Mega-Sena, concurso 2.854: aposta de SC acerta sozinha as seis dezenas e ganha mais de R$ 52 milhões

Uma aposta de Concórdia (SC) acertou sozinha as seis dezenas do concurso 2.854 da Mega-Sena, realizado neste sábado (19), em São Paulo, e ganhou sozinha um prêmio de R$ 52.035.653,48.

Veja os números sorteados: 02 – 13 – 16 – 31 – 44 – 55

Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 2854:

6 acertos – 1 aposta ganhadora, que vai receber R$ 52.035.653,48;
5 acertos – 101 apostas ganhadoras, que vão receber R$ 48.304,31;
4 acertos – 7.246 apostas ganhadoras, que vão receber R$ 961,85.

O próximo sorteio da Mega será na quinta-feira (24) e o prêmio será de R$ 25 milhões.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos.

É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Fonte: G1

Fornecedores da Shein fecham as portas na China após fim de isenção de impostos

Oficinas de vestuário estão fechando em um distrito de Guangzhou apelidado de “Vila Shein”. O motivo é a decisão do governo dos Estados Unidos de revogar a isenção de impostos para pequenas remessas internacionais.

As ruas estreitas do distrito de Panyu estão repletas de oficinas, muitas das quais fornecem para a marca chinesa de fast fashion. Pilhas de bolsas da Shein, que chegam pelo correio aos compradores nos Estados Unidos, podiam ser vistas empilhadas em lojas que estavam abertas no início deste mês.

“Os pedidos da Shein caíram este ano e nossas vendas também”, disse um funcionário de uma oficina que emprega cerca de 20 pessoas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o fim da política “de minimis”, que isenta remessas internacionais com valor de varejo igual ou inferior a US$ 800 dos impostos de importação americanos, a partir de 2 de maio.

A medida está aumentando a pressão sobre a economia chinesa, que já sofre com o crescimento lento, à medida que a retração do mercado imobiliário se prolonga. O crescimento econômico real permaneceu estável em 5,4% no trimestre de janeiro a março, em comparação com os três meses anteriores, mas economistas apontam que o segundo trimestre pode ser desafiador.

Lojas on-line como a Shein dependiam fortemente da isenção “de minimis” para atrair consumidores americanos com produtos baratos. Mas as políticas comerciais de Trump forçaram a empresa a ajustar os planos de produção, com os fornecedores arcando com o peso da retração.

“Oficinas fecharam em todos os lugares em apenas dois meses”, disse Li Lianghua, empresário originário da província de Hunan. Li, que administra uma oficina em um prédio de quatro andares em Panyu, apontou para um desses espaços nas proximidades. Pilhas de roupas inacabadas haviam sido abandonadas lá dentro.

A Shein instou fornecedores a se mudarem para o Vietnã como forma de reduzir o impacto dos planos tarifários de Trump. Mas empresas menores não têm recursos para isso, deixando muitas sem outra opção a não ser fechar as portas.

Metade dos quase 20 fornecedores da Shein que operavam no mesmo prédio fecharam. Li parou de receber pedidos da Shein, migrando para vendas diretas nas redes sociais.

Fabricantes em Dongguan, uma cidade a cerca de 90 minutos de carro a leste de Guangzhou, enfrentam dificuldades semelhantes.

Empresas americanas vinham reduzindo sua exposição à China mesmo antes da reeleição de Trump em novembro. Uma fábrica de Dongguan que produz bolsas e artigos de couro perdeu todos os seus contratos com quatro clientes americanos até o final de 2024, deixando de faturar US$ 150 mil em vendas anuais.

“Não temos perspectivas de ganhar novos contratos nos Estados Unidos, então temos que desistir”, disse Liu Xiaodong, que assumiu o negócio de sua mãe em fevereiro. “Fazer negócios com os Estados Unidos agora só traz riscos.”

Ainda assim, a fábrica faturou 25 milhões de yuans (US$ 3,4 milhões) em vendas no ano passado. Cerca de 80% vieram do exterior, incluindo de outros países asiáticos. Os embarques para o Japão, Cingapura e outros destinos asiáticos podem ser feitos de forma mais rápida e barata.

