Jovem morre em acidente de moto próximo ao Uri, em Salgueiro

Na noite deste sábado, 22, aconteceu mais um acidente de moto com vítima fatal no km 515 da BR-232, próximo ao sítio Uri, na zona rural de Salgueiro.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a moto colidiu lateralmente com outro automóvel, provavelmente uma carreta, na altura da ponte da Transposição do Rio São Francisco.

Outro rapaz, que estava na garupa do veículo, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros para uma unidade hospitalar de Salgueiro.

A vítima fatal ficou caída na pista e foi avistada por várias pessoas que se dirigiram de Salgueiro para a ExpoSerrita neste sábado.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Agência de saúde dos EUA reformula página oficial e sugere que vacinas podem causar autismo

O Centers for Disease Control and Prevention (CDC), principal agência de controle de doenças dos Estados Unidos, reformulou sua página oficial para declarar que “a afirmação ‘as vacinas não causam autismo’ não é baseada em evidências”, abrindo margem para a interpretação de que poderia existir algum tipo de ligação entre imunizantes infantis e o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A revisão ocorre após uma série de declarações do atual Secretário da Saúde dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy Jr., que há anos sustenta publicamente essa relação, ideia já contestada por ampla literatura científica.

Antes, o portal oficial do CDC apresentava posicionamento oposto, declarando que “estudos mostraram que não há ligação entre receber vacinas e desenvolver TEA”. Como uma das principais autoridades globais em saúde pública, responsável por monitorar doenças, orientar campanhas de vacinação e investigar surtos, o CDC exerce influência sobre políticas sanitárias dentro e fora dos EUA. Por isso, a atualização levanta preocupações, já que pode alimentar a hesitação vacinal, abalar a confiança em imunizantes e afetar coberturas já fragilizadas.

O novo texto não faz referência a um dos estudos mais robustos sobre o tema, publicado em 2019 por um grupo dinamarquês. A pesquisa acompanhou mais de 650 mil crianças nascidas entre 1999 e 2011 e identificou cerca de 6.500 diagnósticos de autismo ao longo do acompanhamento. A comparação entre vacinados e não vacinados, porém, não apontou diferença significativa no risco de desenvolver TEA, independentemente de histórico familiar, exposição a outras vacinas ou fatores que poderiam predispor algumas crianças a quadros regressivos após imunização.

Ainda assim, o CDC passou a destacar argumentos frequentemente usados por grupos antivacina, como a hipótese de que adjuvantes à base de alumínio presentes em alguns imunizantes explicariam o aumento de diagnósticos. Trata-se de uma narrativa repetida há décadas e já examinada sob diversos ângulos, sem que se tenha encontrado mecanismo biológico plausível. Além disso, grande parte dos estudos citados nesses debates apresenta fragilidades metodológicas.

O curioso é que a própria página do CDC menciona um estudo recente, publicado em 2025, que avaliou mais de 50 desfechos de saúde e não encontrou qualquer associação entre alumínio em vacinas e doenças neurológicas, incluindo autismo. Apesar disso, o relatório sugere que tabelas suplementares do trabalho “justificariam investigação adicional”, sem detalhar por quê.

Instituições se posicionam

Instituições de saúde públicas e privadas seguem reiterando que não existe base científica para vincular vacinas ao autismo. O aumento de diagnósticos, frequentemente usado como argumento, é explicado por especialistas como reflexo da ampliação dos critérios diagnósticos, maior conscientização e aprimoramento das ferramentas de avaliação.

No Brasil, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) reforçou essa posição em setembro, após declarações do então presidente dos EUA, Donald Trump, reacenderem especulações sobre supostos riscos vacinais.

Fonte: VEJA

Estudantes protestam pela anulação do Enem 2025

Estudantes realizaram manifestações neste sábado (22) em algumas capitais do país para pedir a anulação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) deste ano. Protestos foram registrados em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Manaus, segundo organizadores.

A mobilização articulada pelas redes sociais é motivada pela suspeita de vazamento de conteúdo. Os questionamentos sobre a integridade do exame surgiram porque, dias antes das provas de matemática e ciências da natureza no último domingo (16), um universitário exibiu pela internet questões muito parecidas às efetivamente aplicadas.

Diante da repercussão do suposto vazamento, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) cancelou três questões. A anulação de uma pequena quantidade de itens do teste é considerada insuficiente, segundo grupos que se manifestam pela anulação do exame.

Na região central da cidade de São Paulo, manifestantes se reuniram sob o vão do Masp (Museu de Arte de São Paulo), na avenida Paulista.

Munidos de cartazes com críticas à organização do Enem e alguns com rostos pintados como se fossem palhaços, os jovens ocuparam parte da calçada e gritaram pela anulação das provas, sem interferir na circulação de pedestre e veículos.

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou nesta sexta-feira (21) que o Enem não será anulado.

“Eu queria aqui tranquilizar a cada um de vocês que fizeram a prova, a cada um de seus familiares, que o Enem não será cancelado”, afirmou Santana, em vídeo publicado em uma rede social.

