Irã ameaça atacar embaixadas de Israel em ‘todo o mundo’: ‘Alvos legítimos’

O porta-voz das Forças Armadas da República Islâmica do Irã, Abolfazl Shekarchi, ameaçou atacar “todas as embaixadas” de Israel ao redor do globo como forma de resposta a um eventual ataque israelense à embaixada iraniana no Líbano… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/03/04/ira-ameaca-atacar-embaixadas-de-israel-em-todo-o-mundo-alvos-legitimos.htm?cmpid=copiaecola

Shekarchi disse que, caso Israel ataque embaixada do Irã em Beirute, a resposta será imediata. “Israel ameaçou atingir a embaixada iraniana no Líbano. Se isso ocorrer, todas as embaixadas desse regime serão alvos legítimos” das forças iranianas, declarou o porta-voz em um canal de TV local, segundo a agência AFP.

Porta-voz também criticou Israel por “não impor limites às suas ações militares”. Shekarchi afirmou que, apesar de “sua capacidade bélica relevante”, a República Islâmica iraniana tem, até o momento, “respeitado” as regras do direito internacional em meio ao conflito contra Israel e os EUA.

Ameaças de ataques às embaixadas feita por Shekarchi é uma resposta direta ao porta-voz do exército israelense, Avichay Adraee. Ontem, Adraee deu um prazo de 24 horas para que os representes do Irã deixem o Líbano, “antes de serem atacados”.

Israel trava batalhas simultâneas contra o Irã e o Hezbollah, no Líbano. Desde o final de semana, Tel Aviv voltou a realizar bombardeios contra o território libanês, sob a justificativa de atingir membros do grupo pró-Irã.

Beirute, capital do Líbano, foi alvo de ataques israelenses na manhã de ontem. Um hotel atingido e ao menos 11 pessoas morreram em pontos diferentes da cidade, segundo o governo local.

Os ataques das tropas de Benjamin Netanyahu integram uma escalada acentuada dos combates ao longo da fronteira entre o Líbano e Israel. Israel alega que está revidando uma agressão do Hezbollah, que lançou drones e mísseis contra o seu território após ação dos EUA no Irã.

Fonte: UOL

Músico Roger Waters diz que já estamos na Terceira Guerra Mundial e declara apoio ao Irã

O músico britânico Roger Water afirmou neste 1º de março de 2026 que o mundo já estaria vivendo a Terceira Guerra Mundial e declarou apoio ao Irã em meio à escalada militar no Oriente Médio. A manifestação foi publicada em suas redes sociais, no contexto da ofensiva conjunta conduzida pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano, que resultou na morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei e desencadeou uma série de ataques retaliatórios na região.

Em sua mensagem, Water escreveu: “1º de março de 2026 é o segundo dia da Terceira Guerra Mundial.”

Na sequência, fez duras críticas às lideranças políticas ocidentais e a Israel: “Nós, o povo comum do mundo, somos muito mais numerosos do que a escória israelense e as elites dominantes no Ocidente.”

O artista também declarou solidariedade ao Irã e reiterou sua posição histórica em defesa da causa palestina: “Estamos ao lado de nossos irmãos e irmãs no Irã na luta para acabar com a ocupação, a opressão e o genocídio de nossos irmãos e irmãs na Palestina.”

Ao final da publicação, acrescentou: “Nós estamos certos, as elites estão erradas. Nós venceremos. Amor e paz, Roger Waters.”

A declaração repercute em um cenário de forte tensão internacional, após os ataques que atingiram a cúpula política e militar iraniana e provocaram retaliações com mísseis e drones contra Israel e bases dos Estados Unidos na região do Golfo. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu publicamente a operação militar e conclamou iranianos a promoverem uma mudança de regime.

Roger Water tem histórico de posicionamentos contundentes contra a política externa dos Estados Unidos e contra o governo de Israel, especialmente em relação à situação na Palestina. Sua nova manifestação reforça essa linha de crítica, agora em meio a uma crise que amplia o risco de internacionalização do conflito no Oriente Médio.

Fonte: Brasil 247

Guerra entre Israel, EUA e Irã chega ao terceiro dia e se espalha pelo Oriente Médio

A guerra no Oriente Médio chegou ao terceiro dia nesta segunda-feira, 2, com novos bombardeios trocados entre Israel e Irã e a expansão de novos focos de conflito na região.