“Vamos dobrar nossos negócios com a Ásia”, disse Liu.

As exportações chinesas para os Estados Unidos aumentaram mais de 9% em março em relação ao ano anterior, em dólares, de acordo com a autoridade alfandegária chinesa. Isso ocorreu porque as empresas aceleraram os embarques para os Estados Unidos em antecipação às novas tarifas.

Mas as exportações para os Estados Unidos devem cair a partir deste mês, devido às tarifas americanas de 145% sobre produtos chineses. Enquanto isso, as exportações para a Ásia e a Europa devem aumentar.

As pressões deflacionárias na China podem se espalhar para outros países se mais exportadores chineses começarem a reduzir os preços para expandir em mercados além dos Estados Unidos.

“A competição de preços nas exportações para a Ásia se intensificará”, disse um executivo da indústria chinesa.

Fonte: Valor Econômico

Entenda as diferenças entre trabalhador informal, MEI, autônomo e CLT

O mundo do trabalho tem diferentes modalidades de ocupação. O trabalhador informal, o autônomo, o microempreendedor individual (MEI) e o profissional liberal estão relacionados ao chamado trabalho por conta própria, conceito utilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O trabalhador por conta própria é todo aquele que não participa de uma relação subordinada de trabalho, ou seja, não tem um chefe, nem é chefe de ninguém.

Segundo o técnico de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos Sociais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Felipe Vella Pateo, existem também trabalhadores informais que não são trabalhadores por conta própria. “Eles têm um chefe e deveriam ter carteira assinada, mas não o tem. Nesse caso, eles são considerados assalariados informais”, diz.

Conforme Pateo, em comparação com o celetista, o trabalhador por conta própria tem a opção de fazer uma contribuição previdenciária reduzida e está livre de encargos como o FGTS. Além disso, eles estão, a princípio, livres de relação de subordinação, tendo direito a maior flexibilidade de jornada e de escala de trabalho.

“Por outro lado, ele não tem o direito à expectativa de manutenção da renda que compõe o direito do trabalhador celetista, com elementos como férias remuneradas e estabilidade salarial. Além disso, os trabalhadores por conta própria não têm acesso ao sistema de proteção do trabalhador para casos de desemprego, que consiste no acesso ao FGTS, seguro-desemprego e multa rescisória em casos de demissão imotivada. Por fim, se sua contribuição previdenciária for reduzida, ele também terá acesso a uma renda menor na aposentadoria”, acrescenta o pesquisador.

O que é trabalho informal?

De acordo com a titular da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical e do Diálogo Social (Conalis) do Ministério Público do Trabalho (MPT), Viviann Brito Mattos, do ponto de vista jurídico, o trabalhador informal é caracterizado pela falta de acesso aos direitos sociais previstos em lei, como o registro em carteira (CLT), a contribuição ao INSS, o acesso ao FGTS, às férias remuneradas, ao 13º salário e à proteção contra despedida arbitrária. Como não há contrato formal reconhecido, também não se reconhecem deveres tributários ou previdenciários por parte do empregador, quando existente, nem por parte do próprio trabalhador, que, em regra, não se registra como contribuinte individual.

“A informalidade, portanto, distingue-se da formalidade não apenas pela ausência de documentos ou registros, mas por representar uma forma estrutural de inserção precária e desprotegida no mundo do trabalho, onde impera a insegurança de renda, a ausência de organização coletiva, a dificuldade de acesso a direitos fundamentais e a inexistência de mecanismos de proteção social”, diz a procuradora.

