Polícia cumpre mandado de prisão em Mirandiba contra detento em regime domiciliar que deixou tornozeleira eletrônica sem sinal

Um detento em regime de prisão domiciliar, que deixou a tornozeleira eletrônica sem sinal de monitoramento desde o dia 12 de abril deste ano, foi preso por policiais militares do 8° BPM nesta quarta-feira, 11, no bairro Cohab, em Mirandiba. Os PMs cumpriram um mandado expedido pela 4ª Vara Regional de Execução Penal da Comarca de Petrolina.

De acordo com o mandado, o apenado estava com o sinal da tornozeleira interrompido desde a referida data, tornando inviável seu monitoramento. A ordem de prisão foi emitida porque ele descumpriu o Art. 26 da Instrução Normativa n° 015/2016, não informando de imediato às autoridades judiciais qualquer falha no equipamento.

Os policiais que efetuaram a prisão disseram que o homem estava com sequelas e queixava-se de dores ao ser preso. Ele relatou que tinha se envolvido em um acidente de moto no dia 27 de maio, resultando em fraturas pelo corpo. Os policiais o encaminharam para a Delegacia de Polícia Civil local, que deu continuidade aos procedimentos necessários.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Governo publica MP com aumento de impostos para compensar recuo do IOF

O governo Lula (PT) publicou ontem a medida provisória que aumenta impostos para compensar o decreto do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), publicado no mês passado para cobrir o rombo nas contas da União.

Medida Provisória afeta empresas de apostas esportivas, instituições financeiras e investidores. Veja o que mudou:

1 – Tributação maior sobre apostas esportivas. As bets recolhiam 12% sobre o rendimento das apostas, que é o montante após descontar os prêmios pagos e o Imposto de Renda sobre as premiações. Com a MP, esse percentual subiu para 18%.

2 – Mudanças na CSLL para instituições financeiras. Até a publicação da MP, as instituições financeiras recolhiam entre 9% e 15% de Contribuição Social sobre Lucro Líquido para financiar a Seguridade Social (como saúde pública), enquanto bancos pagavam 20%. A MP acabou com a alíquota de 9%, e agora pequenas fintechs pagarão ao menos 15%.

3 – Tributação de títulos de investimento isentos de IR. A MP regulamenta a cobrança de 5% de Imposto de Renda sobre alguns títulos privados que eram isentos dessa cobrança, como LCI (Letra de Crédito Imobiliário), LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) e debêntures incentivadas (para bancar projetos de infraestrutura). A cobrança será sobre a emissão desses títulos a partir do ano que vem. Quem já comprou esses papéis, continuará isento.

4 – Redução de 80% do IOF em operações de risco sacado. É quando um comprador (sacado) pede a um banco que antecipe a seus fornecedores o pagamento de parcelas de um financiamento enquanto ele reembolsa a instituição financeira no dia do vencimento. A MP reverte a elevação da alíquota do IOF de 0,98% para cerca de 0,19% sobre esse tipo de operação ao acabar com a parte fixa da tributação e reduzir a alíquota diária.

5 – Aumento de 15% para 20% da cobrança do IR sobre distribuição de JCP. Os Juros sobre Capital Próprio são uma categoria para remunerar acionistas, parecida com a distribuição de dividendos. Muitas empresas preferiam essa modalidade de distribuição dos lucros justamente para reduzir a base de cálculo do imposto.

6 – Unificar em 17,5% a cobrança de IR sobre aplicações financeiras. Hoje, o IR cobrado sobre os lucros dos investimentos varia conforme o tipo de aplicação e o prazo. CDBs, por exemplo, cobram 22,5% para quem realizar o saque em até 180 dias, e 15% para saques depois de dois anos. Ações, por sua vez, são taxadas em 15%, com isenção em operações de até R$ 20 mil por mês. Com a MP, as aplicações terão a mesma alíquota de 17,5%.

7 – Tributar ativos virtuais, incluindo criptomoedas e criptoativos. Alíquota de 17,5% para pessoas físicas, jurídicas isentas e Simples Nacional, sobre os rendimentos, incluindo os ganhos líquidos.

A MP aumentará em R$ 44 bilhões a receita bruta da União em 2026, segundo estimativas da Warren Investimentos.