Durante a madrugada, o Hezbollah, milícia xiita aliada ao Irã, lançou ataques contra o norte de Israel como retaliação à morte do aiatolá Ali Khamenei no sábado. O Exército israelense respondeu com bombardeios contra o grupo no sul do Líbano e nos arredores de Beirute. Ao menos 31 pessoas morreram e 149 ficaram feridas, segundo o governo libanês.

O Irã, então, respondeu com novos ataques contra cidades israelense. Segundo o governo iraniano, foram lançados mísseis contra Haifa e Tel-Aviv e Jerusalém, onde fica o gabinete do premiê Binyamin Netanyahu.

Em uma entrevista coletiva, o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, afirmou que a operação contra o Irã está em seus estágios iniciais e que mais forças americanas continuam a chegar ao Oriente Médio, sugerindo uma campanha prolongada. “Este trabalho está apenas começando e continuará”, disse ele.

Drones atacam o Golfo

Drones iranianos também atacaram petroleiros no Golfo Pérsico, além de alvos nas águas territoriais de Omã. O Irã também lançou drones contra alvos industriais no Catar. Foram registrados ainda ataques na Arábia Saudita. Além disso, os Emirados Árabes disseram ter interceptado um ataque iraniano.

O governo britânico diz ter impedido um ataque com drones contra sua base aérea no Chipre, que tem auxiliado o esforço de defesa antiaérea israelense.

Em meio ao caos, os militares dos EUA afirmaram que o Kuwait “abateou por engano” três caças F-15E Strike Eagle americanos durante uma missão de combate.

Novos ataques ao Irã

Pela manhã, Israel lançou também novos ataques contra a capital iraniana, Teerã.

Pelo menos 555 pessoas foram mortas no Irã até o momento pela campanha conjunta EUA-Israel, segundo a Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano, e mais de 130 cidades em todo o país foram atacadas. Em Israel, 11 pessoas foram mortas.

Fonte: Estadão

Guerra na Ucrânia completa 4 anos; é a mais longa na Europa desde 1945

A guerra entre Rússia e Ucrânia entrou em seu 5º ano nesta terça-feira (24.fev.2026) com impactos sobre civis, militares e infraestrutura. O conflito se consolidou como a guerra ininterrupta entre Estados mais duradoura na Europa desde a 2ª Guerra Mundial (1939-1945), com impacto devastador sobre civis, militares e infraestrutura.

Desde 1945, a região já testemunhou outros confrontos, como o conflito entre Turquia e Grécia nas décadas de 1960 e 1970. Ainda, a guerra na Iugoslávia nos anos 1990. A disputa interna levou à criação de novos Estados independentes como Bósnia e Herzegovina, Croácia, Sérvia, Kosovo e Macedônia do Norte. Nenhum desses episódios, no entanto, alcançou a escala da guerra na Ucrânia. Dados levantados pelo Poder360 indicam que o custo humano acumulado — incluindo mortos, feridos, desaparecidos e deslocados— já chega a 10 milhões de pessoas. Os dados são da ONU e da ONG Human Rights Watch.

Além disso, a Rússia mantém o controle de aproximadamente 20% do território ucraniano, cerca de 120 mil km², enquanto a linha de frente se estabilizou em uma guerra de atrito, com avanços russos calculados entre 15 e 70 metros por dia em ofensivas recentes. Esses dados foram compilados pelo United24 Media, plataforma vinculada ao governo ucraniano que acompanha e divulga estatísticas sobre a guerra. O país também já teve 50% da sua geração de energia comprometida.

PERSPECTIVAS PARA A PAZ

As negociações ainda não conseguiram conciliar as exigências de ambos os países. Para a Ucrânia, a paz também é assegurar que o avanço russo não se repetirá. Kiev busca garantias de segurança rígidas, incluindo a manutenção de sua soberania e a possibilidade de contar com alianças internacionais para proteção, como a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) –aliança militar ocidental liderada pelos Estados Unidos.

O país insiste que qualquer cessar-fogo deve ser acompanhado de mecanismos que impeçam a violação de tratados. Oleg Vlasenko, ministro-conselheiro da Ucrânia no Brasil, destaca o ceticismo ucraniano em relação a compromissos históricos: “A Ucrânia entregou o 3º maior arsenal nuclear do mundo em troca de promessas. Não podemos repetir esses erros, e por isso as garantias devem ser muito sérias”.

Para Moscou, a “Operação Especial Militar” –termo preferido pelo Kremlin– só terminará quando as preocupações estratégicas forem atendidas. O embaixador Alexey Kazimirovitch Labetskiy condiciona o cessar-fogo à neutralidade ucraniana.