Entenda as diferenças entre o trabalhador informal e o trabalhador formal por conta própria: 

Trabalhador informal É aquele que exerce atividades econômicas sem registro legal ou formalização perante o Estado. Isso inclui quem trabalha sem carteira assinada, sem CNPJ e sem contribuição regular à Previdência Social.
Trabalhador autônomo é a pessoa que exerce atividade por conta própria, sem vínculo de subordinação a empregadores e sem empregados. Pode ou não ser formalizado (com CNPJ ou inscrição como contribuinte individual no INSS). Atua com liberdade técnica e organizacional.
Microempreendedor Individual (MEI) é uma maneira de formalização simplificada do trabalhador por conta própria, criada pela Lei Complementar nº 128, de 19 de dezembro de 2008. Permite a inscrição como pessoa jurídica, emissão de nota fiscal, acesso a benefícios previdenciários e enquadramento tributário facilitado.
Profissional liberal é aquele que exerce profissão regulamentada por lei (como médicos, advogados, arquitetos, engenheiros), podendo trabalhar de forma autônoma ou em empresa própria. Requer habilitação legal (registro em conselho profissional) e está sujeito a normas específicas da profissão.

A procuradora do trabalho Viviann Brito Mattos explica que as modalidades informais de ocupação, como o trabalho sem carteira assinada ou por conta própria sem formalização, apresentam algumas vantagens aparentes, mas trazem importantes desvantagens quando comparadas ao trabalho com vínculo empregatício formal, seja celetista ou por concurso público.

Vantagens aparentes da informalidade:

  • Menor carga tributária imediata: o trabalhador informal, em regra, não contribui para o INSS nem recolhe tributos, o que pode resultar em maior renda líquida no curto prazo.
  • Flexibilidade de horários: há autonomia para definir quando e como trabalhar, o que pode favorecer estratégias de conciliação com outras atividades ou responsabilidades pessoais.
  • Entrada facilitada: não há exigência de processos seletivos, contratos formais ou registros — o que facilita o ingresso imediato no mercado de trabalho, especialmente em contextos de exclusão ou desemprego elevado.

Desvantagens e riscos da informalidade:

  • Ausência de proteção social: o trabalhador informal não tem direito automático à aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade ou pensão por morte, já que não contribui regularmente ao sistema previdenciário.
  • Insegurança jurídica e financeira: sem contrato, o trabalhador pode ser dispensado a qualquer momento, não tem garantia de remuneração mínima, nem proteção contra demissões arbitrárias.
  • Invisibilidade institucional: trabalhadores informais raramente são alcançados por políticas públicas, não são representados por sindicatos e têm dificuldade de acesso a crédito, qualificação e programas de apoio ao trabalho.
  • Prejuízos ao longo do tempo: a ausência de contribuições previdenciárias e o desempenho de atividades em condições precárias afetam diretamente a saúde, a renda futura e as possibilidades de mobilidade social.

Vantagens do trabalho formal sobre o informal:

  • Registro em carteira ou estatuto com direitos assegurados;
  • Contribuição compulsória ao INSS (com contrapartida do empregador no caso celetista);
  • Acesso automático a benefícios previdenciários e trabalhistas;
  • Proteção contra demissão sem justa causa ou por motivo discriminatório;
  • Direito a férias, 13º salário, adicional de insalubridade ou periculosidade, FGTS, entre outros;
  • Estrutura coletiva de proteção (como sindicatos e justiça do trabalho), o que fortalece sua capacidade de reivindicar direitos e condições dignas de trabalho.

E o microeempreendedor individual?

Segundo a vice-coordenadora nacional da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho (Conafret) do Ministério Público do Trabalho (MPT), Priscila Dibi Schvarcz, o microempreendedor individual tem como principal característica a autonomia, consolidada na liberdade de organização e execução do seu próprio trabalho, limitando-se o tomador de serviços a dar indicações sobre o resultado por ele pretendido.

Para enquadrar-se como MEI, aderindo ao Simples Nacional, a receita bruta do trabalhador no ano anterior não pode ultrapassar o limite de R$ 81 mil, devendo, ainda, a atividade econômica desempenhada estar na lista autorizada pelo Conselho Gestor do Simples Nacional.

O MEI tem um CNPJ e obrigatoriamente deve emitir nota fiscal eletrônica de serviço.

De acordo com a procuradora do trabalho, a criação do MEI objetiva a inclusão social e previdenciária por meio da formalização de empreendimentos, destina-se aos pequenos empresários que estavam à margem do regime previdenciário, contribuindo com a retirada de trabalhadores autônomos da informalidade.