A MP ainda precisa ser analisada pelo Congresso. Embora os efeitos da medida provisória passem a valer imediatamente após sua publicação no Diário Oficial, ela precisará passar por uma comissão mista, formada por senadores e deputados, que discutirá o texto, podendo sugerir mudanças. Em seguida, a comissão emite um parecer que depois é votado nos plenários das duas Casas.

Só ricos na mira, diz Haddad

As mudanças afetarão principalmente os mais ricos. O ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmou no começo da semana que o “importante” era que “essas medidas atingem os moradores de cobertura, pega só gente que tem muito exercício fiscal”.

Congresso não garantiu a aprovação da MP. Apesar de o acordo ter sido costurado com ele, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que o Parlamento não tem o “compromisso” de aprovar a MP. Ele cobrou do governo medidas estruturais, mas elas ficarão para outra fase das negociações, que incluem uma Reforma Administrativa.

Fonte: UOL

Delegado desafeto da Lava Jato é aposentado pela PF por burnout

A Polícia Federal (PF) aposentou por invalidez o delegado Mario Renato Castanheiro Fanton.

O delegado ficou conhecido na operação Lava Jato por entrar em conflito com integrantes da investigação.

Fanton foi responsável por investigar uma escuta encontrada dentro da cela do doleiro Alberto Youssef, preso na primeira fase da Lava Jato e um dos delatores do caso.

Após a atuação no caso, ele passou a ser alvo de ações na Justiça. Após a derrocada da Lava Jato, o delegado acionou a União e ganhou processos contra os desafetos.

A aposentadoria de Fanton foi publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira (9/6) e informa que teria sido por invalidez causada pela síndrome de Burnout.

“Aposentar, por invalidez, com proventos integrais, por doença especificada em lei (Síndrome de Burnout), Mario Renato Castanheira Fanton, ocupante do cargo de Delegado de Polícia Federal, Classe Especial”, diz a publicação.

Fonte: Metrópoles

Câmara aprova projeto que torna mais fácil cancelar contribuição sindical

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (10), projeto de lei que torna mais fácil para o trabalhador cancelar contribuição social. Pelas regras de hoje, ele deveria ir fisicamente ao sindicato para isso. Agora, a mudança poderia ser feita de forma digital.

O projeto, que agora seguirá para o Senado, revoga alguns trechos considerados obsoletos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Até mesmo partidos de esquerda, como o PT, foram favoráveis ao texto, mas contrários ao destaque que tonou possível cancelar de forma online a contribuição.

De acordo com a proposta, de autoria do deputado Fausto Santos Jr (União-AM), o sindicato deve confirmar a decisão do trabalhador em, no máximo, dez dias.

Além disso, o texto determina ferramentas possíveis para cancelamento da contribuição. O pedido pode ser feito pelo portal “Gov.br”, plataformas digitais oferecidas pelos sindicatos, aplicativos de empresas privadas autorizadas ou até mesmo por meio de um encaminhamento de email à entidade.

O deputado Bohn Gass (PT-RS) disse que a proposta enfraquece os sindicatos. “Hoje, um associado a sindicato pode pegar seu celular e pelo WhatsApp se desfiliar, sem comparecer. Com as distorções nas redes sociais onde há tantas fake news, o associado não consegue nem dialogar com sindicado”, disse.

O parlamentar alega que, se não for estimulado esse diálogo entre associado e entidade, ficam fragilizados os sindicatos.

Fonte: Folha de S. Paulo

CPI das Bets pede o indiciamento de Virgínia Fonseca, Deolane e mais 14

A relatora da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Bets, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), sugeriu nesta terça-feira (10) o indiciamento das influenciadoras Virginia Fonseca e Deolane Bezerra, além de outras 14 pessoas, incluindo empresários e representantes das casas de apostas.

Apresentado nesta terça, o relatório final de Soraya ainda precisa ser votado e aprovado pela CPI na próxima sessão —ainda sem data. O documento, obrigatório em comissões parlamentares de inquérito, pode apenas sugerir indiciamentos a autoridades responsáveis, como o Ministério Público Federal.

Soraya propõe que Virginia seja indiciada pelos crimes de publicidade enganosa e estelionato, cujas penas máximas somariam seis anos de prisão. A senadora afirma que a influencer admitiu, durante o depoimento, fazer as apostas em uma conta de demonstração configurada pela bet —a chamada “conta demo”, no jargão publicitário.