“O que nos interessa é estabelecer a paz e proteger os direitos do povo russo, de nosso país e da identidade russa. Não nos interessa o alargamento da Otan. […] O cessar-fogo que teria como único objetivo permitir o rearmamento do governo ucraniano não nos convém”, declara.

Outro ponto do Kremlin seria a realização de eleições na Ucrânia sob supervisão e alinhamento com a “nova ordem”, como mencionado por Labetskiy, uma medida criticada por Kiev como tentativa de ingerência.

Fonte: Poder 360

Narcotraficante mais procurado do México é morto em operação militar

O narcotraficante mexicano Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, foi morto em uma operação militar neste domingo (22), informou o Ministério da Defesa do México.

Ex-policial, ele comandava há anos um dos cartéis mais influentes do México, o Jalisco Nueva Generación (CJNG), e era considerado uma das figuras mais violentas do crime organizado.

Segundo o Ministério da Defesa mexicano, El Mencho morreu ao amanhecer de domingo na cidade de Tapalpa, no estado de Jalisco, na região centro-oeste do país.

Ele sofreu ferimentos graves durante a operação e não resistiu enquanto era transferido de avião para a Cidade do México, afirmou o órgão em nota oficial. Vários outros membros do CJNG morreram na ação.

O Ministério da Defesa também informou que vários veículos blindados e armas — incluindo lançadores de foguetes — foram apreendidos durante a operação. Além disso, três membros do exército ficaram feridos e foram levados para hospitais na Cidade do México.

Sob o comando de El Mencho, o cartel se expandiu rapidamente na última década, dedicando-se à produção e venda de drogas, além da extorsão de empresas locais.

O grupo ganhou notoriedade por ataques ousados às forças de segurança e por espalhar medo em comunidades de diferentes regiões do país.

Em poucos anos, o cartel ampliou sua atuação em outros países e tornou-se rival do Cartel de Sinaloa, liderado por Joaquín “El Chapo” Guzmán, que cumpre pena nos Estados Unidos.

Os EUA já chegaram a oferecer recompensa de US$ 15 milhões por informações que levassem à captura de El Mencho.

Fonte: G1

Agentes federais dos EUA matam a tiros mais uma pessoa em Minneapolis

Um homem de 37 anos foi morto durante abordagem de agentes federais enviados pelo governo de Donald Trump, em Minneapolis, nos Estados Unidos, neste sábado (24). O governador de Minnesota, o democrata Tim Walz, chamou a ação de “mais um ataque a tiros horrível” por agentes federais no estado.

De acordo com autoridades, a vítima é Alex Pretti, um enfermeiro, cidadão americano e morador da cidade. O incidente ocorre duas semanas após um agente do ICE ter matado a tiros Renée Good, cidadã americana também de 37 anos, na mesma cidade.

Em vídeo nas redes sociais, ao menos seis agentes tentam conter Pretti por 20 segundos antes de realizar uma série de disparos contra ele, que fica estendido, imóvel, no chão.

O local do vídeo coincide com o endereço providenciado por autoridades locais em entrevista coletiva, próximo à esquina da avenida Nicollet com a rua 26 Leste. A ação é filmada ainda pelo ângulo oposto, de frente para a ação dos agentes. As imagens, filmadas por diversos ângulos, não sugerem que Pretti tentava agredir os agentes, mas tentado resistir à abordagem dos funcionários federais, que também empurraram uma mulher próxima a Pretti.

“Acabei de falar com a Casa Branca após outro ataque a tiros horrível realizado por agentes federais nesta manhã. Minnesota não aguenta mais. Isso é repugnante”, escreveu Walz no X, logo após o incidente. “O presidente deve encerrar esta operação. Retire os milhares de oficiais violentos e não treinados de Minnesota. Agora.”

Mais tarde, Trump acusou Walz e o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, também democrata, de insurreição.

Em entrevista a jornalistas, Frey pediu que Trump colocasse “os EUA em primeiro lugar”. “Quantos moradores, residentes, americanos precisam morrer ou serem machucados para que essa operação acabe?”, questionou.

A população local reagiu à escalada da violência protestando na cidade, próximo ao local em que o homem foi morto, encarando temperaturas abaixo de zero em meio a forte nevasca que atinge diversos estados do centro e do leste do país. O local ficou restrito por autoridades federais, e autoridades locais afirmaram durante a tarde que não tiveram acesso ao local da abordagem para investigar o caso.

