Fabinho faz mais uma visita a Brasília e articula emendas para investimentos em Salgueiro

Na última semana de fevereiro, o prefeito de Salgueiro, Fabinho Lisandro, reservou sua agenda administrativa para mais uma visita a Brasília em busca de investimentos para Salgueiro. Ele esteve em gabinetes de deputados federais, senadores e ministérios. Neste sábado, 28, Fabinho fez uma live, prestando contas sobre sua primeira visita à capital do país em 2026

O prefeito Informou que visitou os gabinetes dos deputados Fernando Filho, Túlio Gadelha e André Ferreira; os três senadores pernambucanos: Humberto Costa, Fernando Duere e Teresa Leitão; e os ministros André de Paula (Pesca e Aquicultura) e José Múcio (Defesa).

Em conversa com Fernando Filho, que destinou mais de R$ 12 milhões ao município em 2025, Fabinho encaminhou algumas demandas, como a construção de um viaduto no acesso ao bairro Copo de Cristal. Com Gadelha, assegurou a destinação de R$ 500 mil para o CSU, R$ 400 mil para requalificação da orla do Açude Velho e R$ 1 milhão para investimentos na saúde. Já com Ferreira e Ramos, conseguiu R$ 1 milhão para a saúde e R$ 2 milhões para a pavimentação de ruas, respectivamente.

No Senado, o prefeito esteve com Humberto, que enviou R$ 1,3 milhão para a área da saúde; com Teresa, que garantiu emenda de R$ 500 mil para a saúde e R$ 500 mil para a recuperação de praças; e Duere, que prometeu R$ 1 milhão para a saúde e R$ 1 milhão para outros investimentos.

Fabinho ainda se reuniu com o ministro André de Paula para tratar sobre projetos de piscicultura nas barragens do município; e José Múcio, no intuito de lembrar ao ministro da Defesa que existe um projeto de construção de uma estrada entre a BR-116 e a EBI-3, sob responsabilidade do Exército, no âmbito do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF). Ele destacou que a ação agilizará a pavimentação da estrada do Pau Ferro.

O prefeito salientou na live a importância das parcerias em sua administração. “Eu bato em todos os gabinetes, daqueles votados ou não votados em Salgueiro, por uma relação de amizade que eu construí ao longo da vida, para que eu possa abrir portas e construir soluções para Salgueiro”, disse.

Ciclone marcado por chuva intensa pode atingir 15 estados do Brasil

Ao menos 15 estados brasileiros estão em alerta por conta da chegada de um ciclone marcado por chuva intensa. Há risco de corte de energia, queda de árvores e alagamentos nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do país. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja que começa a valer para todo o domingo (1º).

Segundo o Inmet, há previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 milímetros por dia, além de ventos intensos de até 100 km/h. Há risco para alagamentos.

O alerta do Inmet vale para parte de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Pará, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Assim como para toda a Bahia, Tocantins, Piauí e Maranhão.

De acordo com o Metsul Meteorologia, a chuva intensa nessas regiões é causada por conta da formação
de um ciclone.

Minas Gerais já sofre com chuva forte há dias

Minas Gerais está sob fortes chuvas há dias. Conforme o g1, há 69 mortos, sendo 63 em Juiz de Fora e seis em Ubá. Cada uma das cidades também tem dois desaparecidos.

De acordo com o g1, os bombeiros mineiros apontam para 58 mortes porque a corporação conta apenas os corpos já resgatados. Já o número da Polícia Civil é superior, chegando a 63, são contabilizadas as vítimas resgatadas pelos bombeiros, as que foram resgatadas por outras pessoas e as que faleceram após o salvamento.

Fonte: NSC Total

Empresas querem mudar PEC 6×1 para permitir escalas e limites de trabalho por setor e região

Pelo menos 60 entidades empresariais de indústria, comércio, transporte, agropecuária e serviços vão defender que a discussão da jornada de trabalho tenha como foco medidas para preservar os empregos formais, aumentar a produtividade e privilegiar a negociação coletiva.

O grupo também propõe a adoção de regras para permitir ajustar escalas, turnos e limites de trabalho de forma adaptada ao contexto de cada setor e região do país.

“Colocar esses pontos no centro do diálogo é assegurar que ele caminhe na direção correta”, diz o manifesto, assinado pelas confederações nacionais da agropecuária (CNA), da indústria (CNI), dos transportes (CNT) e do comércio e serviços (CNC), além de federações regionais como Fiesp e Fercomércio-SP e associações de segmentos específicos da economia.

O grupo também pede que a votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da redução da jornada 6×1 ocorra apenas depois das eleições. “Considera-se recomendável que o aprofundamento desta pauta ocorra fora do ambiente de disputas eleitorais, em momento mais propício à construção de consensos duradouros”, afirma o texto.

O documento, obtido pela Folha, será entregue aos presidentes de frentes parlamentares como a da agropecuária, do empreendedorismo e do livre mercado, em reunião na terça-feira (3) em Brasília. Em seguida, eles irão se encontrar com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para levar esse manifesto e demonstrar a preocupação com o tema.

Os representantes das entidades empresariais ainda tentam agenda com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que deu tração ao debate ao enviar para a Comissão de Constituição e Justiça a PEC de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que reduz a jornada de 44 horas para 36 horas semanais, com quatro dias de trabalho e três de descanso (a jornada 4×3).

O movimento foi preparado em reuniões ao longo das últimas semanas, após Motta indicar que a PEC seria uma prioridade do ano –ele tem defendido que a votação ocorra já em maio. O corpo técnico dessas entidades vai discutir agora medidas legislativas para serem sugeridas ao Congresso como forma de garantir que os pontos defendidos pelo setor produtivo sejam incorporados, caso a votação avance.

