Shows de talentos locais, mistura de forró e poesia e Raquel dos Teclados esbanjando simpatia marcam a 4ª noite do São João de Salgueiro

A 4ª noite do São João de Salgueiro, ofereceu ao público presente na antiga estação ferroviária o talento local de Hélio Lima e banda Forró Detalhes; o forró dançante da dupla Lucas e Maurinho, também da região; um show cultural do grupo recifense Fim de Feira; a cantora Raquel dos Teclados esbanjando simpatia e interação com o público e o forró romântico da banda Cariciar.

Quem primeiro subiu ao palco foi a banda local Forró Detalhes, mostrando o talento musical salgueirense dos cantores Hélio Lima e Karoll Kosta. Depois, a dupla Lucas e Maurinho apresentou um repertório de forró de vaquejada, fazendo todo mundo arrastar os pés, dançando a dois ou sozinho. Na sequência, o São João recebeu a mistura de forró e poesia do grupo Fim de Feira, direto de Recife para uma das principais festas juninas do interior pernambucano.

Já no começo da madrugada deste domingo, 22, a programação teve continuidade com Raquel dos Teclados, principal atração da noite, dando um show de simpatia, em sintonia com o público, que cantou e dançou muitos sucessos no ritmo do arrocha. A baiana, de Paulo Afonso, desceu do palco para sentir o calor do público e ainda fez o prefeito Fabinho Lisandro e o vice-prefeito Emmanuel Sampaio dançarem no palco. Após ela, a banda Forró Cariciar fechou a grade com muito forró romântico, incluindo o sucesso “Vem Me Amar”, que marcou a carreira do grupo.

O São João de Salgueiro segue neste domingo, 22, com shows de Kátia Di Tróia, Maciel Melo, Lucas Aboiador, Fernandinha e Galícia.

Trabalhar por conta própria é melhor que ter emprego para 59% dos brasileiros, mostra Datafolha

Pesquisa Datafolha apontou que 59% dos brasileiros prefeririam trabalhar por conta própria, ante 39% que se sentem melhor contratados por empresa.

O levantamento apontou também que, desde 2022, cresceu de 21% para 31% o número de pessoas que consideram mais importante ganhar mais do que ser registrado. Já os que valorizam a CLT mesmo com salário menor caíram de 77% para 67% nesse intervalo de tempo.

Os que declaram não saber foram 2% nos levantamentos de 2022 e deste ano.

Nos dois anos, as pesquisas foram realizadas presencialmente em todo o Brasil, com margem de erro de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo. A deste ano aconteceu entre os dias 10 e 11 de junho e ouviu 2.004 pessoas em 136 municípios; a de 2022 escutou 2.026 pessoas nos dias 19 e 20 de dezembro em 126 municípios.

Já a pergunta sobre o que é melhor, ser contratado por uma empresa ou ser autônomo, foi feita pela primeira vez neste ano, o que impede a comparação desse quesito.

A preferência por trabalhar por conta própria aparece em todas as faixas etárias e é maior entre os mais jovens. Entre os que têm de 16 a 24 anos, 68% acham melhor ser autônomo, contra 29% que preferem o emprego. Entre os 60+, as fatias são de 50% e 45%, respectivamente.

São mais propensos a escolher o trabalho por conta própria aqueles que declaram simpatia pelo PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro: 66% deles preferem ser autônomos, contra 33% que veem mais vantagem na contratação. Entre os que declaram simpatia pelo PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as porcentagens são 55% e 43%, respectivamente.

A fatia dos que valorizam mais trabalhar por conta própria que ser empregado é expressiva entre aqueles que não consideram importante a carteira assinada se a remuneração for maior: chega a 85%, contra 13% que, nesse grupo, veem mais importância nas regras da CLT, mesmo que com salário menor.

Essa valorização do trabalho formal sobre o informal, mostra a pesquisa, é maior nas regiões Nordeste (69%), Sudeste (67%) e Sul (66%). Os percentuais caem no caso das regiões Centro-Oeste e Norte, ambas com 62%.

Segundo Daniel Duque, economista e pesquisador do FGV/Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), essa perda de importância da CLT está relacionada a aspectos culturais, como a popularização do trabalho remoto após a pandemia —que vem sendo revertido pelas empresas nos últimos anos a contragosto do trabalhador.

Fonte: Folha de S. Paulo

Os argumentos da CBF para superar concorrentes e ter o Brasil como sede do Mundial de Clubes em 2029

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) manifestou publicamente seu desejo de sediar o próximo Mundial de Clubes, em 2029, no Brasil. A Fifa recebeu a indicação com agrado, mas haverá concorrência para abrigar o evento daqui a quatro anos. Espanha, Marrocos, Austrália/Nova Zelândia e Estados Unidos também são postulantes a palco do novo torneio.

Na sexta-feira, o presidente da CBF, Samir Xaud, teve um encontro com o mandatário da Fifa, Gianni Infantino, em Miami, na Flórida, no qual expressou a vontade de receber o Mundial de 2029 no Brasil.