Em imagens nas redes e nas emissoras de TV locais, a polícia aparece usando gás lacrimogêneo, spray de pimenta e bombas de efeito moral para conter os manifestantes. Durante a tarde, agentes federais já haviam deixado as imediações.

De acordo com o chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, a polícia conseguiu identificar que o único registro policial de Pretti foi em decorrência de multas de trânsito.

Na entrevista, O’Hara afirmou que uma equipe recebeu chamado às 9h03 (12h03 em Brasília) e, quando chegou ao local, encontrou o homem com “múltiplos ferimentos por tiros”. Ele foi transportado por ambulância ao hospital, onde a morte foi confirmada.

Nas redes sociais, o Departamento de Segurança Interna afirma que a ocorrência aconteceu em meio a uma operação contra um suposto imigrante em situação irregular no país. De acordo com a pasta, um homem se aproximou de agentes com uma pistola semiautomática de 9 mm —imagens disponíveis não parecem indicar essa alegação, e Pretti parece apenas filmar a ação e tentar impedir que os agentes atingissem uma mulher que havia sido empurrada.

Ainda segundo o departamento, houve uma tentativa de desarmar o homem, mas ele teria reagido de forma violenta —o homem resiste à abordagem, mas não há sinais, nas imagens, de que ele tentou agredir os seis agentes sobre ele.

Pretti possuía licença para portar arma de fogo, segundo O’Hara. De acordo com o Departamento de Segurança de Minnesota, é necessária uma licença para portar armas de fogo em público, mas a legislação não exige que se oculte a arma.

Fonte: Folha de S; Paulo

Dinamarqueses marcham contra anexação da Groenlândia pelos EUA

Milhares de pessoas saíram às ruas em Copenhague, capital da Dinamarca, neste sábado (17/1) para protestar contra os planos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a compra da Groenlândia. Sob um céu nublado, os manifestantes, com bandeiras da Groenlândia e da Dinamarca, formaram uma maré vermelha e branca na praça da Câmara Municipal da capital dinamarquesa.

Desde que voltou ao poder, há um ano, Trump reiterou em várias ocasiões a ambição de tomar o controle da Groenlândia, um território autônomo dinamarquês estratégico e pouco povoado. Segundo ele, conseguiria isto “de uma maneira ou de outra”, para travar o avanço da Rússia e da China no Ártico. Neste sábado (17), o norte-americano anunciou que taxará os países europeus que estiverem contra a compra da Groenlândia.

Os manifestantes exibiam cartazes com slogans como “Os Estados Unidos já têm gelo suficiente” ou “Make America Go Away” (“Faça os Estados Unidos irem embora”), parafraseando o slogan “Make America Great Again” de Trump.

“Para mim é importante estar aqui, porque isto trata do direito do povo groenlandês a decidir o seu próprio futuro. Não podemos nos deixar intimidar por um Estado, nem sequer por um aliado. É uma questão de direito internacional”, disse Kirsten Hjoernholm, 52 anos, funcionária da ONG Action Aid Dinamarca, que compareceu à manifestação em Copenhague.

Fonte: Correio Braziliense

Após fala de Trump, presidente da Colômbia diz que pegará em armas se necessário

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse nesta segunda-feira (5) que, se necessário, poderá voltar a pegar em armas para defender o país. O mandatário ressaltou ainda que deu ordem à força pública colombiana para atirar contra o “invasor”.

As declarações, escritas no X, foram dadas em resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, neste domingo (4), ameaçou armar uma operação militar contra a Colômbia.

“Embora eu não tenha sido militar, conheço a guerra e a clandestinidade. Jurei não empunhar mais uma arma desde o Pacto de Paz de 1989, mas pela Pátria pegarei novamente em armas, ainda que não queira”, disse Petro, que participou do movimento de guerrilha M19 (Movimento 19 de Abril), nos anos 1980.

O presidente da Colômbia afirmou ainda que os comandantes da força pública que não defendam a soberania popular deverão deixar a corporação.

“Cada soldado da Colômbia tem agora uma ordem: todo comandante da força pública que preferir a bandeira dos Estados Unidos à bandeira da Colômbia deve se retirar imediatamente da instituição, por ordem das bases, da tropa e minha. A Constituição ordena à força pública que defenda a soberania popular”.

O presidente acrescentou que a ordem à força pública é não atirar contra o povo, mas sim contra o invasor.

Petro listou uma série de ações do seu governo contra a produção e o tráfico de drogas e destacou que foi eleito democraticamente e não tem envolvimento com o narcotráfico. “Não sou ilegítimo, nem sou narcotraficante. Só possuo minha casa de família, que ainda pago com meu salário. Meus extratos bancários foram publicados. Ninguém pôde dizer que gastei mais do que ganho. Não sou ambicioso”.

