Jadson Araújo vai subir ao palco da Festa de Agosto de Umãs na noite de sábado

O cantor Jadson Araújo, que se destacou como uma das atrações mais animadas dos festejos de Conceição das Crioulas, está confirmado na Festa de Agosto de Umãs, em Salgueiro. Ele subirá ao palco no sábado, dia 29, antecedendo o show de Batista Lima.

A programação completa foi divulgada pelo prefeito Fabinho Lisandro nesta quinta-feira, 20, por meio das redes sociais.

O evento terá shows na Praça da Capela na noite de sábado e a tradicional Festa do Vaqueiro, que ocorre durante todo o domingo. Ao longo do dia e da noite do dia 30, haverá cavalgada pelas ruas da comunidade, pega de boi no mato e apresentações musicais.

“Preparamos uma programação especial, do jeito que o povo pediu, para celebrar a nossa tradição e cultura, com Batista Lima, Jadson Araújo, Sérgio do Forró, Chico Justino e Cícero Mendes, Sela do Patrão e Júnior Silva”, destacou Fabinho no anúncio das atrações.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Mulher que fingiu ser criança e enganou família é condenada em SC

O TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina) condenou Amanda Maria Souza de Oliveira, de 38 anos, por estelionato e falsa identidade. Ela foi presa em Joinville (SC) após fingir ter 12 anos e ser acusada de enganar uma família. Ao UOL, a defesa da mulher disse que recorrerá da sentença.

Amanda foi condenada a um ano, seis meses e 10 dias de reclusão e mais quatro meses e 18 dias de detenção, em regime inicial semiaberto. Porém, a decisão manteve a prisão preventiva (por tempo indeterminado) da mulher e não permitiu que ela recorra da decisão em liberdade. O processo tramita em segredo de justiça.

Os autos apontaram que a mulher criou uma identidade fictícia e foi tratada como filha pela família durante 14 meses. Ela recebeu moradia, alimentação, medicamentos e outros cuidados.

Segundo o TJSC, a sentença apontou que Amanda, usando uma identidade falsa, se aproximou da família e contou ter vivido situações de vulnerabilidade, como abusos, problemas de saúde e abandono familiar. Para a Justiça, a materialidade e a autoria dos crimes foram comprovadas por documentos obtidos durante a investigação, pelo laudo pericial de um celular apreendido — o tribunal não informou quem era o proprietário do aparelho, além de depoimentos das vítimas e testemunhas. Também pesou o depoimento de Amanda, que confessou ter usado nome e idade falsos.

Na decisão, a Justiça destacou que a mulher criou e manteve uma identidade fictícia e adotou comportamento compatível com a condição de criança ou adolescente. Ela também apresentou explicações para afastar suspeitas sobre sua real condição, obtendo com a fraude vantagem patrimonial por meio do custeio integral de sua subsistência no período em que viveu com a família. Ainda foi considerada a repercussão social e os “impactos emocionais e familiares decorrentes da situação, especialmente em razão do vínculo construído entre a ré e as vítimas ao longo de mais de um ano”.

Para a Justiça, Amanda agiu de modo consciente para induzir e manter as vítimas em erro e obter benefícios materiais em razão de manter a identidade falsa e sustentá-la ao longo do tempo.

Defesa de Amanda disse ao UOL que discorda da decisão e irá recorrer visando provar a inocência da cliente. “A equipe jurídica coloca-se à disposição para eventuais esclarecimentos, reafirmando que continuará incansável na busca pela comprovação da inocência de Amanda”, concluíram Sarita Henrique de Paiva e Lúcio Souza.

O caso ganhou repercussão nacional em junho. Na ocasião, Amanda foi presa em flagrante na casa da família que a acolheu em Joinville (SC).

Fonte: UOL