“Tudo começou com uma conversa de apresentação. Falei dos meus objetivos à frente da CBF e disse que queremos estar mais próximos da Fifa. Elogiei o evento e o nível dos clubes brasileiros e, por fim, coloquei o País à disposição para receber o próximo Mundial. O presidente Gianni Infantino ficou muito feliz, disse que é totalmente possível. Agora vamos trabalhar para que dê certo. Vai ser um golaço”, afirmou Xaud.

Um dos trabalhos da CBF é mostrar à Fifa estabilidade política após a longa sequência de embaraços judiciais que culminaram com a saída de Ednaldo Rodrigues da presidência da entidade no último mês de maio.

A CBF trabalha com dois fortes argumentos para convencer a Fifa, apesar de a candidatura ainda não ser oficial. O primeiro deles diz respeito à mobilização de torcedores brasileiros neste Mundial. Torcedores de Palmeiras, principalmente, Flamengo, Botafogo e Fluminense têm sido um espetáculo à parte no torneio.

Outro ponto a favor de uma candidatura brasileira está no fato de o País ser a sede da próxima Copa do Mundo feminina, que será celebrada em 2027. A expertise de receber um grande evento das proximidades de outro conta favoravelmente.

O Mundial de Clubes passou a ocupar um espaço no calendário internacional que era da Copa das Confederações, cuja finalidade era ser um evento-teste para a Copa do Mundo de seleções do ano seguinte. Foi o que aconteceu até a Copa da Rússia, em 2018.

A Fifa já substituiria a Copa das Confederações pelo Mundial de Clubes em 2021. A sede seria a China, não o Catar, palco da Copa de 2022. No entanto, o evento foi cancelado por causa da pandemia de covid-19. Dessa forma, a entidade máxima do futebol não vê como obrigatória a organização do Mundial de Clubes no mesmo país que receberá a Copa de seleções no ano seguinte. Porém, é uma solução vista com bons olhos.

Os Estados Unidos, porém, vão receber a Copa de 2026, e a Fifa aproveita alguns dos estádios que serão usados no ano que vem para partidas do Mundial de Clubes: MetFlife Stadium (East Rutherford), Hard Rock Stadium (Miami Gardens), Lincoln Financial Field (Filadélfia), Mercedes-Benz Stadium (Atlanta) e Lumen Field (Seattle).

O país norte-americano é uma das possibilidades aventadas pela Fifa como sede também do Mundial de Clubes de 2029. Além dos EUA, outras confederações de futebol já expuseram sua predileção em abrigar o torneio daqui a quatro anos.

O presidente da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Rafael Louzán, fez movimento semelhante ao de Samir Xaud e se reuniu com Infantino. A Espanha vai organizar em 2030, ao lado de Marrocos e Portugal, a Copa do Mundo de seleções. Os marroquinos também já disseram que gostariam de sediar o Mundial de 2029 em conjunto com Espanha e Portugal.

Também desponta uma candidatura conjunta de Austrália e Nova Zelândia. Segundo a Reuters, os países da Oceania estão dispostos a entrar na concorrência para receber o Mundial de Clubes de 2029.

Fonte: Estadão

Vazamento expõe bilhões de senhas do Google, Apple e meta, diz site

Especialistas identificaram um vazamento de dados que pode ter atingido mais de 16 bilhões de senhas em aplicativos da Apple, Meta (dona do Facebook, Instagram e WhatsApp) e Google, informou a revista Forbes. De acordo com a publicação, a ação foi descoberta em uma investigação que ocorre desde o começo deste ano pela Cybernews, um órgão independente que pesquisa ações de hackers.

Foram identificados “30 conjuntos de dados expostos contendo de dezenas de milhões a mais de 3,5 bilhões de registros cada um”, que, no total, ultrapassariam a marca de 16 bilhões de dados vazados, afirmou Vilius Petkauskas, pesquisador da Cybernews, à Forbes.

A Cybernews afirma que, embora seja difícil saber a origem dos vazamentos ou exatamente quais os pacotes que compõem os dados, é bastante improvável que as informações tenham sido extraídas das próprias empresas – neste caso, a probabilidade é de que os dados tenham sido obtidos dos próprios usuários.

Procurada, a Apple afirmou ao Estadão que não vai comentar o caso. A reportagem entrou em contato com a Meta e o Google, que não haviam dado uma resposta até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

A Cybernews, que publica seus achados em um site, afirmou ainda que os dados ficaram expostos apenas por um pequeno período de tempo e que, por isso, não foi possível identificar quem ou qual grupo hacker estaria por trás do vazamento.

As armas dos hackers

As informações podem ter sido obtidas, provavelmente, a partir de ações de phishing, que são links que enganam o usuário para ter acesso a essas informações, instalações de malwares, uma espécie de programa de roubo de dados de celulares e computadores, e invasões de ransomware, que atua como um sequestrador de informações.