“[Sobre] o ruído que aconteceu nas redes sociais de uma live de um aluno, de um jovem que divulgou questões que podiam ser similares às que caíram no Enem, a comissão do Inep, que é responsável pelo Enem, tomou a decisão técnica de cancelar, anular, três itens com um único objetivo: de prevenção e isonomia e para não prejudicar nenhum aluno que fez o Enem esse ano”, completou o ministro.

Camilo se refere a uma transmissão ao vivo realizada antes do segundo dia do exame pelo estudante de medicina Edcley Teixeira. Ele mostrou ao menos cinco questões muito semelhantes às da prova de 2025.

O ministro também reiterou que a Polícia Federal instaurou na última quarta-feira (19) um procedimento para analisar a possível divulgação indevida de questões desta edição da prova.

Segundo a PF, foram adotadas medidas imediatas de preservação, incluindo o resguardo do conteúdo veiculado em redes sociais e o acionamento das plataformas digitais para a preservação dos registros técnicos necessários às apurações.

No vídeo que ganhou popularidade na última segunda-feira (17), um dia após as provas, o estudante de medicina da UFC (Universidade Federal do Ceará) apresentava suas principais apostas para o exame.

Após o episódio, o Inep divulgou um comunicado reafirmando “isonomia, lisura e validade” do Enem 2025. O órgão disse que “nenhuma questão foi apresentada tal qual” na prova e que as semelhanças identificadas foram “pontuais”.

Fonte: Folha de S. Paulo

Deputado do PSol quer mudar lema da bandeira do Brasil

O deputado Chico Alencar (PSol) protocolou, na Câmara dos Deputados, um projeto de lei que altera a legislação sobre os símbolos nacionais para modificar o lema inscrito na Bandeira do Brasil. A proposta substitui a expressão “Ordem e Progresso” por “Amor, Ordem e Progresso”.

Na justificativa, o deputado afirma que o lema adotado desde a Proclamação da República resumiu, de forma parcial, a frase positivista: “O amor por princípio, a ordem por base e o progresso por fim”.

O parlamentar sustenta que a inclusão da palavra “Amor” busca restabelecer a formulação completa descrita por Teixeira Mendes, filósofo positivista que propôs o lema “Ordem e Progresso” na bandeira nacional.

O texto também determina a atualização do dispositivo legal que regulamenta detalhes gráficos da bandeira.

Segundo o projeto, a alteração recupera a formulação original do lema positivista, concebido por Teixeira Mendes no fim do século 19.

A proposta aguarda tramitação na Câmara dos Deputados, após registro eletrônico de apresentação em 18 de novembro de 2025.

Fonte: Metrópoles

Mika Rodrigues e Marlus Viana são anunciados como novos vocalistas da Banda Calcinha Preta

A Banda Calcinha Preta anunciou, na noite dessa sexta-feira (21), os nomes Mika Rodrigues e Marlus Viana como novos vocalistas. Eles substituem a cantora Silvânia Aquino, que deixou a banda no último dia 10 e dias depois assinou contrato com a empresa de Wesley Safadão.

O anúncio foi realizado nas redes sociais. Agora, os novos integrantes compõem a banda junto com Daniel Diau, Bell Oliver e O’hara Ravick.

A banda sergipana com mais de 25 anos de carreira, é reconhecida por reunir vozes femininas e masculinas em um repertório romântico e tem inúmeros sucessos como ‘Manchete nos Jornais’, ‘Mágica’ e ‘Baby Doll’. O grupo também é conhecido por fazer versões de forró em português de clássicos do rock e pop internacional.

Calcinha Preta possui 30 álbuns oficiais, 11 DVDs e cinco projetos audiovisuais voltados para a internet. A banda também possui duas trilhas sonoras em telenovelas da TV Globo, como “Você não vale nada”, em Caminho das Índias.

Fonte: G1

“Não rompi a pulseira”, diz Bolsonaro após admitir que queimou tornozeleira

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu ter usado um ferro de solda para queimar a tornozeleira eletrônica que utilizava, porém, afirmou que não rompeu a pulseira do equipamento.

A declaração aparece em um vídeo divulgado neste sábado (22) pela Seape-DF (Secretaria de Administração Penitenciária) e anexado ao processo que levou à decretação de prisão preventiva pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Durante a conversa, a agente questiona: “Você já tentou puxar a pulseira também?” Bolsonaro nega: “Não rompi a pulseira, não. Fica tranquila aí.”

Em outro momento, o ex-presidente justificou a ação dizendo que fez isso por “curiosidade”.  No relatório enviado ao ministro Alexandre de Moraes, o órgão descreve que Jair Bolsonaro tentou abrir sua tornozeleira eletrônica usando um ferro de solda.

Após os agentes irem a casa do ex-presidente o equipamento, então, foi trocado pelos agentes que participavam do monitoramento da prisão domiciliar.

Na PF, o ex-presidente teve a tornozeleira eletrônica retirada. Ele está numa sala especial do prédio da corporação. A sala tem cama, ar condicionado, frigobar e televisão.

Fonte: CNN