“Tenho enorme confiança no meu povo, e por isso pedi que o povo defenda o presidente de qualquer ato violento ilegítimo contra ele”, acrescentou.

Domingo, Trump ameaçou deflagrar uma ação militar contra a Colômbia, disse que o país está doente e é administrado por um homem doente. O presidente dos EUA acusou, sem provas, o presidente Petro de gostar de produzir cocaína e de vender a droga aos Estados Unidos.

As afirmações foram feitas após os Estados Unidos prenderem o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma operação no sábado (3), e o levarem para Nova York para ser julgado.

Fonte: Agência Brasil

Trump diz que EUA vão administrar Venezuela e controlar petróleo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3), na primeira manifestação oficial após a invasão militar na Venezuela e captura de Nicolás Maduro, que o governo norte-americano vai administrar o país latino-americano, a partir de agora, até que se possa fazer uma transição de poder.

“Vamos administrar o país até que possamos realizar uma transição segura, adequada e criteriosa. Não queremos nos envolver em colocar outra pessoa no poder e acabar na mesma situação que tivemos por um longo período de anos”, disse o norte-americano.

De acordo com Trump, os Estados Unidos “estão lá agora”.

“O que as pessoas não entendem — mas passam a entender quando digo isto — é que estamos lá agora, e vamos permanecer até que a transição adequada possa ocorrer. Portanto, vamos ficar e, essencialmente, administrar o país até que uma transição correta seja possível”, disse em uma coletiva de imprensa transmitida de sua residência particular no resort de Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida.

Trump destacou o que classificou como uma das “demonstrações mais impressionantes, eficazes e poderosas da capacidade e da competência militar americana na história dos Estados Unidos”, que teria neutralizado completamente as defesas venezuelanas. Disse também que nenhum equipamento militar estadunidense foi sequer atingido e nenhum homem morto ou ferido na operação.

“Todas as capacidades militares da Venezuela foram tornadas impotentes quando os homens e mulheres de nossas Forças Armadas, trabalhando em conjunto com as forças de segurança dos Estados Unidos, capturaram Maduro no meio da noite. Estava escuro. As luzes de Caracas estavam em grande parte apagadas devido a uma certa expertise que possuímos. Estava escuro e foi letal”, afirmou.

“Mas ele foi capturado junto com sua esposa, Cilia Flores, ambos agora enfrentando a Justiça americana. Maduro e Flores foram indiciados no Distrito Sul de Nova York, sob responsabilidade de Jay Clayton, por sua campanha de narcoterrorismo mortal contra os Estados Unidos e seus cidadãos”, afirmou.

Pouco antes de iniciar a declaração à imprensa, Trump publicou uma suposta foto de Nicolás Maduro em que o venezuelano aparece com os olhos cobertos por óculos escuros. A foto foi postada por Trump em sua rede Truth Social, com a descrição de que Maduro estaria a bordo do USS Iwo Jima, em referência ao navio militar norte-americano para o qual teria sido transferido.

Petróleo

O presidente dos EUA, que justificou a invasão com acusações de narcotráfico por parte do governo Maduro, embora sem provas, também deixou claro que o setor petrolífero venezuelano, que possui as maiores reservas conhecidas do planeta, passará a ser controlado por empresas norte-americanas. E ameaçou com uma segunda onda de ataques caso haja resistência do país.

“Como todos sabem, o setor de petróleo na Venezuela foi um fracasso, um fracasso total por um longo período. Eles estavam produzindo quase nada em comparação com o que poderiam estar produzindo e com o que poderia ter acontecido. Vamos levar nossas grandes empresas petrolíferas dos Estados Unidos — as maiores do mundo — para investir bilhões de dólares, consertar a infraestrutura gravemente danificada, a infraestrutura de petróleo, e começar a gerar dinheiro para o país”, disse.

“E estamos prontos para lançar um segundo ataque, muito maior, se for necessário. Estávamos preparados para realizar uma segunda onda, se fosse preciso. Na verdade, presumíamos que uma segunda onda seria necessária, mas agora provavelmente não será.”

Fonte: Agência Brasil

Brasil reconhece vice de Maduro como atual presidente da Venezuela

O Brasil reconhece Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela, como a atual comandante do país, após os Estados Unidos capturarem o ditador venezuelano Nicolás Maduro.