“Ao induzir em erro seus milhões de seguidores –que acreditaram que suas ‘apostas’ eram reais–, e obter vantagem indevida –em razão das apostas realizadas por parte desses seguidores, que renderam milhões a ela e às bets que representou–, há indícios de que Virginia tenha cometido o crime de estelionato”, diz Soraya.

O advogado de Virginia, Michel Saliba, disse em nota que recebeu com “surpresa e espanto” o pedido de indiciamento e que “aguarda e confia no justo discernimento a ser dado pelo colegiado da CPI” na votação final.

“A defesa se pronunciará oportunamente, após a deliberação colegiada final da CPI, sempre confiando que se observe à Virginia o mesmo tratamento dado a outros influenciadores digitais que, assim como ela, agiram licitamente na divulgação e publicidade das bets, e que, no entanto, não constaram como indiciados na manifestação da relatora”, diz a nota.

Já Deolane foi convocada pela CPI, mas recebeu um habeas corpus do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça que a liberava de ir ao Senado. Mesmo assim, a relatora afirma que a CPI “colheu indícios suficientes da prática de crimes”.

Soraya sugere que ela seja indiciada pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, além das contravenções penais de jogo de azar e loteria não autorizada —proposta que, somadas as penas, poderia levar a até 26 anos de detenção.

A relatora pede a responsabilização de Deolane pela ligação dela com a bet Zero Um, que não tem autorização do Ministério da Fazenda. A empresa opera hoje em âmbito nacional com uma decisão da Justiça de São Paulo. A bet recebeu autorização de funcionamento no Rio de Janeiro da Loterj (Loteria do Estado do Rio de Janeiro).

Fonte: Folha de S. Paulo

Cantores Nattan e Natanzinho Lima brigam na justiça por nome artístico

Quem acompanha a cena musical já deve ter ouvido falar dos cantores Nattan e Natanzinho Lima, que ganham cada vez mais espaço pelo Brasil. Mas nos últimos meses, eles passaram a dividir não só os palcos, mas também uma disputa jurídica pelo direito de usar o nome “Nattanzinho” como marca registrada. A controvérsia está tramitando no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e ainda não tem decisão final.

O conflito começou em 2024, quando a equipe responsável pela carreira do cantor Nattan — cujo nome completo é Natanael Cesário dos Santos — solicitou o registro exclusivo da palavra “Nattanzinho”. Imediatamente, a equipe de Natanzinho Lima, outro artista em ascensão que também utiliza a expressão como parte do nome artístico, contestou o pedido.

Nattan detém registro, mas disputa continua

O embate envolve o direito de uso da marca “Nattanzinho” para fins comerciais e artísticos. Atualmente, Nattan detém o registro da marca “Nattan” no INPI, o que lhe garante exclusividade sobre o termo em registros oficiais. Por sua vez, Natanzinho Lima tenta comprovar que utiliza o nome artístico há mais tempo, buscando reconhecimento prioritário pelo uso anterior, mesmo sem o registro formal.

O processo está em análise, e o INPI ainda não divulgou uma decisão sobre o mérito da questão. Enquanto isso, ambos os cantores continuam realizando shows em diferentes regiões do país, cada um mantendo sua agenda profissional ativa.

Assessoria de Nattan se pronuncia

A assessoria do cantor Nattan negou que haja uma “briga”, afirmando que não se opõe ao registro de “Natanzinho Lima”, mas contesta o uso isolado de “Natanzinho” para evitar conflito de identidade artística.

Fonte: O Hoje.com

Governo de Pernambuco propõe novo Programa Especial de Recuperação de Créditos com benefício direto aos contribuintes

O Governo de Pernambuco encaminhou à Assembleia Legislativa do Estado (Alepe) Projeto de Lei Complementar, que institui um novo Programa Especial de Recuperação de Créditos (PERC). Com lançamento planejado para julho, o programa traz uma proposta mais robusta e abrangente que a do Dívida Zero, aprovado pela Alepe e implementado em 2023, e amplia significativamente as possibilidades de regularização de débitos com o Estado.

De acordo com a governadora Raquel Lyra, com o novo PERC, Pernambuco irá reforçar a arrecadação de forma sustentável, sem abrir mão da escuta ativa aos contribuintes e do incentivo à regularização espontânea, assegurando recursos para fortalecer os serviços públicos em áreas essenciais como saúde, educação e segurança.