O debate deve focar, na visão dos empresários, em quatro pontos: preservação dos empregos formais e mitigação dos incentivos à informalidade (que atinge cerca de 40% da população economicamente ativa no Brasil); medidas concretas para aumentar a produtividade, como qualificação e difusão tecnológica; discussão técnica sobre os impactos e alternativas, em busca do consenso entre trabalhadores, empregadores e poder público; e diferenciação por setor, com uso de negociação coletiva.

Segundo os empresários, as diferenças no mercado de trabalho exigem que sejam possíveis ajustes na jornada por setor ou atividade, permitindo adaptar escalas, turnos e limites de trabalho ao contexto de cada setor e região.

O manifesto não cita diretamente a PEC ou a redução de jornada defendida pelo governo, com a proibição da escala 6×1 (de seis dias de trabalho para um de folga). O documento afirma que a “modernização da jornada de trabalho” é um debate “legítimo e relevante para o bem-estar dos trabalhadores e para a dinâmica econômica do país”, com o objetivo social de melhorar a saúde e qualidade de vida.

Mas ressalta que, para atingir esses objetivos, “é necessário colocar também como aspecto central os impactos em competitividade, produtividade e a precarização dos empregos”, e destaca três problemas da economia brasileira como entraves: o alto grau de informalidade, a falta de qualificação profissional adequada e a atual dificuldade para preencher vagas e reter trabalhadores.

“Modernizar a jornada não significa escolher entre qualidade de vida e atividade econômica. Significa construir um caminho em que o trabalhador possa viver melhor sem que o emprego formal se torne mais escasso ou mais instável. Para isso, é necessário reconhecer que a forma como a mudança é implementada importa tanto quanto o objetivo que se busca alcançar”, afirma o manifesto.

Os empresários defendem que, se for mal feita ou abrupta, a mudança na jornada de trabalho pode provocar aumento da informalidade no mercado de trabalho e aumento dos preços de produtos e serviços como alimentação, medicamentos e transporte devido à alta dos custos para as empresas.

Apesar de o relator da PEC na Comissão de Constituição e Justiça, deputado Paulo Azi (União Brasil-BA), cobrar do governo uma forma de compensação às empresas pelo aumento dos custos com contratação de funcionários, o documento não faz nenhum pedido deste tipo. Como mostrou a Folha, as empresas preferem tratar a desoneração da folha de salários de forma separada, sem misturar os debates.

Fonte: Folha de S. Paulo

Ali Khamenei, líder supremo do Irã, é morto em ação dos EUA e Israel, diz Trump

Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morreu em um bombardeio durante ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel neste sábado (28), segundo o presidente Donald Trump. O aiatolá comandou o país por quase quatro décadas.

Em uma rede social, Trump afirmou que Khamenei não conseguiu escapar dos sistemas de inteligência e rastreamento dos Estados Unidos, em parceria com Israel. Segundo ele, “não havia nada” que o líder supremo pudesse fazer.

“Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu Trump.

Até a última atualização desta reportagem, o governo do Irã não havia confirmado a morte. Um porta-voz disse à rede americana ABC News que o aiatolá está “bem e seguro”.

Na Truth Social, Trump afirmou que os bombardeios contra o Irã vão continuar para alcançar “paz no Oriente Médio e no mundo”. Ele disse esperar que integrantes da Guarda Revolucionária e das forças de segurança se unam à população para “devolver grandeza” ao país.

“Este é o maior momento para o povo iraniano retomar o próprio país. Estamos ouvindo que muitos integrantes da Guarda Revolucionária (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e polícia já não querem lutar e estão buscando imunidade de nossa parte”, afirmou.

Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou haver indícios de que Khamenei estava morto. Segundo ele, forças israelenses destruíram um complexo usado pelo líder supremo.

Fonte: G1

Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

O momento é de recomeço para Manoel Gomes. Conhecido nacionalmente após o sucesso da música Caneta Azul, o artista enfrenta dificuldades financeiras e tenta reorganizar a própria vida depois de sofrer um prejuízo milionário. A coluna de Fábia Oliveira divulgou que, atualmente, ele está morando de favor na residência de um assessor, em São Paulo, enquanto busca se reestruturar.

De acordo com fontes citadas pela coluna, no auge da fama o cantor chegou a faturar cerca de R$ 200 mil por mês. No entanto, acabou sendo enganado e perdeu boa parte do patrimônio acumulado naquele período. “Ele tinha menos de R$ 30 mil na conta”, revelou uma pessoa.

Ainda segundo relatos, Manoel viajou para São Paulo sem recursos suficientes sequer para custear hospedagem em hotel. Por esse motivo, está instalado na casa do assessor, que tem prestado apoio neste momento delicado e trabalha para recolocá-lo no mercado artístico.

O caso envolvendo as perdas financeiras veio à tona em 2023, quando representantes do cantor confirmaram que ao menos R$ 7 milhões teriam sido desviados de doze contas bancárias em seu nome. O suposto esquema teria sido praticado por dois ex-empresários do artista.

Manoel Gomes ganhou projeção em 2019, quando “Caneta Azul” viralizou nas redes sociais e se tornou um fenômeno da internet. A repercussão impulsionou sua carreira, resultando em shows com grande público e contratos publicitários. Agora, após enfrentar o rombo milionário, o cantor tenta reconstruir a trajetória profissional e recuperar a estabilidade financeira.

Fonte: Notícias ao Minuto