A informação foi confirmada pela ministra interina das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha.

“Na ausência do atual presidente Maduro, é a vice. Ela está como presidente interina”, disse a ministra em coletiva de imprensa.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos irão governar a Venezuela após a captura do ditador Nicolás Maduro.

Os Estados Unidos atacaram a Venezuela e capturaram o ditador Nicolás Maduro, que estava no poder há décadas, em uma operação realizada na madrugada deste sábado (3), anunciou o presidente americano Donald Trump.

Ele informou que o país será governado pelos EUA por enquanto, inclusive com o envio de tropas, se necessário.

Não está claro como Trump pretende supervisionar a Venezuela. Apesar da operação noturna que deixou parte de Caracas sem energia elétrica e capturou Maduro em um de seus esconderijos, as forças americanas não têm controle sobre o país em si, e o governo de Maduro parece ainda estar no poder.

Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram retirados do território venezuelano e estão a bordo do navio USS Iwo Jima, com destino a Nova York, onde o ex-presidente será processado pelo Distrito Sul.

As acusações contra ele incluem conspiração de narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de armas destrutivas.

Fonte: CNN

Venezuelanos vão às ruas em Santiago e comemoram a captura de Maduro

Centenas de venezuelanos tomaram as ruas de Santiago, no Chile, em manifestações de apoio a captura do ditador venezuelano, Nicolás Maduro. Uma intervenção militar executada pelos Estados Unidos na Venezuela, neste sábado (3), culminou na captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

Sob os gritos de “Obrigado, Chile”, uma multidão de venezuelanos fecharam as ruas da capital chilena. Com bandeiras e camisetas que remetem as cores da bandeira da Venezuela, opositores ao regime chavista comemoraram a captura do ditador Nicolás Maduro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu sinal verde “há alguns dias” para a captura de Nicolás Maduro. A missão foi executada pela Força Delta do Exército, segundo uma fonte familiarizada com o assunto.

A localização do presidente venezuelano foi rastreada pela CIA, à qual Trump havia autorizado atividades secretas dentro da Venezuela alguns meses antes. Maduro foi preso para ser julgado nos Estados Unidos, segundo um senador republicano que afirma ter conversado com o secretário de Estado, Marco Rubio.

O que se sabe sobre ataque

A operação, iniciada por volta das 3h (horário de Brasília), atingiu a capital Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo o governo americano, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram retirados do território venezuelano em uma ação conjunta envolvendo tropas de elite e a polícia dos EUA.

Fonte: CNN

Trump assume ataques na Venezuela e diz que Maduro foi capturado

Explosões e sobrevoos de aeronaves foram registrados em Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado (3/1). O presidente americano, Donald Trump, assumiu a autoria da operação ‘de larga escala’ e afirmou que Nicolás Maduro foi capturado.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, afirmou em uma publicação em rede social.

Até o momento, o paradeiro do presidente venezuelano continua desconhecido. Em entrevista, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez,  disse que as autoridades do desconhecem o paradeiro de Maduro e pedem uma prova de vida.

O governo venezuelano declarou estado de emergência e, em uma declaração oficial, disse que os ataques aconteceram em outros três estados do país: Miranda, La Guaira e Aragua. Os três concentram as principais bases militares do país.

“O objetivo dos ataques é tomar o controle dos recursos estratégicos da Venezuela, em particular suas reserva de petróleo e minerais”, afirmou o governo de Maduro em uma declaração, na qual também convoca a comunidade internacional a denunciar o que chamou de uma violação flagrante da lei internacional que coloca milhões de vidas em risco.

As explosões começaram por volta das 2h do horário local (3h em Brasília). Após as explosões, parte de Caracas ficou sem energia elétrica.

Fonte: Correio Braziliense

EUA: Ataque a tiros deixa vários feridos em universidade

Diversas pessoas ficaram feridas neste sábado (13) por disparos de arma de fogo no campus da Brown University, no nordeste dos Estados Unidos, informou a polícia local.

“Busquem abrigo e evitem a área até segundo aviso”, advertiu na rede social X a polícia de Providence, capital do estado de Rhode Island, onde fica a universidade, uma das mais prestigiadas do país.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em sua plataforma Truth Social que foi informado sobre a situação e que o FBI se dirigiu ao local.

Após afirmar em um primeiro momento que o suspeito havia sido detido, Trump publicou uma segunda mensagem na qual declarou que a polícia local corrigiu essa informação. “O suspeito NÃO foi detido”, detalhou o presidente americano.

Fonte: AFP