“O nosso governo é um aliado dos contribuintes. Para Pernambuco continuar crescendo e avançando, como tem acontecido desde 2023, investimos nas áreas sociais, na infraestrutura do Estado, na segurança pública e também na justiça fiscal, que é disso que trata o PERC. Estamos de mãos dadas com a população, facilitando as condições de pagamento dos contribuintes pernambucanos e atuando firmemente para que as mudanças necessárias ao desenvolvimento do nosso Estado continuem ocorrendo”, destacou a governadora Raquel Lyra.

O novo programa oferece descontos de até 100% sobre juros e multas para pagamentos à vista, além da possibilidade de parcelamento em até 120 meses. Também permite o uso de créditos acumulados de ICMS — inclusive, não limitado às matrizes e filiais — para a quitação de débitos tributários. Pela primeira vez, o programa inclui créditos não tributários, possibilitando a adesão de contribuintes com pendências em órgãos do Estado, na forma disciplinada por seus titulares.

Outro ponto de destaque é a regularização de débitos relacionados à taxa de prevenção e combate a incêndios dos últimos cinco anos, agora respaldada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STD) que reconheceu, em março, a constitucionalidade da cobrança por serviços prestados pelo Corpo de Bombeiros (Tema 1.282).

Influenciadores são presos por suspeita e fraudes em jogo do tigrinho

Os influenciadores Luiz Gustavo Almeida Silva e Leonardo Viana Porto foram presos, nesta segunda-feira (9/6), durante a Operação Tiger Hunt, da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cáceres, a 225 km de Cuiabá. Além deles, um bombeiro, que não teve o nome divulgado, também foi detido. Um outro influenciador segue foragido.

Luiz Gustavo foi preso em Cáceres. Ele possui mais de 5.900 seguidores no Instagram e se apresenta como “gamer profissional, investidor esportivo e proprietário de uma empresa”. Sua última publicação nos stories é justamente uma divulgação do jogo do tigrinho. Em sua casa, os investigadores apreenderam joias, uma Hilux, uma moto aquática, celulares e computadores.

Já Leonardo Viana foi preso em Cuiabá. Ele possui mais de 2.800 seguidores no Instagram e afirma que a “paixão pelo futebol o levou a 19 países”. Além disso, ensina a “lucrar com apostas”. Foi apreendido computador e celular na casa do suspeito.

Na casa do bombeiro também foi apreendido computador e celular. O quarto alvo está foragido e a polícia segue na cola do suspeito.

O esquema

Segundo a Polícia Civil, as investigações conduzidas durante cinco meses na Derf de Cáceres identificaram o grupo criminoso, que por intermédio de influenciadores digitais, criou um engenhoso esquema de fraude, que promovia lançamentos diários de novas plataformas de jogos online ilegais, em especial o Jogo do Tigrinho (Fortune Tiger), incentivando seus seguidores a apostar pelos vídeos onde eles apareciam ganhando altos valores, em poucos segundos, e com apostas de valor baixo.

Os investigados se valiam de uma versão de demonstração, que tinha senhas programadas para apresentar resultados vitoriosos no jogo de cassino online, o que não era verdade. Os ganhos fictícios serviam para captar um maior número de apostadores.

As investigações apontaram ainda, que organização comprava CPF de pessoas vulneráveis pelo valor de R$ 50 a R$ 100, forçando-as a realizar um cadastro em contas bancárias digitais, para utilizar em sites de apostas, bem como para lavar o dinheiro das empresas de que são sócios-proprietários.

Durante a investigação, constatou-se o aumento expressivo do patrimônio dos investigados, que adquiriram veículos de luxo, imóveis, motoaquática, joias, além de viagens para destinos turísticos, inclusive frequentando restaurantes caros, ostentando uma vida que a população média não tem acesso.

Fonte: RD News

São João 2025: SDS prorroga até 14 de junho prazo para solicitação de reforço policial

Essa é a última chamada para que os responsáveis por festas juninas públicas ou privadas solicitem o reforço no policiamento e a realização de vistorias. A Secretaria de Defesa Social (SDS) ampliou o prazo para o envio dos pedidos, que agora podem ser feitos até o dia 14 de junho.

