante do carregamento será utilizado na execução dos demais lotes, segundo a TLSA.

OBRAS DA TRANSNORDESTINA NO CEARÁ

Com previsão de entrega para 2027, a ferrovia tem diversos trechos em obras ao mesmo tempo no Ceará. Dos 527 quilômetros de trilhos no Estado, somente 297 km estão concluídos.

Foram entregues quatro lotes em território cearense. O próximo lote deve ser finalizado em abril, de Piquet Carneiro até Quixeramobim, com 51 quilômetros.

A ferrovia de mais de 1,2 mil quilômetros vai ligar Eliseu Martins, no Piauí, ao Complexo do Pecém. Com a logística ampliada, o Porto do Pecém espera dobrar sua movimentação de cargas.

O terminal que conectará a ferrovia ao porto deve começar a ser construído no primeiro semestre de 2026, com investimento de R$ 1,3 milhão.

Fonte: Diário do Nordeste

Número de pessoas mortas sobe e chega a mais de 50 após fortes chuvas em MG

O número de pessoas que morreram em razão das fortes chuvas que atingem Minas Gerais subiu novamente e chegou a 53 óbitos, na manhã desta quinta-feira (26).

Somente na cidade de Juiz de Fora (MG), já foram confirmadas 47 mortes. Em Ubá, outro município mineiro, foram registrados outros seis.

Além disso, ainda restam 15 pessoas desaparecidas no total entre as regiões. São 13 em Juiz de Fora e duas em Ubá.

Volta dos temporais

A região da Zona da Mata mineira voltou a ser atingida por fortes chuvas, desde a noite de terça-feira (25), agravando a situação em Juiz de Fora e em municípios vizinhos.

Em Juiz de Fora, a prefeitura informou que, apesar de alguns pontos apresentarem melhora temporária, novas ocorrências foram registradas ao longo da madrugada.

A Defesa Civil interditou imóveis próximos a um escorregamento na Rua Waldomiro Eloy do Amaral, no bairro Graminha. Moradores entre a esquina com a Rua Benício de Souza e o trecho sem saída da via foram orientados a deixar suas casas imediatamente. A Rua Joaquim Vicente Guedes também foi interditada para avaliação técnica.

Outras ocorrências mobilizaram equipes ao longo da madrugada. Houve registro de queda de árvore na Rua Monsenhor Gustavo Freire, no bairro Dom Bosco, com interdição e sinalização da via. No bairro Bonfim, a Defesa Civil alertou para um cabo de energia rompido na Rua Otávio Pereira Torres, próximo ao número 315, oferecendo risco a pedestres e motoristas.

Na zona norte, a chuva seguia moderadamente, com formação de ponto de alagamento na Avenida JK, próximo ao 4º GAC. No Jardim Natal, foi registrado desabamento de edificações na Rua Doutor Augusto Eckman. A Defesa Civil determinou evacuação completa das ruas Dr.

Augusto Eckman e Tenente Lucas Drumond orientaram que moradores que necessitem de abrigo se dirijam à Escola Municipal Henrique José de Souza, na Rua Cidade do Sol, 379, no bairro Cidade do Sol. Segundo a prefeitura, a cidade já recebeu mais de quatro vezes a média esperada para o mês de fevereiro.

Fonte: CNN

Senado reforça que não existe relação consensual com menores de 14 anos

O Senado aprovou o projeto de lei que vai impedir que um juiz ou um tribunal minimize a condição de vulnerabilidade da vítima em crimes de estupro de menor de 14 anos. A proposta deixa clara no Código Penal a presunção absoluta da condição de fragilidade e de indefensibilidade da criança ou adolescente nestas circunstâncias. A votação é uma resposta ao desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Magid Láuar, que absolveu um homem de 35 anos acusado de abuso sexual contra uma menina de 12 anos citando um “vínculo afetido consensual”. Mas diante da repercussão, voltou atrás. A senadora Margareth Buzetti, do PP de Mato Grosso, avalia que o projeto vai impedir interpretações equivocadas de juízes.

“É o cúmulo a gente tem que aprovar outro projeto para cumprir o que já está na lei porque a lei é clara: menores de 14 anos é estupro de vulnerável. Então, esse projeto vem ajudar no esclarecimento da lei, deixar mais forte o esclarecimento da lei para que seja cumprida porque um desembargador achar que isso é consensual? Eu fico até meio repugnada de ouvir certas coisas”, disse.

Ao destacar que esse não é um caso isolado, a senadora Zenaide Maia, do PSD do Rio Grande do Norte, disse que a deputada Laura Carneiro, do PSD do Rio de Janeiro, apresentou este projeto em 2024 após o Superior Tribunal de Justiça absolver um homem de 20 anos que estuprou e engravidou uma menina de 12 anos também em Minas Gerais com o mesmo argumento de relação consentida.

“Não tem essa história de alegar que tinha experiência sexual anterior, é uma criança. Tem que apertar essas leis, não flexibilizar. Agora você vê um membro do Judiciário fazer isso, chama atenção, mas você vê que todos os outros disseram que não existia. Um país onde a cada 5 minutos tem uma menor de 14 anos estuprada, se se cria uma jurisprudência dessa, isso é gravíssimo porque vai dizer que é com consentimento dela ou da família”, afirmou.

O projeto segue para a sanção presidencial.

Fonte: Rádio Senado

PF faz operação contra desvio de emendas envolvendo a Prefeitura de Petrolina

A Polícia Federal (PF) faz uma operação nesta quarta-feira (25) para combater uma organização criminosa acusada de movimentar um esquema de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro.

O objetivo da ação, denominada Operação Vassalos, é investigar a ocorrência de fraudes e desvios de emendas parlamentares. A suspeita é que o esquema tenha movimentado bilhões em recursos.

O ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e os filhos, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e deputado Fernando Filho (União-PE), estão entre os alvos da operação.

De acordo com o blog da Camila Bomfim, a PF investiga suspeitas de negócios irregulares custeados com recursos de emendas parlamentares envolvendo a prefeitura de Petrolina (PE).

Forças de segurança cumprem 42 mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

A defesa do ex-senador Fernando Bezerra Coelho e do deputado Fernando Filho informa que ainda “não teve acesso à decisão do ministro Flávio Dino. Os mandados vieram desacompanhados dos motivos que ensejaram as medidas cautelares. Após o acesso aos a autos, a defesa irá se manifestar”.

Em nota, o ex-senador e ex-ministro Fernando Bezerra Coelho afirmou que “todos os recursos provenientes de emendas parlamentares foram corretamente destinados, tendo sido observada a lisura do procedimento”.

Como funcionava o esquema?

De acordo com a PF, a investigação aponta para a existência de uma organização criminosa suspeita de desviar recursos públicos vindos de emendas parlamentares, por meio do direcionamento de licitações para empresa vinculada ao grupo.

Em seguida, os valores desviados eram encaminhados para o pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio.

Fonte: G1