O MEI recolhe, a título de previdência social, a alíquota de 5% sobre o salário mínimo (R$ 75,90). A contribuição é paga por Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). O acesso aos benefícios previdenciários é limitado, já que a aposentadoria do MEI não contempla a opção de tempo de contribuição, exceto se o microempreendedor fizer um recolhimento complementar de 15%.

Segundo dados do IBGE, em 2022, havia 14,6 milhões de microempreendedores individuais (MEIs) no Brasil, correspondendo a aproximadamente 70% do total de empresas no país. Esse número corresponde a 18,8% do total de ocupados formais. É um crescimento de 1,5 milhão de MEIs em relação a 2021.

O gerente de atendimento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Rio, Leandro Marinho, explica que o MEI é uma das modalidades de formalização que existe para o empreendedor que trabalha sozinho ou que tem no máximo um empregado. O processo de formalização é totalmente gratuito e pode ser feito pela internet, no portal do empreendedor, e, com um processo simples, se consegue um CNPJ. Esse CNPJ formaliza a pessoa, mas ainda é necessário um processo de regularização junto à prefeitura.

“A formalização também dá acesso a algumas linhas de crédito específicas que os bancos têm para microempreendedor individual. E a pessoa paga o documento de arrecadação do Simples todo mês”, diz Marinho.

Fonte: Agência Brasil

Baiano desaparece durante passeio de bicicleta e é localizado 3 anos depois na Costa Rica

Marisvaldo dos Santos Silva, de 32 anos, que estava desaparecido desde junho de 2022 após sair para pedalar de casa do irmão em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, foi localizado a mais de 5 mil quilômetros de distância, na Costa Rica. As informações foram publicadas pelo G1.

A mãe de Marisvaldo, Maria dos Santos, disse que o filho sofre de esquizofrenia e não estava medicado quando desapareceu. Após seu sumiço, a família viveu momentos de grande apreensão. “Eu fui no DHPP, fiz ofício do DNA, fui na televisão procurar, fiz tudo, mas sem sucesso”, relatou Maria dos Santos sobre as buscas pelo filho.

A notícia de que ele foi encontrado são e salvo em outro país, após viajar de bicicleta, surpreendeu a todos. “Só de saber que ele está vivo e vai voltar, eu estou feliz”, comemorou a mãe.

A distância entre Marisvaldo e sua família é de quase 5,6 mil quilômetros. Ainda não se sabe como ele percorreu essa longa distância e quais dificuldades enfrentou durante esse tempo.

Marisvaldo será deportado e sua chegada ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, está prevista para este fim de semana. Contudo, a família necessita de recursos financeiros para que o irmão possa encontrá-lo e para custear sua viagem de volta à Bahia.

Esta não foi a primeira vez que Marisvaldo desapareceu. Em 2020, no início da pandemia de Covid-19, ele também saiu de bicicleta e foi encontrado dias depois no Espírito Santo.

Fonte: Rádio Itatiaia

Dupla sertaneja anuncia separação após operação contra fraude bilionária

A dupla sertaneja Renan e Christiano, de Juiz de Fora (MG), anunciou o fim da parceria. A decisão ocorre dias após Cristiano Almeida Leite ser alvo da operação Teatro Invisível 2 da Polícia Federal.

Renan seguirá carreira solo, mantendo a agenda de shows e trabalhando em novos projetos. Christiano, por sua vez, se afastará dos palcos.

“O projeto Renan & Christiano entra em uma nova fase. Obrigado por fazerem parte disso. Contamos com vocês nessa nova etapa”, escreveu a dupla no Instagram.

Teatro Invisível 2

Operação investiga rede de desinformação financiada por contratos suspeitos com prefeituras do Rio de Janeiro. A Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca em imóveis ligados ao cantor.

Grupo teria movimentado até R$ 3,5 bilhões por meio de fraudes em licitações, obstrução de justiça, lavagem de dinheiro e uso de caixa dois em campanhas eleitorais de 2024. Não houve prisões, segundo apurou Splash.

Fonte: UOL