Desta forma, os interessados deverão preencher o formulário disponível no site www.eventos.sds.pe.gov.br, idealizado pelo Comitê de Segurança em Grandes Eventos (CSGE) da SDS. Após preenchido, será gerado automaticamente um processo online, comunicando o pedido às Operativas da SDS para a adoção das providências necessárias.

O pedido é válido para os eventos que sejam realizados até 29 de junho, e deve ser feito observando-se o prazo de 15 dias de antecedência em relação à data dos festejos. Os organizadores também devem apresentar a autorização da prefeitura local com o respectivo deferimento ao Batalhão de Polícia Militar que atende a área do evento em até 8 dias antes das festividades.

Importante ressaltar que os que realizarem festas juninas sem a devida regularização junto à SDS poderão enfrentar as seguintes punições, conforme previsto na Lei nº 14.333/2010: suspensão do evento, interdição do local, multa de R$ 25 mil, e, em caso de reincidência, a multa será dobrada. Além disso, o responsável poderá responder por sanções cíveis e penais, de acordo com a gravidade do caso.

“A recomendação é que os organizadores colaborem com as equipes técnicas, apresentem a documentação necessária e sigam as orientações legais. A intenção da Secretaria é assegurar que os festejos ocorram com paz, segurança e responsabilidade”, esclareceu o gerente de Articulação e Segurança de Grandes Eventos da SDS, tenente-coronel Valdemio Gondim.

“Para cancelamento do evento, o responsável legal deverá comunicar o fato por e-mail, com antecedência mínima de 5 dias úteis, enviando mensagem para o endereço grandeseventos@sds.pe.gov.br”, explicou o tenente-coronel Valdemio Gondim.

BOMBEIROS – Em caso de haver utilização de trios elétricos ou estruturas físicas de apoio (palcos, camarotes e afins), a análise do projeto de segurança e a realização de vistorias devem ser solicitadas ao Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE), pelo site www.bombeiros.pe.gov.br.

Setor de apostas afirma que ‘supertributação’ das bets deve gerar perda de arrecadação bilionária

A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) enviou no domingo (8) a lideranças do Congresso um documento em que critica a proposta do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de elevar a tributação sobre as casas de apostas online.

O parecer, produzido pela associação, afirma que o aumento da soma das alíquotas de tributos cobrados sobre as empresas não deve “produzir efeitos significativos em 2025”.

A ANJL diz, ainda, que a proposta poderá levar a um aumento de plataformas clandestinas e a uma disputa jurídica.

A sugestão de aumentar a taxação das bets foi apresentada por Haddad a líderes e à cúpula do Congresso na noite de domingo. A medida faz parte de um pacote, planejado pela Fazenda, para compensar a “recalibragem” do decreto que elevou as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Segundo Haddad, serão revistos os percentuais definidos do IOF para algumas operações. As perdas serão compensadas por uma medida provisória, que será editada para elevar a arrecadação dos cofres públicos.

No caso das casas de apostas, a proposta do governo é que haja um aumento da alíquota cobrada sobre o faturamento das empresas.

Hoje, as bets pagam 12% sobre a arrecadação — já descontados os prêmios pagos aos vencedores e o Imposto de Renda. De acordo com o ministro da Fazenda, o percentual subiria para 18%.

O parecer, enviado pela ANJL também aos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), argumenta que a medida pode ter alcance limitado e gerar uma baixa arrecadação.

“Provavelmente não deve produzir efeitos significativos em 2025. Estimativas preliminares indicam que o impacto mensal da elevação de alíquota seria da ordem de R$ 170 milhões, com impacto máximo em 2025 de R$ 680 milhões”, diz o documento.

A associação defende, ainda, que o governo opte por enfrentar a “informalidade” no setor de jogos online. Plataformas irregulares, segundo estimativas da ANJL, podem elevar a arrecadação em até R$ 8 bilhões.

Clandestinidade

O documento da associação afirma que o aumento da tributação pode impulsionar plataformas irregulares de apostas.

Segundo a ANJL, as mudanças podem impactar os pedidos de autorização de operação. Eventuais desistências de casas de apostas do processo regulatório, de acordo com a entidade, poderiam levar a uma perda de R$ 2,8 bilhões.