Para se prevenir de vazamentos de dados desse tipo – que ainda não foi confirmado pelas big techs -, os especialistas recomendam a troca de senhas de contas ligadas aos aplicativos supostamente atingidos, optando sempre por combinações únicas que não são usadas pelo usuário em outras plataformas. Além disso, é recomendado utilizar a autenticação em duas etapas sempre que possível.

Fonte: Estadão

Homem que quebrou relógio no 8/1 é preso dois dias após ser solto

O mecânico Antônio Cláudio Alves Ferreira, condenado pelo STF por quebrar um relógio histórico durante os atos golpistas de 8 de Janeiro, voltou a ser preso dois dias após ser liberado por um juiz de Minas Gerais.

A prisão foi realizada pela Polícia Federal na cidade de Catalão (GO).

Além de Ferreira, um tio dele, que estava foragido, foi preso também —o caso do parente não tem relação com o 8 de Janeiro, segundo a PF.

Ferreira foi solto por decisão do juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, da Vara de Execuções Penais de Uberlândia (MG). Condenado pelo STF a 17 anos de prisão em regime fechado, o homem foi libertado após 2 anos e 4 meses de detenção.

Segundo a decisão judicial que concedeu ao réu progressão para o regime semiaberto, ele cumpriu a fração necessária para receber o benefício, não cometeu nenhuma falta grave e tem “boa conduta carcerária”.

Moraes afirmou que decisão que libertou o mecânico contraria a lei. O ministro argumentou que um juiz de primeira instância não tem competência para deliberar sobre o regime prisional dos réus do 8 de janeiro de 2023, cujos processos são conduzidos pelo STF.

Réu foi solto sem tornozeleira eletrônica porque não haveria equipamentos disponíveis em Minas. O juiz escreveu que não havia previsão para regularização da situação, e o preso não poderia ser prejudicado pela demora do Estado.

Em nota, governo de Minas nega falta do equipamento. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública informou que não procede a informação de que não há tornozeleiras no estado e que já estava agendada a data da colocação do equipamento em Ferreira.

Conduta do juiz será investigada

Moraes mandou investigar conduta do juiz. Segundo o ministro, o magistrado agiu em desrespeito à competência do STF e violando a Lei de Execuções Penais, que prevê que presos condenados por crimes de violência e grave ameaça só podem passar para o semiaberto após cumprir 25% da pena —o mecânico só teria cumprido 16%. “A conduta do juiz de Direito Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, deve, portanto, ser devidamente apurada pela autoridade policial no âmbito deste Supremo Tribunal Federal”, disse.

Fonte: UOL

Mãe e filha, médicos, patinador artístico e casais: quem são os mortos em queda de balão em Praia Grande (SC)

Mãe e filha, oftalmologista, patinador artístico e casais estão entre as vítimas da queda de um balão de ar quente com 21 pessoas a bordo em Praia Grande, no Sul de Santa Catarina. Oito mortes foram confirmadas pela Polícia Civil.

As causas do acidente ainda são apuradas, mas informações preliminares colhidas pela Polícia Civil com o piloto, que é um dos sobreviventes, detalham que o fogo começou no cesto do balão, provocado possivelmente por um maçarico. A Agência Nacional de Aviação Civil informou que acompanha os desdobramentos da investigação.

Ao perceber o problema e tentar pousar, o piloto e outras 12 pessoas conseguiram saltar do balão, mas as oito vítimas não conseguiram sair a tempo e com a perda de peso o veículo voltou a subir rapidamente enquanto o fogo se expandia. O piloto foi ouvido pela polícia ainda nesta tarde.

Em nota, a empresa responsável pelo voo, a Sobrevoar, disse que ele era experiente e “adotou todos os procedimentos indicados para tentar salvar todos os que estavam a bordo”. O veículo tinha autorização e as licenças necessárias para voar.

Quem são as vítimas:

Leandro Luzzi – Era patinador artístico e dava aulas em Brusque, no Vale do Itajaí.

Leane Elizabeth Herrmann – Moradora de Blumenau, no Vale do Itajaí, estava no passeio de balão com a filha Leane Elizabeth Herrmann.

Leise Herrmann Parizotto – Médica e servidora pública de Blumenau, no Vale do Itajaí. Estava no passeio com a mãe Leane Elizabeth Herrmann.

Janaina Moreira Soares da Rocha e Everaldo da Rocha – Casal de Joinville, no Norte do estado, que estava a passeio na cidade.

Andrei Gabriel de Melo –  Era oftalmologista e atuava em Fraiburgo, no Meio-Oeste catarinense.

Fabio Luiz Izycki e Juliane Jacinta Sawicki – Fabio era primo de 2º grau do prefeito de Barão de Cotegipe (RS), e trabalhava em uma agência do Banco do Brasil na cidade. Também gaúcha, Juliane era engenheira agrônoma e sócia de uma empresa de assessoria rural na área, com projetos agrícolas e ambientais.

Fonte: G1