A ANJL sustenta também que, em setores como o de apostas, o aumento de tributação pode “estimular a migração de operadores e usuários para plataformas não licenciadas, comprometendo a eficácia da arrecadação e ampliando a informalidade”.

“Em outras palavras, mesmo que a base projetada parta de um GGR compatível com os dados reais do setor, não é possível assegurar que a arrecadação evoluirá de forma proporcional à elevação da alíquota, uma vez que a reação dos agentes econômicos pode neutralizar — ou até reverter — o ganho fiscal estimado”, afirma.

Fonte: G1

Brasil registra quarto foco de gripe aviária, desta vez em aves domésticas

Um novo foco de gripe aviária foi registrado em Campinápolis, no Mato Grosso, e envolve aves domésticas de subsistência. Com este, já são quatro focos em andamento da doença no país.

Propriedade foi interditada. O novo foco da doença foi confirmado anteontem pelo Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária). No dia seguinte, já foram adotadas medidas de erradicação e as ações de vigilância no raio de 10 km ao redor do foco.

Instituto montou barreira na propriedade. Em nota, o Indea-MT (Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso) explicou que a barreira vai impedir o trânsito de animais, materiais e equipamentos potencialmente contaminados.

Todas as aves existentes na propriedade foram abatidas. Porém, não foi detalhado pelo Indea-MT o número de aves mortas.

Não há granjas comerciais em um raio de 10 km da propriedade, segundo o Mapa.

Novo foco não traz mais restrições às importações brasileiras. “O consumo e a exportação de produtos avícolas permanecem seguros”, observa o Ministério.

Há outros três focos em andamento no país: em Minas Gerais, no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul. Em Brasília (DF) e em Sapucaia do Sul (RS) os focos ocorrem em zoológicos. Já em Mateus Leme (MG) é registrado em uma propriedade particular.

Atualmente, 48 países mantêm a suspensão total das exportações de carne de aves do Brasil. Outros 16 limitam a restrição ao estado do Rio Grande do Sul e quatro adotam a restrição somente ao município de Montenegro (RS).

Fonte: UOL

Mega-Sena acumula e pagará prêmio de R$ 61 milhões no próximo sorteio

Ninguém acertou as seis dezenas do Concurso 2.873 da Mega-Sena, sorteadas no sábado (7). O próximo sorteio será na terça-feira (10) e pagará um prêmio de R$ 61 milhões.

Foram sorteadas as dezenas 04 – 05 – 17 – 27- 52 – 56.

A quina teve 95 apostas ganhadoras e cada uma vai receber R$ 44.356,88. Os 8.838 ganhadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 681,13.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5.

Fonte: Agência Brasil

Neto é preso ao andar com corpo do avô morto em cadeira de rodas para pedir dinheiro em Manaus

Um homem de 42 anos, identificado como Romulo Alves da Costa, foi preso na tarde deste sábado (7) após ser flagrado empurrando o corpo do avô, José Pequenino da Costa, de 77 anos, em uma cadeira de rodas pelas ruas do Centro de Manaus.

Segundo a Polícia Civil, Romulo usava o avô para pedir dinheiro na Avenida Eduardo Ribeiro. A cena chamou a atenção de pedestres e comerciantes, que perceberam que o idoso não se movia e aparentava estar morto.

Policiais da 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) foram acionados e, em seguida, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou o óbito.

A perícia indicou que a morte não ocorreu no local e que o idoso já estava morto há algumas horas. O corpo apresentava rigidez cadavérica e foi levado para o Instituto Médico Legal (IML), onde será submetido a exames de necropsia.

Romulo foi detido e encaminhado para a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), para prestar depoimento.

Após a repercussão do caso, outros familiares foram até a delegacia. Um parente, que preferiu não se identificar, contou ao g1 que Romulo é neto biológico de José Pequenino, mas chegou a ser registrado como filho.
Segundo esse familiar, Romulo é usuário de drogas, havia saído recentemente da prisão e costumava ser acolhido pelo avô sempre que aparecia.

O parente também informou que o idoso fazia tratamento nos rins e usava bolsa coletora. Há alguns meses, Romulo disse que levaria o avô para visitar parentes e, desde então, não foi mais visto com ele pelos familiares.

As circunstâncias da morte do idoso ainda são desconhecidas. A Polícia Civil investiga o caso.

Fonte: G1